“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

quarta-feira, 4 de abril de 2012

GOOGLE ART PROJECT INTEGRA 2 OBRAS DE AMADEO DE SOUZA-CARDOSO

Ponte (1914), uma das obras de Amadeo que foram digitalizadas

 O Museu Colecção Berardo é um dos 151 museus que passa a integrar o Google Art Project, o qual permite ver as obras digitalizadas de forma única: alta resolução, com detalhes não visíveis a 'olho nu' (devido ao zoom) e em ângulos que dão perspetivas únicas . 
Foram digitalizadas duas obras do pintor português Amadeo de Souza-Cardoso e ainda trabalhos do uruguaio Joaquin Torres Garcia, dos russos Liubov Sergeievna Popova e Lazar El Lissitzky e do francês Robert Delaunay.

O Google Art Project foi lançado em fevereiro de 2011 (tendo então apenas 17 museus e galerias e mil obras digitalizadas). 
Entre as novas instituições representadas estão a Casa Branca, o Museu de Arte Islamita do Qatar e a Galeria Nacional de Arte Moderna da Índia. 

CRIATIVIDADE...COMO SURGE?

O QUE SÃO AS ESTRELAS?


As pessoas têm estrelas que não são as mesmas. Para uns, que viajam, as estrelas são guias. Para outros, elas não passam de pequenas luzes. Para outros, os sábios, são problemas. 
ANTOINE DE SAINT-EXUPÉRY 

segunda-feira, 2 de abril de 2012

PORQUE HOJE É O DIA INTERNACIONAL DO LIVRO INFANTIL

Juan Sebastian Amadeo

Patricia Morales Larreta

 Dee Lessard

May Shuravel

Ricardo Novillo

Isabelle Arsenault

 Cyd Moore


A ESTRATÉGIA DA APPLE PARA A INDÚSTRIA DOS MANUAIS ESCOLARES

Infographic:  Can Apple iPad and iBooks revolutionize the textbook industry?
Courtesy of: WorldWideLearn.com

VI ENCONTRO CTDI - O PROFISSIONAL DE INFORMAÇÃO: REALIDADES E DESAFIOS




Este VI Encontro CTDI ocorre no 10º ano sobre o início da Licenciatura em Ciências e Tecnologias da Documentação e Informação (CTDI) da ESEIG (Vila do Conde) e pretende fazer uma reflexão sobre o perfil de formação que hoje se exige ao profisional da Informação, com uma abordagem comparativa internacional, considerando as realidades do momento atual e os desafios emergentes.

As organizações e os seus atores precisam de tempo para aceder e usar a informação e não podem desperdiçá-lo procurando essa informação. Os repositórios digitais académicos, de âmbito nacional ou institucional, promovem a concretização deste pressuposto facilitando o acesso à informação científica e técnica. Os catálogos, instrumentos centenários de acesso aos documentos, assumem formas inovadoras e facilitam novos modos de interação com os utilizadores, aperfeiçoando a sua função primordial de localização da informação.

Programa e inscrições aqui



"AS BIBLIOTECAS VÃO SER MAIS UM LUGAR DE ESTUDOS E MENOS UM LUGAR DE LEITURA PELO MERO PRAZER"


A biblioteca Google cumpre um papel significativo ao escanear e divulgar as obras raras. Mas as novas tecnologias não anulam a importância e o papel das bibliotecas físicas, enquanto centros não apenas de conservação, mas também de difusão da leitura”, defende Nelson Schapochni.

Ipad, celular, netbook, note, kindle, papel-jornal, revistas, poemas em cds e até livros. Conservar os conteúdos feitos para diferentes suportes de comunicação traz desafios inéditos a respeito da manutenção de coleções no presente e no futuro. “As bibliotecas vão se tornar cada vez mais um lugar de estudos e menos um lugar de leitura pelo mero prazer”, pondera Schapochnik. Um dos aspectos ressaltados por ele são as novas formas de exclusão social que surgem mesmo com o advento das mídias digitais. “Existem os Pontos de Cultura, que facilitam o acesso ao acervo digital. Mas quem é que lê Ulisses, do James Joyce, na tela de um computador? O romance narra 24 horas na vida de uma pessoa, mas são 800 páginas, afinal”.
Em sua palestra, Schapochnik lembrou que o homem, ao longo da sua trajetória, conviveu com diferentes jeitos de ler e atribuir sentido ao que se lia. “A leitura não é um processo natural ou universal, que ocorre do mesmo jeito, mas antes uma prática cultural e que, portanto, deve ser compreendida de acordo com as suas variações ao longo do tempo e nos diferentes lugares em que acontece”. Sobre o modo predominante como se lê hoje, o pesquisador acredita que a revolução da informática propicia uma percepção mais veloz do tempo, o que tem repercutido na qualidade da leitura. “De uma leitura sistemática passou-se a ler no intervalo entre uma coisa e outra, como quando fecha o farol, ou no ônibus do trabalho para casa”, afirmou. De acordo com ele, outros tipos de leitura continuarão a ser desenvolvidos. “Não se lê mais de cabo a rabo, mas saltando, como nas páginas que se abre na janela de um computador. Para isso já existe até um verbo específico: surfar. Continuamos atualizando e criando novas maneiras de ler”, afirma. Para Schapochnik, formatos diversos convivem com práticas de leitura concomitantes. “A história material do livro influencia o tipo de leitura que se faz. As características físicas são decisivas no modo com que se lê. Pra cada tipo de leitor existe uma edição correspondente a sua expectativa. Diz-me que edição tu lês e te direi que leitor tu és”, conclui.


[via blog do galeno]

domingo, 1 de abril de 2012

O PRAZER DA LEITURA

VEM AÍ O E-PAPER FLEXÍVEL

O grupo sul-coreano LG anunciou hoje o lançamento na Europa do seu e-paper flexível que promete “revolucionar o mercado dos e-books”.
e-paper  flexível da LG tem 15,2 centímetros e uma resolução de 1024 x 768, podendo ser dobrado até um ângulo de 40 graus.

A sua espessura é de 0,7 milímetros e pesa cerca de 14 gramas.

As pessoas que lêem e-books há muito que têm vindo a expressar o desejo de contar com ecrãs mais duráveis, uma vez que cerca de 10% dos utilizadores admite ter danificado os produtos em que lê os e-books, normalmente devido a quedas.
Com este tipo de tecnologia, a experiência de leitura de um e-book ou um jornal poderá tornar-se mais “flexível”, resistente e leve.
Os utilizadores podem igualmente contar com a mesma tecnologia já presente nos e-readers: a chamada “tinta electrónica”, que permite leituras em plena luz do dia e que reduz a fadiga ocular.
A LG é a empresa mundial mais entusiasta sobre o e-paper flexível e há muito que tem vindo a desenvolver a tecnologia dos chamados “plastic electronic paper display” (EPD’s).
Estes dispositivos deverão começar a ser vendidos na Europa “no início do próximo mês”.
[via Público]

PRESENTES DE PÁSCOA

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