“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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segunda-feira, 27 de maio de 2013

RBE E O INSTITUTO DE EDUCAÇÃO DA UNIVERSIDADE DE LISBOA ASSINAM PROTOCOLO



O IEUL, através do Centro de Competência em Tecnologias e Inovação, está vocacionado para o desenvolvimento de atividades de formação e apoio aos professores dos ensinos básico e secundário na utilização educativa das TIC, presencialmente e a distância, através de ações de formação, seminários, sessões temáticas, sessões práticas, criação de recursos digitais e consultoria a escolas/ agrupamentos.
[...]
O acordo tem como objeto estabelecer formas de cooperação com vista ao desenvolvimento de atividades no domínio da investigação e formação. Neste âmbito, prevê-se:

• a organização de seminários temáticos de formação sobre a utilização das TIC no âmbito das atividades desenvolvidas pelas bibliotecas escolares. O primeiro destes seminários, organizados em torno da apresentação de projetos e boas práticas, ocorreu no dia 15 de abril e teve como título Tecnologias Digitais nas Bibliotecas Escolares;

• o envolvimento da RBE em atividades do IEUL e em projetos conjuntos. A primeira participação da RBE no contexto desta colaboração, aconteceu no dia 7 de maio, com a realização do ticEDUCA Júnior 2013;

• a realização de um Curso de Mestrado em Educação - especialidade de TIC e Educação (a distância), com o tema TIC nas Bibliotecas Escolares e o apoio da RBE.

Este Curso de Mestrado tem como objetivo a formação de docentes e outros técnicos da educação no domínio da problemática da integração e utilização das TIC na educação e formação - em especial nas bibliotecas escolares.
As inscrições estão abertas até ao dia 17 de Junho. Para mais informações consulte o Portal do IEUL.
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segunda-feira, 18 de março de 2013

"TRIATLÓN LECTOR" NOVO PROJETO DA CILIJ



El Centro Internacional del Libro Infantil y Juvenil comienza el Triatlón lector: TIC, deporte y lectura. Un proyecto piloto integrado en el Laboratorio con la escuela dirigido a los centros educativos como refuerzo al Plan de Lectura. Se enmarca en las áreas de Educación Física y Lengua Castellana y Literatura en el tercer ciclo de Educación Primaria y primer ciclo de Educación Secundaria Obligatoria y persigue además desarrollar la competencia digital y tratamiento de la información.

La propuesta consiste en el préstamo de un lote de materiales de lectura, en distintos soportes sobre el deporte, que se complementa con una batería de actividades de lectura, escritura multimodal, investigación y creación que desarrollarán los alumnos y cuyos resultados publicarán en un gloster, un mural digital que permite incorporar elementos multimedia como texto, audio, vídeo, imágenes, dibujos, etc. Actividades para clasificar títulos, elaborar reseñas de contenido o describir personajes literarios sobre los materiales prestados, se combinarán con entrevistas a deportistas, crónicas de las competiciones del propio centro escolar o noticias de interés vinculadas con el deporte y comentadas por los alumnos.

Cada lote se compone de unos 40 materiales de lectura entre los que se incluyen cuentos y novelas, cómics,  obras informativas, películas y juegos sobre deportes y otros temas que se imparten en el currículo escolar de Educación Física. Se completa con la publicación El deporte en la literatura infantil, dirigida a los docentes, una herramienta que facilita el acercamiento a la producción literaria para niños relacionada con el deporte e incluye referencias de carácter informativo.

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sexta-feira, 15 de março de 2013

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

73% DE DOCENTES NORTE -AMERICANOS USAM SMARTPHONES EM ATIVIDADES LETIVAS



A survey of teachers who instruct American middle and secondary school students finds that digital technologies have become central to their teaching and professionalization. At the same time, the internet, mobile phones, and social media have brought new challenges to teachers, and they report striking differences in access to the latest digital technologies between lower and higher income students and school districts.
Asked about the impact of the internet and digital tools in their role as middle and high school educators, these teachers say the following about the overall impact on their teaching and their classroom work:
  • 92% of these teachers say the internet has a “major impact” on their ability to access content, resources, and materials for their teaching
  • 69% say the internet has a “major impact” on their ability to share ideas with other teachers
  • 67% say the internet has a “major impact” on their ability to interact with parents and 57% say it has had such an impact on enabling their interaction with students
  •  73% of AP and NWP teachers saying that they and/or their students use their cell phones in the classroom or to complete assignments
  • More than four in ten teachers report the use of e-readers (45%) and tablet computers (43%) in their classrooms or to complete assignments
  • 62% say their school does a “good job” supporting teachers’ efforts to bring digital tools into the learning process, and 68% say their school provides formal training in this area
  • Teachers of low income students, however, are much less likely than teachers of the highest income students to use tablet computers (37% v. 56%) or e-readers (41% v. 55%) in their classrooms and assignments
  • Similarly, just over half (52%) of teachers of upper and upper-middle income students say their students use cell phones to look up information in class, compared with 35% of teachers of the lowest income student.
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domingo, 10 de fevereiro de 2013

PRÓXIMA GERAÇÃO DE SMARTPHONES SERÃO TRANSPARENTES?


Um protótipo de uma smartphone fabricado em Taiwan. É totalmente transparente e estará no mercado no final deste ano!

sábado, 2 de fevereiro de 2013

BYE BYE AO MINIDISC DA SONY



A Sony anunciou o fim da produção dos leitores de música MiniDisc, 20 anos após o lançamento deste formato.
O MiniDisc ou MD ainda sobreviveu uns anos no mercado apesar do sucesso dos leitores digitais baseados em discos rígidos ou memória flash, como o iPod.
O formato proprietário da Sony foi lançado em 1992, com uma capacidade inicial para 74 minutos de música usando a compressão de dados ATRAC.
De acordo com o Engadget, os últimos leitores MiniDisc vão chegar às lojas em março.

NOTA: Um iPod nano suporta 40 horas de música ou 8horas de vídeo!! Como é que MiniDisc podia continuar a existir??? Assim, se avança nesta era altamente tecnológica e precisamos de nos atualizar no que diz respeito aos equipamentos que disponibilizamos nas bibliotecas escolares!

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

VIII CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DE TIC NA EDUCAÇÃO



Challenges 2013 Call for papers
Chamada de trabalhos Challenges 2013

Dead line: march 15, 2013
Data limite: 15 de março de 2013


A Comissão Organizadora da VIII Conferência Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação na Educação, Challenges 2013, dedicada à temática da aprendizagem em qualquer lugar e a qualquer hora, convida a comunidade académica e científica a participar através da submissão de trabalhos. São aceites Comunicações, Simpósios e Posters em Português, Espanhol, Francês e Inglês.
Contando com Oscar Valiente, Universidade de Glasgow, como conferencista de abertura, com uma intervenção intitulada “Evidencia internacional sobre el uso de la tecnología y los resultados educativos del alumnado”, a Challenges 2013 procura debater as questões mais prementes relativas às TIC na educação, nomeadamente nos eixos temáticos: Ambientes Emergentes, O Digital e o Currículo e Avaliação Digital.

A Challenges 2013 ocorrerá em Braga, na Universidade do Minho, a 15 e 16 de julho de 2013. As propostas de trabalhos devem ser submetidas até 15 de março.
Informação complementar pode ser encontrada em www.nonio.uminho.pt/challenges2013.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

GOODBYE 2012. HELLO 2013!



APPEARING
Augmented reality glasses, Thought control, 3D printing in the home, Personal DNA testing, Digital butlers, Voice control TV, Customized medicine, Pay by fingerprint, Electric sports cars, Robot sex, Conversational computing, Empathic robots, Gesture interfaces, Flexible, foldable mobile phones, Robo-nannies
Infinite color at home, Personalized billboards, Networked professional services
Bio-Hacking, Pollution absorbing clothes, Biodegradable electronics, Automated instant translation, Memory implants, Video wallpaper, Retail delivery boxes

DISAPPEARING
Intimacy, Computer mouse, Spelling, Landline telephones, Coins, Privacy, Video rental stores, Public phones, Vacuuming, Retirement, Weekday newspapers
CDs/DVDs, Chain bookstores, e-Cards, Space tourism, 8 hours sleep, Switching off, 9-5 workdays, Dining rooms, Handwriting, Shop assistants, Biodiversity, Non-internet businesses, Printing photographs, Welfare state, Learning foreign languages, Paper medical records, Watches for under 25s, Focused attention
Maps, Sham

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

"O FUTURO É MOBILE"


Esta é uma frase que nos últimos tempos ouço constantemente. Por isso quero partilhar convosco parte do meu dia 7 de Dezembro de 2012:
Tinha eu acabado de chegar à Av. da Liberdade, em Lisboa, para acompanhar um festival de música quando o meu novo iPhone 5 recebe uma mensagem. Era a minha prima Diana em Maputo que estava a enviar-me, via a aplicação WhatsApp, fotografias tiradas no momento aos meus primos e tios. Enquanto respondia e trocava mensagens com ela, o meu telefone começa a tocar. Não era uma chamada normal, era uma videocall via Facetime. A minha mãe, que vive na cidade da Maia, estava a ligar-me. Atendi, falei um pouco com ela e enquanto lhe dizia que estava à conversa no chat com a sobrinha em Maputo, lembrei-me: “Mãe, vou tirar um screenshot ao ecrã do meu iPhone e enviar-lhes uma foto da nossa conversa!”. Assim o fiz. Na foto fica registado o momento da minha mãe a enviar-me um beijo e eu a rir-me. Desligo a chamada e é essa a fotografia que envio via WhatsApp. Pouco depois recebo novamente mais fotos de Moçambique. Era a familia toda junta a enviar-nos fotos com beijos de volta.
A noite ainda estava no inicio

Porque este era o primeiro dia do festival Vodafone Mexefest 2012 e um dia especial para uma outra aplicação, esta feita pela Bliss Applications: a app Vodafone Mexefest, para as plataformas iOS e Android.
Uma app que usei para comprar o meu bilhete (digital) e entrar no festival. Uma app onde durante a noite pude acompanhar a minha agenda, cartaz, bandas a actuar no momento e lotações das salas. Onde pude partilhar fotos, comentários e moods com a comunidade Vodafone MexeFest, bem como  partilhar também a minha localização com os meus amigos do Facebook.
Nesta noite usei ainda o Facebook para ver os comentários das partilhas que coloquei via a app Vodafone Mexefest e o Instagram para tirar e ver algumas fotografias do evento.
Uma das novidades do dia passou ainda pela Voxer, uma app que conheci e fiz o download durante essa tarde de 7 Dezembro – a Voxer é um walkie-talkie evoluido para troca de mensagens, fotos e áudio. A parte divertida e inovadora da app está mesmo no áudio - Foi o divertimento da noite, com troca de mensagens de voz entre a equipa Bliss presente no local e amigos.
Isto é mobile, isto é o presente. Agora imaginem o futuro!

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A FRAGILIDADE DA INFORMAÇÃO NO UNIVERSO DIGITAL




José Afonso Furtado, o ex-director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste de Gulbenkian, instituição onde integra o Conselho Consultivo do Programa “Leitura Digital”, tem publicado ao longo dos anos várias obras sobre o futuro do livro.
Em Uma Cultura da Informação para o Universo Digital, que acaba de ser publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, reflecte sobre o problema da iliteracia e a chamada “fractura digital”, provocada pelas dificuldades de alguns na interacção com as novas tecnologias. Para o especialista, “são desafios que exigem de cada um de nós, das diversas instâncias sociais e dos poderes públicos uma nova abordagem ética, uma ética da informação”. Nesta mudança de paradigma, em que há uma avalancha de produção de informação, considera que as bibliotecas, mais do que nunca, são necessárias.
De uma entrevista ao Público, transcrevemos alguns excertos sobre alguns temas pertinentes.

ÉTICA DA INFORMAÇÃO
A ética da informação é exactamente tudo o que temos estado a falar. No livro, aplico à infosfera as preocupações que é comum ter-se com a biosfera. Só que a informação não é considerada um objecto tão grave e tão frágil como é o Amazonas ou o aquecimento global. Mas é a mesma coisa, porque a dificuldade vai ser escolher o que se guarda e o que se deita fora, o que deve ficar conservado e como. Há a preocupação de não perder informação ao mudar de suportes e, sobretudo, de saber como é que vamos encontrar o que queremos e como é que o vamos obter. Por exemplo, se os livros das bibliotecas estiverem no Google (que não era para fazer negócio, mas agora já há a Google Books), a certa altura quem controla isso tudo é o Google e, se as bibliotecas tiverem tendência para acabar, as pessoas vão pagar tudo aquilo que normalmente não pagam. Descansa-vos que a informação nos livros esteja na posse da Google? Os Estados estão a ter uma atitude perigosíssima, que é dizer que as bibliotecas são cada vez menos necessárias e acabar com elas.

NECESSIDADE DAS BIBLIOTECAS

São mais necessárias. São a única maneira de ter um ambiente informacional onde se podem fazer pesquisas controladas.

COMPUTADOR MAGALHÃES NAS ESCOLAS

Foi de propósito. Quando comecei a escrever o livro era uma questão demasiado política. E depois, não há o menor feedback de qual foi o resultado. A maneira mais fácil de resolver este problema [da tecnologia nas escolas] é não o pensar. É arranjar alguma firma que quer dizer “nós temos computadores nas salas de aula”. Depois ainda ganham os intermediários que é suposto darem assistência a esses computadores. Os professores ficam a olhar para aquilo, porque a maior parte deles não tem sequer uma cultura de computadores. E os miúdos ficam todos contentes, porque, provavelmente, lhes puseram nas mãos uma coisa que lhes vai permitir mandar mensagens e jogar jogos.

TEORIA DOS NATIVOS DIGITAIS
 ... a teoria dos nativos digitais é uma verdadeira treta. E é muito boa para as empresas tecnológicas. Não sou um ludita. Mas as pessoas atingiram um delírio tal com as novas tecnologias, que perderam a distância crítica. O Estado deve saber que sistema educativo é que quer. Eu não tenho dúvidas de que tem de integrar as tecnologias da informação. Agora tenho dúvidas sobre a maneira como estão a ser integradas.
Por isso, é que se fala em literacia da informação. É preciso saber como é que funcionam as máquinas com que estamos a trabalhar. Hoje até se defende que faz parte da educação mínima das pessoas saberem o mínimo de código [informático]. Se mudamos de paradigma e o ensino fica no paradigma anterior, há algo que não está a funcionar. Acho que estamos a ir pela solução mais simples, em vez de se pensar nas coisas antes. Uma biblioteca ou uma escola, antes de se porem a comprar tablets, ou leitores de livros electrónicos, ou o que seja, têm de pensar para que é que os querem lá.


segunda-feira, 26 de novembro de 2012

PRATTS' eLIBRARY


As bibliotecas não se tornam obsoletas...Evoluem tecnologicamente!!

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

REDE DE BIBLIOTECAS ESCOLAR PUBLICA UM REFERENCIAL DE APRENDIZAGENS

Este documento visa proporcionar aos professores bibliotecários e professores um conjunto de documentos que visam o desenvolvimento das competências de literacia dos alunos nos dpmínios de leitura, dos média, da informação e do uso das tecnologias. Pode ser acedido aqui

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

CICLO DE WORKSHOPS GRATUITOS NO ISEP




Instituto Superior de Engenharia do Porto convida profissionais das áreas de ensino e formação a participarem no ciclo de workshops em Tecnologias e Informática Aplicadas à Educação. A decorrer entre novembro e dezembro, estas cinco oficinas apresentam mais-valias nas tecnologias de informação e comunicação para o ensino e formação.
As workshops são gratuitas, carecem de inscrição e decorrerão aos sábados, entre as as 9:30-13:00.

WORKSHOPS
Jogos digitais para apoio ao ensino | 17 novembro de 2012
Integração de dispositivos móveis nas práticas educacionais | 24 novembro 
Tratamento de imagem digital | 1 de dezembro de 2012
Moodle – plataforma de suporte ao ensino | 8 de dezembro de 2012
EduGraal - broadcast da aula em tempo real | 15 de dezembro de 2012


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

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