“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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quinta-feira, 16 de maio de 2013

30 SUPER CARREIRAS PARA BIBLIOTECÁRIOS/ESPECIALISTAS DA INFORMAÇÃO



Sabemos que a existência das bibliotecas tem vindo a ser alvo de 'ataques' que resultam numa diminuição drástica de recursos financeiros e humanos. Por outro lado, é verdade que o seu papel tem vindo a mudar e de forma radical. Perante este cenário, algumas dificuldades de saídas profissionais podem surgir. Assim, aqui se deixam 30 alternativas de funções profissionais para os especialistas da informação e biblioteconomia,de acordo a LibraryScienceList.com   :

1. Library Services Consultant 
2. Library Manager 
3. Web Archivist 
4. Integrated Library System Administrator 
5. Metadata Analyst 
6. Data Administrator 
7. Business Researcher 
8. School Librarian 
9. Librarian of Special Collections 
10.Technology Coordinator 
11. Manager of Information Services 
12. Document Control Specialist 
13. Archival Consultant 
14. Web Services Librarian 
15. Metadata Librarian 
16. Archives Technician 
17. Digital Librarian 
18. Library Technician 
19. Law Librarian 
20. Director Of Content Acquisition 
21. Researcher 
22. Research Librarian 
23. Chief Information Officer 
24. Data Officer 
25. Medical Librarian 
26. Clinical Informatics Librarian 
27. Pages 
28. Library Director 
29. Library Administrator 
30. Knowledge Specialist 

Para informação detalhada destas funções ler aqui

segunda-feira, 13 de maio de 2013

segunda-feira, 11 de março de 2013

CM DE LISBOA LANÇA E-BOOK GRATUITO SOBRE O AMBIENTE


Este livro, de distribuição gratuita, é um indutor pedagógico de cariz ambiental, tendo como quadro de referência o contexto urbano, as temáticas ambientais, energéticas e os valores de uma cidadania activa… Pretende incentivar os mais jovens, a descobrir Lisboa, a conhecer a sua biodiversidade, a desenvolver o interesse pela participação na vida colectiva, elementos indissociáveis de uma educação para a sustentabilidade.A versão digital do livro será publicada em Apple ibooks Store, em compatibilidade para plataformas Android e PC, e estará disponível para descarregar da internet a partir dos sites da Câmara Municipal de Lisboa e da Lisboa E-Nova.
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domingo, 20 de janeiro de 2013

UNIVERSIDADE DE DRUXEL EMPRESTA NOTEBOOKS


Macbooks agora integram o "acervo" da biblioteca da Universidade de Druxel, nos Estados Unidos. Os estudantes podem, desde quarta-feira, alugar os laptops da Apple para estudar.
O empréstimo do notebook é gratuito e dura no máximo cinco horas - depois disso, há multa de US$ 5. A ideia de fornecer os computadores aos alunos é que eles não precisem carregar seus equipamentos pessoais para o campus e de volta para casa, evitando excesso de peso e risco de assalto quanto já é tarde da noite.
A máquina automática de locação, com doze notebooks de 15 polegadas, funciona 24 horas por dia e dispensa a presença de funcionários. Basta passar o cartão de identificação da universidade e fazer uso dos laptops. A bateria é recarregada enquanto o Macbook está esperando na máquina, e o sistema também apaga todos os dados do HD neste momento.
"Essa é uma grande oportunidade de atender a necessidades específicas dos estudantes com a partir de tecnologia de ponta. Esperamos que a iniciativa resulte em melhor experiência acadêmica para os estudantes de Drexel", afirmou em nota a pró-reitora de Bibliotecas da universidade, Danuta Nitecki.
Segundo o comunicado da universidade, após um período de testes será analisado o uso da máquina de empréstimo de Macbooks. Dependendo dos dados, podem ser instalados maios quiosques na Druxel, o que inclui máquinas de locação de iPads.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

UTILIZADORES MAIS VELHOS LEEM TANTO EM TABLETS COMO OS JOVENS



Os jovens já maioritariamente abandonaram o consumo de notícias em papel, mas consultam notícias em dispositivos móveis “num grau similar ao dos utilizadores mais velhos”, conclui um estudo levado a cabo nos EUA pelo Projecto para a Excelência no Jornalismo e pelo The Economist Group (que edita a publicação homónima).
Os dados indicam que 33% dos utilizadores de tablets entre os 18 e os 29 anos consultam notícias neste tipo de aparelho, um valor que sobe para os 38% na faixa entre os 30 e os 49 e que é ainda mais alto – 42% – entre os utilizadores entre os 50 e os 64 anos.
Entre os utilizadores com mais de 64 anos, a percentagem dos que lêem notícias nos seus tablets cai para 32%, quase o mesmo do grupo etário mais jovem.
Já no caso dos utilizadores de smartphones – e num fenómeno que pode ser explicado, em parte, pela dificuldade dos mais velhos em ler nos ecrãs pequenos – há um decréscimo da consulta de notícias nos patamares etários mais elevados.
Entre os 19 e os 29 anos, 37% consultam notícias em smartphones. Este valor é de 40% nos utilizadores entre os 30 e os 49 anos e de 31% entre os 50 e os 64 anos. Desce para os 25% no caso dos que têm 65 ou mais.
O facto de os utilizadores de dispositivos móveis nas várias faixas etárias recorrerem de forma semelhante a estes aparelhos para ler notícias poderá ter “implicações significativas” para os media, apontam os responsáveis do estudo.
O estudo também inquiriu se o uso de tablets era uma substituição de notícias consumidas noutras plataformas ou se era uma prática cumulativa. “Mais uma vez”, lê-se no relatório, “poder-se-ia esperar que as gerações mais novas, cujos hábitos noticiosos ainda se estão a desenvolver, estivessem a acumular mais consumo de notícias do que as gerações mais velhas”. Porém, “o contrário é verdade”, o que significa que os jovens estão a usar os dispositivos móveis em alternativa a outras plataformas.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A FRAGILIDADE DA INFORMAÇÃO NO UNIVERSO DIGITAL




José Afonso Furtado, o ex-director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste de Gulbenkian, instituição onde integra o Conselho Consultivo do Programa “Leitura Digital”, tem publicado ao longo dos anos várias obras sobre o futuro do livro.
Em Uma Cultura da Informação para o Universo Digital, que acaba de ser publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, reflecte sobre o problema da iliteracia e a chamada “fractura digital”, provocada pelas dificuldades de alguns na interacção com as novas tecnologias. Para o especialista, “são desafios que exigem de cada um de nós, das diversas instâncias sociais e dos poderes públicos uma nova abordagem ética, uma ética da informação”. Nesta mudança de paradigma, em que há uma avalancha de produção de informação, considera que as bibliotecas, mais do que nunca, são necessárias.
De uma entrevista ao Público, transcrevemos alguns excertos sobre alguns temas pertinentes.

ÉTICA DA INFORMAÇÃO
A ética da informação é exactamente tudo o que temos estado a falar. No livro, aplico à infosfera as preocupações que é comum ter-se com a biosfera. Só que a informação não é considerada um objecto tão grave e tão frágil como é o Amazonas ou o aquecimento global. Mas é a mesma coisa, porque a dificuldade vai ser escolher o que se guarda e o que se deita fora, o que deve ficar conservado e como. Há a preocupação de não perder informação ao mudar de suportes e, sobretudo, de saber como é que vamos encontrar o que queremos e como é que o vamos obter. Por exemplo, se os livros das bibliotecas estiverem no Google (que não era para fazer negócio, mas agora já há a Google Books), a certa altura quem controla isso tudo é o Google e, se as bibliotecas tiverem tendência para acabar, as pessoas vão pagar tudo aquilo que normalmente não pagam. Descansa-vos que a informação nos livros esteja na posse da Google? Os Estados estão a ter uma atitude perigosíssima, que é dizer que as bibliotecas são cada vez menos necessárias e acabar com elas.

NECESSIDADE DAS BIBLIOTECAS

São mais necessárias. São a única maneira de ter um ambiente informacional onde se podem fazer pesquisas controladas.

COMPUTADOR MAGALHÃES NAS ESCOLAS

Foi de propósito. Quando comecei a escrever o livro era uma questão demasiado política. E depois, não há o menor feedback de qual foi o resultado. A maneira mais fácil de resolver este problema [da tecnologia nas escolas] é não o pensar. É arranjar alguma firma que quer dizer “nós temos computadores nas salas de aula”. Depois ainda ganham os intermediários que é suposto darem assistência a esses computadores. Os professores ficam a olhar para aquilo, porque a maior parte deles não tem sequer uma cultura de computadores. E os miúdos ficam todos contentes, porque, provavelmente, lhes puseram nas mãos uma coisa que lhes vai permitir mandar mensagens e jogar jogos.

TEORIA DOS NATIVOS DIGITAIS
 ... a teoria dos nativos digitais é uma verdadeira treta. E é muito boa para as empresas tecnológicas. Não sou um ludita. Mas as pessoas atingiram um delírio tal com as novas tecnologias, que perderam a distância crítica. O Estado deve saber que sistema educativo é que quer. Eu não tenho dúvidas de que tem de integrar as tecnologias da informação. Agora tenho dúvidas sobre a maneira como estão a ser integradas.
Por isso, é que se fala em literacia da informação. É preciso saber como é que funcionam as máquinas com que estamos a trabalhar. Hoje até se defende que faz parte da educação mínima das pessoas saberem o mínimo de código [informático]. Se mudamos de paradigma e o ensino fica no paradigma anterior, há algo que não está a funcionar. Acho que estamos a ir pela solução mais simples, em vez de se pensar nas coisas antes. Uma biblioteca ou uma escola, antes de se porem a comprar tablets, ou leitores de livros electrónicos, ou o que seja, têm de pensar para que é que os querem lá.


COMO A INTERNET NOS TEM MUDADO (2)



A geração que cresceu entre o mundo analógico e o digital está entre essas duas formas de pensar e agir, mas quem é “nativo digital” está já imerso nessa realidade multitasking [de tarefas múltiplas] e distractiva que descreve. Isto não é mais uma mudança do que propriamente uma perda na forma como essa geração pensa?

Não estou convencido de que exista essa separação clara e definida entre uma geração e outra, a dos “nativos digitais” e a dos “imigrantes digitais”. A tecnologia é usada por mais velhos e mais novos e os efeitos tendem a ser os mesmos para a maioria. A diferença é que quanto mais cedo se está imerso na tecnologia – e é verdade que a tecnologia está a ser usada por pessoas cada vez mais novas –, maiores serão os efeitos na forma como aprendem a pensar. Uma das coisas que se sabem é que as grandes mudanças no nosso cérebro acontecem quando somos novos. Portanto, se as crianças estão imersas numa tecnologia que encoraja o multitasking e o pensamento distractivo, vão adaptar-se a isso e infelizmente não vão ter a oportunidade ou o incentivo para desenvolver modos de pensar mais contemplativos e reflexivos. Há o mito de que os “nativos digitais” não sofrem os efeitos das novas tecnologias, porque se adaptam desde cedo. Acontece que isso é completamente errado, são bastante influenciados pelos aspectos positivos e negativos da tecnologia, porque ela marca a forma como pensam desde o princípio.

Como é que imagina as principais mudanças na forma de pensar desta geração daqui a dez anos?

As conexões do nosso cérebro formam-se durante esse período em que lançamos as fundações do nosso modo de raciocinar que perdura o resto das nossas vidas. Se a maior parte da nossa experiência se centra em olhar para um ecrã, em particular um ecrã de computador, que encoraja mudanças rápidas na nossa atenção, omultitasking e a atenção repartida, então esse passa o ser o modo como optimizamos o nosso cérebro para agir – treinamo-nos a nós próprios para pensar dessa forma. Por outro lado, se não dermos oportunidade para desenvolver outros modos de pensar mais atentos que requerem concentração – o tipo de pensamento que é encorajado, por exemplo, por um livro impresso, porque não há mais nada além das páginas –, isso vai influenciar a forma como pensamos e mais especificamente a estrutura do nosso cérebro. Essencialmente, estamos a fazer uma escolha ao disponibilizar a tecnologia para crianças cada vez mais novas, estamos a fazer com que elas pensem de uma forma que diria superficial, dando informação a toda a hora, dividindo a sua atenção. Não penso que isto seja a primeira vez que isto acontece com a tecnologia, mas a sociedade devia fazer julgamentos sobre a forma como usamos as nossas mentes baseados no que a tecnologia tem de bom e de mau.
[via Público]

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

COMO A INTERNET NOS TEM MUDADO...



Nicholas Carr, finalista do Pulitzer, tem sido um crítico dos efeitos da Internet no nosso cérebro. Diz que a velocidade e bombardeamento de informação constante está a fazer-nos perder a capacidade de concentração e a tornar-nos menos reflexivos.
O livro de Nicholas Carr The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains, foi finalista dos prémios Pulitzer de não-ficção. Como o título indica, centra-se no impacto da Internet no nosso cérebro e nos efeitos perversos do seu lado distractivo, errático e rápido.

O que é que o surpreendeu mais no avanço da Internet desde que a começou a usar?
O mais surpreendente foi a transformação de um meio de informação para um meio de mensagens – particularmente nos últimos anos, as pessoas tendem a usar a tecnologia para trocar mensagens pessoais, mais do que para procurar informação.
Desde o princípio que o email foi uma parte importante da Internet, mas aweb era mais usada para a visita a páginas, para encontrar informação e explorar assuntos. À medida que usamos mais as redes sociais, a Internet torna-se mais num meio para enviar e receber mensagens. Não esperava que o uso da tecnologia mudasse tão drasticamente.

E como é que esse aumento na troca de mensagens afecta a forma como interagimos e pensamos?
A forma como a Internet se desenvolveu tornou-a mais distractiva, exigindo às pessoas que retenham constantemente pequenas partes de informação e que monitorizem pequenas correntes de informação. Uma das grandes mudanças nos últimos anos, com o advento de novas redes como o Facebook e o Twitter, e isso combinado com o aparecimento dos smartphones e dos pequenos computadores, é que a forma como a Internet funciona mudou. Portanto, passámos do modelo de ir a uma página web ver o que tinha para oferecer para o modelo de informação que está a correr constantemente e que aparece de vários sítios: do sms, do email, das actualizações do Facebook e dos tweets. Isso encorajou as pessoas a aceitar interrupções constantes, a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Perdemos a capacidade de afastar as distracções e de sermos pensadores atentos, de nos concentrarmos no nosso raciocínio, ou seja, a forma como a tecnologia evoluiu nos últimos anos tornou-se mais distractiva; encoraja uma forma de pensar que é a de passar os olhos pela informação e desencoraja um pensamento mais atento.
[via Público]


segunda-feira, 19 de novembro de 2012

A NOSSA HISTÓRIA EM 2 MINUTOS


Vídeo realizado por um estudante americano, de 19 anos, para uma disciplina do curso superior de cinema. Como ele próprio explica, não detém os direitos de autor  e espera não ser processado por ter usado imagens retiradas da web e utilizado uma música dos Inception... Veremos o que acontece...

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

LÊ-SE CADA VEZ MAIS NOS TRANSPORTES PÚBLICOS


(José Fernandes)
Numa sociedade cada vez mais apressada, a leitura nos transportes públicos é uma forma de se aproveitar o tempo gasto nas deslocações entre casa e o trabalho. E, pela comodidade, o comboio é onde mais se lê.
[…]
Em 2009, o barómetro da opinião pública do Plano Nacional de Leitura realizou um inquérito a 1045 pessoas e encontrou 96% como Palmira de Almeida, que considera a leitura muito importante. Para os inquiridos, a leitura é especialmente importante no ensino e a formação (97%), na utilidade para a profissão (94%) e no exercício da cidadania (93%).
[…]
Para o comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto do Amaral, o comboio — pela sua estabilidade — é um dos melhores meios de transportes a utilizar numa altura em que a leitura é cada vez mais fragmentária. “Actualmente, andamos sempre a saltitar de texto para texto. Mas [este tipo de leitura] não substitui uma leitura extensiva em que conseguimos mergulhar numa história”, refere Pinto do Amaral. “E isto pode ser feito nos transportes, sobretudo nos comboios, em que as viagens são mais estáveis”, defende.
[…]
Segundo Teresa Sampaio, coordenadora do programa Ler +, Ler Melhor, da RTP Informação, muitos adeptos da leitura nos transportes fazem-no por uma questão de comodidade. “Em tempo de crise, com o preço da gasolina a aumentar, também é uma opção procurada, sobretudo em viagens de longo curso”, afirma.
[…]
De acordo com o barómetro de opinião pública do Plano Nacional de Leitura de 2009, a leitura associada às novas tecnologias está a tornar-se uma tendência. Cerca de 93% dos 1045 inquiridos consideram que a leitura aumentou principalmente com recurso a mensagens de telemóvel, computadores e Internet; 40% pensam que nos últimos dez anos a leitura, em geral, se manteve; e 39% consideram que se registou um aumento, embora nos meios tradicionais — livros, jornais, revistas — este não seja tão acentuado. 
[...]
Fernando Pinto do Amaral diz que a leitura associada às novas tecnologias será uma tendência natural. “Para interpretarmos o mundo, temos sempre de ler”, afirma Pinto do Amaral. “Os suportes é que estão a mudar, sobretudo junto das gerações mais jovens, mas a leitura deve ser sempre valorizada”, acrescenta. 
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terça-feira, 10 de julho de 2012

OS PRIMEIROS JOGOS OLÍMPICOS COM APPS


Nos Jogos Olímpicos de 2008, em Pequim, ainda não havia o iPad e iPhone e por isso, os Jogos Olímpicos de Londres vão ser os primeiros da era das apps! Se está a planear ir a Londres interessam-lhe estas 2 apps

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ESTUDO REVELA USO CRESCENTE DE TABLETS PARA LEITURA


A Gartner pediu a um grupo de 510 pessoas, que possuíam tablets, para fazerem um registo diário, num período de uma semana, do uso que faziam de três dos seus equipamentos mais usados. Resultados:
- em 1º lugar, vem o email (4 a 5 verificações por dia);
- logo a seguir vem a leitura de notícias (69%);
- consulta do tempo atmosférico vem em 3º lugar (63%);
- em 4º lugar, situa-se a interação nas redes sociais (62%);
- finalmente, em 5º lugar, vinham os jogos (60%).

O grupo também foi inquirido sobre as suas preferências entre a leitura em suporte papel e a digital e mais de 50% referiu que prefere ler em ecrã. A leitura de e-books vem no fim das atividades de leitura mas, ainda assim, leem mais que os que não possuem tablets, smartphones e outros dispositivos móveis.
Este estudo demonstra, claramente, que os tablets estão a tornar-se, sem sombra de dúvida, os preferidos dos consumidores com 45% a afirmarem que não os partilham com ninguém, tornando-os, assim, comparáveis aos celulares que ninguém empresta!...




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