“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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domingo, 7 de julho de 2013

DIÁLOGO ENTRE UMA BIBLIOTECÁRIA E UMA COBRA


QUAL O SEU TIPO DE BIBLIOTECÁRIA(O)?

o desesperado
a 'book lover'

a mal-encarada
         
          a desconfiada

a topa-tudo           


a múmia

o policial

o esforçado

o eficiente

a policial

o enérgico


a eficiente

segunda-feira, 17 de junho de 2013

"LIBRARIES CHANGE LIVES" - CONFERÊNCIA ANUAL DA ALA EM JULHO


BIBLIOTECAS MUDAM VIDAS
Declaração para o Direito das Bibliotecas (uma iniciativa da Presidente Barbara Stripling)
Conferência Anual da ALA, Chicago, dois de Julho de 2013.
No espírito da Declaração de Independência dos Estados Unidos e da Declaração Universal dos Direitos Humanos, acreditamos que as bibliotecas são essenciais para uma sociedade democrática. Todos os dias, em inúmeras comunidades em todo o nosso país e do mundo, milhões de crianças, estudantes e adultos utilizam as bibliotecas para aprender, crescer e alcançar os seus sonhos. Além de uma vasta gama de livros, computadores e outros recursos, os usuários da biblioteca beneficiam do ensino especializado e orientação provida por bibliotecários e funcionários da biblioteca para ajudar a expandir as suas mentes e abrir novos mundos.
Nós declaramos e afirmamos o nosso direito à qualidade nas bibliotecas públicas, escolares, universitárias e em especial, exortá-lo para mostrar com urgência o seu apoio ao assinar seu nome nesta Declaração pelo Direito das Bibliotecas.

1) Bibliotecas capacitam o individuo
Se o desenvolvimento de habilidades para ter sucesso na escola, na procura de emprego, explorando possíveis carreiras, ter um bebê, ou planear a aposentação, as pessoas de todas as idades se voltam para as bibliotecas para obter instrução, apoio e acesso a computadores e outros recursos para ajudá-los a levar uma vida melhor.

2) Bibliotecas apoiam a alfabetização e aprendizagem ao longo da vida.
Muitas crianças e adultos aprendem a ler na escola e nas bibliotecas públicas por meio da hora do conto, projetos de pesquisa, leitura de verão, aulas e outras oportunidades. Outras pessoas vão à biblioteca para aprender as habilidades da tecnologia e das informações que poderão ajudá-los a responderem às suas dúvidas, descobrirem novos interesses, e compartilharem as suas ideias com outros indivíduos.

3) Bibliotecas fortalecem as famílias
As famílias encontram um ambiente confortável, espaço acolhedor e uma riqueza derecursos para ajudá-las a aprender, crescer e brincar juntas.

4) Bibliotecas é o grande equalizador
As bibliotecas servem pessoas de qualquer idade, nível de escolaridade, nível de renda, etnia e capacidade física. Para muitas pessoas, as bibliotecas oferecem recursos que de outra forma, não poderiam ter condições de obtê-los – recursosque eles precisam para viver, aprender, trabalhar e governar.

5) Bibliotecas constroem comunidades
As bibliotecas unem as pessoas, tanto pessoalmente comoonline, para conversas e para aprender e ajudar uns aos outros. As bibliotecas fornecem apoio para idosos, imigrantes e outras pessoas com necessidades especiais.

6) Bibliotecas protegem nosso direito de conhecer
O nosso direito de ler,buscar informações, e falar livremente não deve ser tomado como garantido. As bibliotecas e os bibliotecários defendem ativamente esta liberdade mais básica garantida pela Primeira Emenda.

7) Bibliotecas fortalecem nossa nação
O bem estar económico e a boa administração da nossa nação dependem de pessoas que são alfabetizadas e bem informadas.As bibliotecas escolares, públicas, universitárias e especializadas apoiam esse direito básico.

8) Bibliotecas promovem o avanço da pesquisa e da erudição
O conhecimento cresce do conhecimento. Seja para fazer um trabalho escolar, buscando uma cura para o cancro, buscando um grau académico, ou o desenvolvimento de um motor com combustível mais eficiente,os académicos e pesquisadores de todas as idades dependem do conhecimento e da experiência que as bibliotecas e os bibliotecários oferecem.

9) Bibliotecas nos ajudam a entender os outros
As pessoas de todas as esferas da vida se reúnem em bibliotecas para discutir questões de interesse comum. As bibliotecas oferecem programas, acervos e espaços de reunião para nos ajudar a compartilhar eaprender com as nossas diferenças.

10) Bibliotecas preservam a herança cultural da nação
O passado é a chave para o nosso futuro. As bibliotecas coletam, digitalizam e preservam documentos históricos originais e únicos que nos ajudam a entender melhor o nosso passado, presente e futuro.
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Nota: documento a ser divulgado pela American Library Association (ALA), em 2 de julho de 2013, por ocasião da sua Conferência Anual a ser realizada em Chicago (Illinois, US).
Murilo Cunha

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

"O PAPEL DO BIBLIOTECÁRIO VEM GANHANDO IMPORTÂNCIA E AMPLITUDE"



"Diferente do que se imaginava, o papel do bibliotecário vem ganhando importância e amplitude diante da revolução que o livro está passando. Ele assume hoje o papel de agente decisor na seleção e indicação de conteúdos e formas de acesso. Como se localizar num mar de informação disponibilizado em multiformatos e multiplataformas? Como transformar a informação acessível e palatável aos usuários? Como manter seu acervo atualizado e competitivo diante da concorrência de audiência de seus usuários? Como medir com precisão o uso que seus usuários estão efetivamente fazendo de toda informação disponibilizada, para justificar novos ou manter investimentos? Estamos num tempo em que nunca se publicou tanto. O problema óbvio é que nunca se publicou tanto lixo. Se recordarmos, não mais que 20 anos, o empenho necessário para conceber um livro, falando apenas de sua dimensão gráfica. Indispensável tiragem mínima de 3.000 exemplares e investimento pesado na formação de um catálogo de uma Editora, para uma distribuição regional, no máximo nacional. Muito diferente da realidade atual, invadida com sistemas sofisticados de distribuição mundial, a um custo muito baixo e até gratuito. Ainda continua-se reconhecendo qualidade garantida por processos editoriais rígidos. A Minha Biblioteca é um exemplo ao manter um portfólio sólido de livros universitários, construído por selos tradicionais formados pelas Editoras Saraiva, Atlas, Grupo Gen e Grupo A, e disponibilizando este conteúdo em formatos digitais de alta tecnologia. A tecnologia é o meio. Não se pode perder o foco na qualidade e relevância da informação".
Richardt Rocha Feller [Diretor executivo da Minha Biblioteca (plataforma brasileira de livros digitais formada por um consórcio de editoras), jornalista, relações públicas e especialista em Dinâmica da Informação]

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

SER BIBLIOTECÁRIO(A) 'SOLISTA'




Um artigo de opinião de Lindsay Harmon, bibliotecária na Academia Americana de Arte, que vale a pena ler para não nos sentirmos tão 'solistas' nas nossas funções:
"Los  bibliotecarios “solistas” como yo se pueden encontrar casi en todo tipo de bibliotecas, desde las escolares a las universitarias, desde las especializadas a las públicas (generalmente las sucursales o rurales). Una de las cosas que la mayoría de nosotros tenemos en común es que no era nuestra intención trabajar en una biblioteca con una sola persona y no nos prepararon para eso, ya que no se piensa en los bibliotecarios “solistas” al diseñar los itinerarios en las Escuelas de Biblioteconomía. Si pudiera haber cursado alguna asignatura así antes de empezar mi trabajo en solitario, estas son algunas cosas que habría sido útil saber:
Tu especialidad es todo. Tiene sentido, si eres el único en la biblioteca, te encargas de todo lo que hay que hacer. Pero es difícil entender plenamente qué es “todo” hasta que te toca hacerlo. Desarrollo de la colección, catalogación, circulación, tecnología, referencia, atención al usuario, reparar la fotocopiadora… las tareas varían dependiendo del tipo de biblioteca, pero ten por seguro que si hay algo que hacer es probable que te hagas tú responsable. Incluso si estás pensando en especializarte, vale la pena elegir clases variadas en la Universidad y hacerlo en serio. Nunca se sabe dónde puedes terminar. Si hubiera sabido que iba a acabar catalogando, probablemente habría prestado más atención en esa asignatura.
Aprende todo lo que puedas, como puedas. El desarrollo profesional es al menos tan importante para un “solista” como para un bibliotecario de una gran institución, aunque no es tan fácil de conseguir. No hay programas pensados para bibliotecarios “solistas”. A cambio, busca talleres, seminarios y clases que puedan ayudarte a desarrollar las habilidades que necesitas. Si no dispones de presupuesto para ello, localiza obras didácticas (yo he comprobado que los manuales Cómo-Hacer de Neal-Schuman pueden ser un salvavidas en más de una ocasión) y, si es necesario, solicítalas a través de préstamo interbibliotecario.
Nadie sabe lo que haces. Si eres el único bibliotecario de tu institución, seguramente eres el único que sabe lo que significan términos como “desarrollo de la colección” y “tesauro”, por no hablar de por qué son importantes. Esto puede hacer que sea difícil presentar proyectos o gastos que serían normales en una biblioteca más grande. Tu mejor posibilidad es dejar de lado la jerga bibliotecaria y expresar tus ideas en términos que tus jefes entiendan así como estar preparado para mostrar cómo ese proyecto o compra beneficiará a la institución.
Por otro lado, nadie sabe hacer lo que tú haces. Si eres el único bibliotecario de la institución probablemente eres el único que tiene una buena comprensión de lo que hace un bibliotecario. Por eso, mientras cumples con tus responsabilidades laborales básicas, la biblioteca puede ser lo que tú hagas de ella. Debido a que estoy más interesado en la enseñanza y la tecnología que mi predecesor, el interés de mi biblioteca se ha desplazado hacia esos temas desde que empecé aquí.
“Solista” no tiene por qué significar solo si te relacionas. Uno de los inconvenientes de una biblioteca con una sola persona es que no hay nadie en la mesa de al lado para hablar de temas bibliotecarios así que tienes que salir de tu institución para encontrar colegas. Además de ser fuente de oportunidades de educación continua, las organizaciones profesionales son una estupenda forma de conocer a otros bibliotecarios y establecer relaciones que te ayudarán a desarrollar tu carrera. Por ejemplo, muchas organizaciones tienen programas formativos en los que contarás con un mentor. Si tus metas profesionales incluyen publicar en revistas científicas o realizar presentaciones en conferencias, interrelacionarse también puede ayudarte a encontrar futuros co-autores o presentadores.
Te sorprenderá lo que una sola persona puede lograr. Voy a cumplir 5 años como bibliotecaria académica “solista”. Todavía deseo cada día tener un clon o, por lo menos, un asistente a tiempo completo, pero cuando miro hacia atrás en los últimos años también me sorprende gratamente el número de proyectos que he podido realizar por mí misma, desde el desarrollo de un programa de formación de usuarios a la puesta en marcha de un nuevo sitio web. Trabajar en solitario puede ser aterrador, especialmente para un bibliotecario novato, pero también puede ser una experiencia muy gratificante."


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

SCHOOL LIBRARIES: READING AND LITERACIES NO AUDITÓRIO DA BM JOSÉ RÉGIO



SCHOOL LIBRARIES: READING & LITERACIES
AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA MUNICIPAL JOSÉ RÉGIO
VILA DO CONDE

10 de Outubro 2011
PROGRAMA
Língua Oficial de trabalho: Inglês
9.30h – Sessão de Abertura
TERESA CALÇADA, Coordenadora Nacional da Rede de Bibliotecas Escolares
JOÃO GRANCHO, Diretor Regional da Educação do Norte
ELISA FERRAZ, Vereadora da Educação e Cultura, Câmara de Vila do Conde
DOMINGOS SANTOS, Diretor da Escola Básica D. Pedro IV
FERNANDO VENTURA, Diretor da Escola Básica Frei João

10.00h – Apresentações dos participantes

·       1 ª Mesa: Portugal, Espanha – ROSA GUEDES e DORES FERNANDES, professoras bibliotecárias; ALICIA REY, Formadora de Bibliotecários

Intervalo

·       2ª Mesa: Grécia e França – AIKATERIAN ARAMPAZI, Leitores do Ensino Especial; JOEL NAVARRO E ISABELLE BENOÎT-BERTAND, Professores Bibliotecários do Ensino Secundário

·       Debate

12.30h – Intervalo para almoço
14h – Continuação dos trabalhos

·       3ª Mesa: Como a RBE e o PNL perseguem objetivos comuns - ANA BELA MARTINS – RBE

·       4ª Mesa: Holanda, Turquia, Alemanha, Finlândia – SONJA SNIDGERS, Professora do Ensino Especial; DERYAN ARSLAN, vice-diretora do departamento de Ciências da Educação, Universidade de Mehmet Akif Ersoy e KAGAN HASAN, formador de professores, HORST WEISS vice – diretor do liceu Gertrud-von-le Fort; TIMO KEMPPINEN, director de Escola de 1º ciclo

Intervalo   

·       5ª Mesa: Irlanda do Norte, Itália, Suécia- RUTH HUTCHINSON, Direcão Regional da Irlanda do Norte, Gestora de Recursos pedagógicos, ANTÓNIA RIZZI, professora bibliotecária do ensino secundário, BRITT DAHLSTROM, professora bibliotecária do 1º ciclo e responsável pelo Centro de Bibliotecas Escolares de Ulricehams Commun
·       Debate

16h30- Apresentação das conclusões - ANGELINA PEREIRA - coordenadora interconcelhia da RBE)
17h Encerramento

NOTA: Ainda há vagas. 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

FORMAÇÃO RBE+INE


O Instituto Nacional de Estatística e a RBE acordaram num conjunto de sessões de formação para professores bibliotecários e outros professores interessados. Hoje, na eB23 de Gueifães (Maia), decorreu mais uma sessão que abrangeu 17 docentes. O formador, Ângelo Antunes, apresentou e explorou o 'site' do INE bem como do projeto ALEA, ambos utilíssimos como recursos para as disciplinas que necessitam recorrer a dados estatísticos atualizados e fiáveis. Esta formação vai ser agora replicada pelos professores bibliotecários junto dos professores das respetivas escolas.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

ECIS LIBRARIAN'S CONFERENCE

Aqui estarei, na próxima semana, com a uma apresentação: "School libraries: they are a-changing".
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