“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith
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quarta-feira, 26 de junho de 2013
18 IMPORTANTES DADOS ESTATÍSTICOS DE MARKETING NA INTERNET
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
O QUE A INTERNET FAZ AOS NOSSOS CÉREBROS...
Vale a pena ler o livro de Nicholas Carr Os Superficiais (Gradiva editora).
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domingo, 21 de abril de 2013
terça-feira, 12 de março de 2013
O ESTADO DA INTERNET
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
A DAY IN THE INTERNET
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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
4 E-BOOKS GRÁTIS SOBRE SEGURANÇA NA INTERNET
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DIA DA INTERNET SEGURA 2013 - PÕE À PROVA OS TEUS CONHECIMENTOS
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5 DE FEVEREIRO DIA DA INTERNET SEGURA 2013
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10ª EDIÇÃO DO DIA DA INTERNET SEGURA
O Dia Europeu da Internet Mais Segura 2013 celebra-se
a 5 de fevereiro, este ano com o tema "Direitos e deveres online: Liga-te,
mas com respeito" (Em inglês, Online Rights and
Responsabilities: Connect with respect), envolvendo mais de 100 países no mundo
inteiro.
Em Portugal terão lugar mais de 500 ações sobre
a utilização segura da Internet, a decorrer entre 4 e 16 de fevereiro em vários
pontos do país. Conduzidas pelo Centro Internet Segura, projeto
coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP, estas atividades
têm como propósito sensibilizar a população, em especial jovens e crianças,
sobre como beneficiar em segurança das grandes oportunidades oferecidas pela
Internet. As atividades preparadas pelo Centro Internet Segura estendem-se a
outros grupos da população, nomeadamente seniores, pessoas com necessidades
especiais, incluindo várias iniciativas explicitamente destinadas a pais e
educadores.
Na
semana de 4 a 8 de fevereiro, mais de 250 escolas e agrupamentos irão
participar em atividades com alunos e/ou encarregados de educação que
contribuam para a utilização crítica, consciente e segura da Internet,
organizadas pela equipa da Seguranet (componente do Centro Internet Segura a
funcionar para a comunidade escolar do ensino básico e secundário no Ministério
da Educação e Ciência.
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sábado, 2 de fevereiro de 2013
DIA DA INTERNET SEGURA - COMPORTAMENTOS ADEQUADOS
- Configurar adequadamente os seus perfis pessoais
- Manter as suas definições de privacidade
- Ligar-se a 'amigos" em segurança
- Pensar sobre o que publicam
- Publicar apropriadamente
- Detetar e saber lidar com comportamentos inadequados
- 'Desamigar' e bloquear certos utilizadores
- Denunciar o bullying"
- Set up their personal accounts properly
- Maintain their privacy settings
- Connect with “friends” safely
- Think about what they post
- Post appropriately
- Spot and deal with inappropriate behaviour
- “Unfriend” and Block certain users
- Report Bullying
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sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
DIA DA INTERNET SEGURA - DICAS DE SEGURANÇA
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
5 DE FEVEREIRO É DIA DA INTERNET SEGURA: "LIGA-TE MAS COM RESPEITINHO"
O Dia da Internet Segura (SID) é coordenado
pelo Centro Internet Segura e acontece em Fevereiro de cada ano para promover
uma utilização mais segura, inclusiva e mais responsável das tecnologias
on-line e telefones móveis, especialmente entre as crianças e jovens em todo o
mundo.
Este ano será na terça-feira, dia 5 de
Fevereiro de 2013, decorrendo actividades comemorativas ao longo de 2 semanas
(de 4-16 de Fevereiro) em todo o território nacional.
Este ano o tema é "Liga-te mas com
Respeitinho"
Convidamos todas as entidades, rede TIC e
Sociedade, grupos, associações, pais, professores e voluntários a ligarem-se a
esta iniciativa promovendo nos seus locais de residência ou trabalho
actividades sobre Segurança na Internet.
Para que todos possam participar e saber o que
está a acontecer em Portugal nestas 2 semanas é preciso que imprimam e
preencham um pequeno formulário e que
enviem para patricia.fialho@fct.pt
ver mais aqui
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
CONCURSO "7 DIAS, 7 DICAS SOBRE OS MEDIA"
Integrado na Operação 7 Dias com os
Media, projeto nacional destinado à sensibilização dos cidadãos para
o papel e lugar que os media tradicionais e de nova geração ocupam no seu
quotidiano, o Gabinete para os Meios de Comunicação
Social (GMCS) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), em
parceria com a Equipa de Recursos e Tecnologias
Educativas (ERTE) da Direção-Geral da Educação e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT),
lançam o concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media.
A iniciativa, dirigida alunos do ensino básico
e secundário, pretende fomentar o uso crítico e criativo dos media, uma
utilização mais segura da Internet e o respeito pelos direitos de autor.
A participação é feita através da produção de Dicas (alertas,
recomendações e conselhos) em formato áudio, vídeo, apresentação eletrónica ou
cartaz.
Os autores dos trabalhos vencedores de cada
categoria (alunos dos 1º e 2º ciclos do ensino básico; alunos do 3º ciclo do
ensino básico e secundário) serão distinguidos individualmente com um tablet.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
A FRAGILIDADE DA INFORMAÇÃO NO UNIVERSO DIGITAL
José Afonso Furtado, o ex-director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste de Gulbenkian, instituição onde integra o Conselho Consultivo do Programa “Leitura Digital”, tem publicado ao longo dos anos várias obras sobre o futuro do livro.
Em Uma Cultura da Informação para o Universo Digital, que acaba de ser publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, reflecte sobre o problema da iliteracia e a chamada “fractura digital”, provocada pelas dificuldades de alguns na interacção com as novas tecnologias. Para o especialista, “são desafios que exigem de cada um de nós, das diversas instâncias sociais e dos poderes públicos uma nova abordagem ética, uma ética da informação”. Nesta mudança de paradigma, em que há uma avalancha de produção de informação, considera que as bibliotecas, mais do que nunca, são necessárias.
De uma entrevista ao Público, transcrevemos alguns excertos sobre alguns temas pertinentes.
ÉTICA DA INFORMAÇÃO
A ética da informação é exactamente tudo o que temos estado a falar. No livro, aplico à infosfera as preocupações que é comum ter-se com a biosfera. Só que a informação não é considerada um objecto tão grave e tão frágil como é o Amazonas ou o aquecimento global. Mas é a mesma coisa, porque a dificuldade vai ser escolher o que se guarda e o que se deita fora, o que deve ficar conservado e como. Há a preocupação de não perder informação ao mudar de suportes e, sobretudo, de saber como é que vamos encontrar o que queremos e como é que o vamos obter. Por exemplo, se os livros das bibliotecas estiverem no Google (que não era para fazer negócio, mas agora já há a Google Books), a certa altura quem controla isso tudo é o Google e, se as bibliotecas tiverem tendência para acabar, as pessoas vão pagar tudo aquilo que normalmente não pagam. Descansa-vos que a informação nos livros esteja na posse da Google? Os Estados estão a ter uma atitude perigosíssima, que é dizer que as bibliotecas são cada vez menos necessárias e acabar com elas.
NECESSIDADE DAS BIBLIOTECAS
São mais necessárias. São a única maneira de ter um ambiente informacional onde se podem fazer pesquisas controladas.
COMPUTADOR MAGALHÃES NAS ESCOLAS
Foi de propósito. Quando comecei a escrever o livro era uma questão demasiado política. E depois, não há o menor feedback de qual foi o resultado. A maneira mais fácil de resolver este problema [da tecnologia nas escolas] é não o pensar. É arranjar alguma firma que quer dizer “nós temos computadores nas salas de aula”. Depois ainda ganham os intermediários que é suposto darem assistência a esses computadores. Os professores ficam a olhar para aquilo, porque a maior parte deles não tem sequer uma cultura de computadores. E os miúdos ficam todos contentes, porque, provavelmente, lhes puseram nas mãos uma coisa que lhes vai permitir mandar mensagens e jogar jogos.
TEORIA DOS NATIVOS DIGITAIS
... a teoria dos nativos digitais é uma verdadeira treta. E é muito boa para as empresas tecnológicas. Não sou um ludita. Mas as pessoas atingiram um delírio tal com as novas tecnologias, que perderam a distância crítica. O Estado deve saber que sistema educativo é que quer. Eu não tenho dúvidas de que tem de integrar as tecnologias da informação. Agora tenho dúvidas sobre a maneira como estão a ser integradas.
Por isso, é que se fala em literacia da informação. É preciso saber como é que funcionam as máquinas com que estamos a trabalhar. Hoje até se defende que faz parte da educação mínima das pessoas saberem o mínimo de código [informático]. Se mudamos de paradigma e o ensino fica no paradigma anterior, há algo que não está a funcionar. Acho que estamos a ir pela solução mais simples, em vez de se pensar nas coisas antes. Uma biblioteca ou uma escola, antes de se porem a comprar tablets, ou leitores de livros electrónicos, ou o que seja, têm de pensar para que é que os querem lá.
Por isso, é que se fala em literacia da informação. É preciso saber como é que funcionam as máquinas com que estamos a trabalhar. Hoje até se defende que faz parte da educação mínima das pessoas saberem o mínimo de código [informático]. Se mudamos de paradigma e o ensino fica no paradigma anterior, há algo que não está a funcionar. Acho que estamos a ir pela solução mais simples, em vez de se pensar nas coisas antes. Uma biblioteca ou uma escola, antes de se porem a comprar tablets, ou leitores de livros electrónicos, ou o que seja, têm de pensar para que é que os querem lá.
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COMO A INTERNET NOS TEM MUDADO (2)
Não estou convencido de que exista essa
separação clara e definida entre uma geração e outra, a dos “nativos digitais”
e a dos “imigrantes digitais”. A tecnologia é usada por mais velhos e mais
novos e os efeitos tendem a ser os mesmos para a maioria. A diferença é que
quanto mais cedo se está imerso na tecnologia – e é verdade que a tecnologia
está a ser usada por pessoas cada vez mais novas –, maiores serão os efeitos na
forma como aprendem a pensar. Uma das coisas que se sabem é que as grandes
mudanças no nosso cérebro acontecem quando somos novos. Portanto, se as
crianças estão imersas numa tecnologia que encoraja o multitasking e
o pensamento distractivo, vão adaptar-se a isso e infelizmente não vão ter a
oportunidade ou o incentivo para desenvolver modos de pensar mais
contemplativos e reflexivos. Há o mito de que os “nativos digitais” não sofrem
os efeitos das novas tecnologias, porque se adaptam desde cedo. Acontece que
isso é completamente errado, são bastante influenciados pelos aspectos
positivos e negativos da tecnologia, porque ela marca a forma como pensam desde
o princípio.
Como é que imagina as principais mudanças na
forma de pensar desta geração daqui a dez anos?
As conexões do nosso cérebro formam-se durante
esse período em que lançamos as fundações do nosso modo de raciocinar que
perdura o resto das nossas vidas. Se a maior parte da nossa experiência se
centra em olhar para um ecrã, em particular um ecrã de computador, que encoraja
mudanças rápidas na nossa atenção, omultitasking e a atenção repartida,
então esse passa o ser o modo como optimizamos o nosso cérebro para agir –
treinamo-nos a nós próprios para pensar dessa forma. Por outro lado, se não
dermos oportunidade para desenvolver outros modos de pensar mais atentos que
requerem concentração – o tipo de pensamento que é encorajado, por exemplo, por
um livro impresso, porque não há mais nada além das páginas –, isso vai
influenciar a forma como pensamos e mais especificamente a estrutura do nosso
cérebro. Essencialmente, estamos a fazer uma escolha ao disponibilizar a
tecnologia para crianças cada vez mais novas, estamos a fazer com que elas
pensem de uma forma que diria superficial, dando informação a toda a hora,
dividindo a sua atenção. Não penso que isto seja a primeira vez que isto
acontece com a tecnologia, mas a sociedade devia fazer julgamentos sobre a
forma como usamos as nossas mentes baseados no que a tecnologia tem de bom e de
mau.
[via Público]
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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
COMO A INTERNET NOS TEM MUDADO...
Nicholas Carr, finalista do Pulitzer, tem sido
um crítico dos efeitos da Internet no nosso cérebro. Diz que a velocidade e
bombardeamento de informação constante está a fazer-nos perder a capacidade de
concentração e a tornar-nos menos reflexivos.
O livro de Nicholas Carr The Shallows: What
the Internet Is Doing to Our Brains, foi finalista dos prémios Pulitzer de
não-ficção. Como o título indica, centra-se no impacto da Internet no nosso
cérebro e nos efeitos perversos do seu lado distractivo, errático e rápido.
O que é que o surpreendeu mais no avanço da
Internet desde que a começou a usar?
O mais surpreendente foi a transformação de um
meio de informação para um meio de mensagens – particularmente nos últimos
anos, as pessoas tendem a usar a tecnologia para trocar mensagens pessoais,
mais do que para procurar informação.
Desde o princípio que o email foi
uma parte importante da Internet, mas aweb era mais usada para a visita a
páginas, para encontrar informação e explorar assuntos. À medida que usamos
mais as redes sociais, a Internet torna-se mais num meio para enviar e receber
mensagens. Não esperava que o uso da tecnologia mudasse tão drasticamente.
E como é que esse aumento na troca de
mensagens afecta a forma como interagimos e pensamos?
A forma como a Internet se desenvolveu
tornou-a mais distractiva, exigindo às pessoas que retenham constantemente
pequenas partes de informação e que monitorizem pequenas correntes de
informação. Uma das grandes mudanças nos últimos anos, com o advento de novas
redes como o Facebook e o Twitter, e isso combinado com o aparecimento dos
smartphones e dos pequenos computadores, é que a forma como a Internet funciona
mudou. Portanto, passámos do modelo de ir a uma página web ver o que
tinha para oferecer para o modelo de informação que está a correr
constantemente e que aparece de vários sítios: do sms, do email, das
actualizações do Facebook e dos tweets. Isso encorajou as pessoas a
aceitar interrupções constantes, a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Perdemos
a capacidade de afastar as distracções e de sermos pensadores atentos, de nos
concentrarmos no nosso raciocínio, ou seja, a forma como a tecnologia evoluiu
nos últimos anos tornou-se mais distractiva; encoraja uma forma de pensar que é
a de passar os olhos pela informação e desencoraja um pensamento mais atento.
[via Público]
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
PLÁGIOS NA INTERNET CONTINUAM A CRESCER
imagem encontrada aqui
O número de artigos plagiados na internet estáa crescer. De acordo com um estudo da Plagtracker,citado no AllTwitter,a quantidade de conteúdos plagiados passou de 25% em 2009 para 44% no final de 2011, sendo de esperar que a tendência de crescimento se mantenha este ano,altura em que poderá chegar aos 63%. A responsabilidade, é atribuída em grande parte às redes sociais, encabeçando o Facebook também este ranking. De acordo com o estudo, a população mundial para mais de 4.7 mil milhões de minutos por dia no Facebook, faz mais de 650 mil horas de uploads de video e o download de 35 milhões de apps.
[via meios&publicidade]
Fazer sessões de formação nas bibliotecas (públicas e escolares) sobre direitos de autor e conexos num contexto 'novo' como o da internet, é fundamental. É prioritário.
Encontrei aqui a imagem acima e informação muito interessante.
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
ESTATUTO DO ALUNOS E A UTILIZAÇÃO DA INTERNET E DAS TIC
O novo Estatuto do Aluno, que entrou em vigor
este ano letivo, incluí um conjunto de deveres relativamente à utilização da
Internet e das tecnologias de informação e comunicação na escola, por parte dos
alunos. A secção II, Deveres dos aluno, no seu Artigo 10.º, incluí
as seguintes alíneas:
“r) Não utilizar quaisquer equipamentos
tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações
informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou
reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a
utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada
com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor
ou pelo responsável pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em
curso;
s) Não captar sons ou imagens, designadamente,
de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores,
dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou
atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da
comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente,
ficar registada;
t) Não difundir, na escola ou fora dela,
nomeadamente, via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou
imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor
da escola;
u) Respeitar os direitos de autor e de
propriedade intelectual;(…)”
Consulte o documento na integra: Decreto de
lei n.º51/2012 de 5 de setembro
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domingo, 15 de julho de 2012
EM NOVA YORK AS CABINAS TELEFÓNICAS PASSAM A PONTOS WIRELESS
(Foto: Keith Bedford/Reuters)
É o sinal dos tempos. As autoridades nova-iorquinas decidiram tirar partido das mais de 12 mil cabinas telefónicas espalhadas pela cidade, que estão à beira de ficar obsoletas, e estão a convertê-las em pontos de acesso wireless (tecnologia sem fios) gratuito para os transeuntes.
O sinal de cada um dos pontos wireless tem um alcance de entre 30 e 60 metros e o acesso é livre. O projecto-piloto arrancou nesta quinta-feira e estreou-se em apenas dez antigas cabinas telefónicas espalhadas por Manhattan, Brooklyn e Queens. Em breve a iniciativa irá estender-se até Bronx e Staten Island.
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quinta-feira, 5 de julho de 2012
PARLAMENTO EUROPEU CHUMBOU TRATADO ACTA
Durante a votação efetuada esta manhã, 479 deputados europeus votaram contra o tratado internacional que pretendia criar novos mecanismos de combate à pirataria de produtos e tecnologias à escala mundial. A votação contou ainda com 39 votos a favor e 165 abstenções, informa a BBC.
O tratado, que tinha recebido, previamente, a aprovação de ministros e representantes de 22 estados-membros (entre eles, o governo português) acabou por não chegar a produzir qualquer efeito na legislação em vigor na UE.
Entre os pontos de discórdia, destacam-se as multas e penas de prisão contempladas pelo rol de medidas de combate à pirataria de bens físicos e virtuais. Durante os últimos meses, as vozes mais críticas alertaram para o facto de o ACTA, que foi promovido pelos EUA e teve aprovação dos governos japonês, australiano, neozelandês, canadiano, marroquino e sul-coreano, poder representar uma ameaça para a liberdade de expressão na Web.
Apesar deste chumbo, a Comissão Europeia promete não baixar os braços no combate à pirataria. Karel De Gucht, comissário europeu para o Comércio, aproveitou a ocasião para reforçar a posição do executivo da UE quanto à contrafação: «O chumbo de hoje não altera em nada o compromisso da Comissão Europeia na procura de respostas para as questões apresentadas pelos cidadãos europeus»
[via exame informática]
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