“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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segunda-feira, 13 de maio de 2013

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

4 E-BOOKS GRÁTIS SOBRE SEGURANÇA NA INTERNET





Download destes 4 e-books (pdf) aqui.

DIA DA INTERNET SEGURA 2013 - PÕE À PROVA OS TEUS CONHECIMENTOS


5 DE FEVEREIRO DIA DA INTERNET SEGURA 2013


10ª EDIÇÃO DO DIA DA INTERNET SEGURA


O Dia Europeu da Internet Mais Segura 2013 celebra-se a 5 de fevereiro, este ano com o tema "Direitos e deveres online: Liga-te, mas com respeito" (Em inglês, Online Rights and Responsabilities: Connect with respect), envolvendo mais de 100 países no mundo inteiro.
Em Portugal terão lugar mais de 500 ações sobre a utilização segura da Internet, a decorrer entre 4 e 16 de fevereiro em vários pontos do país. Conduzidas pelo Centro Internet Segura, projeto coordenado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia, IP, estas atividades têm como propósito sensibilizar a população, em especial jovens e crianças, sobre como beneficiar em segurança das grandes oportunidades oferecidas pela Internet. As atividades preparadas pelo Centro Internet Segura estendem-se a outros grupos da população, nomeadamente seniores, pessoas com necessidades especiais, incluindo várias iniciativas explicitamente destinadas a pais e educadores.
Na semana de 4 a 8 de fevereiro, mais de 250 escolas e agrupamentos irão participar em atividades com alunos e/ou encarregados de educação que contribuam para a utilização crítica, consciente e segura da Internet, organizadas pela equipa da Seguranet (componente do Centro Internet Segura a funcionar para a comunidade escolar do ensino básico e secundário no Ministério da Educação e Ciência.
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sábado, 2 de fevereiro de 2013

DIA DA INTERNET SEGURA - COMPORTAMENTOS ADEQUADOS



  • Configurar adequadamente os seus perfis pessoais
  • Manter as suas definições de privacidade
  • Ligar-se a 'amigos" em segurança
  • Pensar sobre o que publicam
  • Publicar apropriadamente
  • Detetar e saber lidar com comportamentos inadequados
  • 'Desamigar' e bloquear certos utilizadores
  • Denunciar o bullying"

  • Set up their personal accounts properly
  • Maintain their privacy settings
  • Connect with “friends” safely
  • Think about what they post
  • Post appropriately
  • Spot and deal with inappropriate behaviour
  • “Unfriend” and Block certain users
  • Report Bullying

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

5 DE FEVEREIRO É DIA DA INTERNET SEGURA: "LIGA-TE MAS COM RESPEITINHO"


O Dia da Internet Segura (SID) é coordenado pelo Centro Internet Segura e acontece em Fevereiro de cada ano para promover uma utilização mais segura, inclusiva e mais responsável das tecnologias on-line e telefones móveis, especialmente entre as crianças e jovens em todo o mundo.
Este ano será na terça-feira, dia 5 de Fevereiro de 2013, decorrendo actividades comemorativas ao longo de 2 semanas (de 4-16 de Fevereiro) em todo o território nacional.
Este ano o tema é "Liga-te mas com Respeitinho"
Convidamos todas as entidades, rede TIC e Sociedade, grupos, associações, pais, professores e voluntários a ligarem-se a esta iniciativa promovendo nos seus locais de residência ou trabalho actividades sobre Segurança na Internet.
Para que todos possam participar e saber o que está a acontecer em Portugal nestas 2 semanas é preciso que imprimam e preencham um pequeno formulário e que enviem para patricia.fialho@fct.pt
ver mais aqui


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

CONCURSO "7 DIAS, 7 DICAS SOBRE OS MEDIA"



Integrado na Operação 7 Dias com os Media, projeto nacional destinado à sensibilização dos cidadãos para o papel e lugar que os media  tradicionais e de nova geração ocupam no seu quotidiano, o Gabinete para os Meios de Comunicação Social (GMCS) e a Rede de Bibliotecas Escolares (RBE), em parceria com a Equipa de Recursos e Tecnologias Educativas (ERTE) da Direção-Geral da Educação e a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), lançam o concurso 7 dias, 7 dicas sobre os media.
A iniciativa, dirigida alunos do ensino básico e secundário, pretende fomentar o uso crítico e criativo dos media, uma utilização mais segura da Internet e o respeito pelos direitos de autor.
A participação é feita através da produção de Dicas (alertas, recomendações e conselhos) em formato áudio, vídeo, apresentação eletrónica ou cartaz.
Os autores dos trabalhos vencedores de cada categoria (alunos dos 1º e 2º ciclos do ensino básico; alunos do 3º ciclo do ensino básico e secundário) serão distinguidos individualmente com um tablet.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

A FRAGILIDADE DA INFORMAÇÃO NO UNIVERSO DIGITAL




José Afonso Furtado, o ex-director da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste de Gulbenkian, instituição onde integra o Conselho Consultivo do Programa “Leitura Digital”, tem publicado ao longo dos anos várias obras sobre o futuro do livro.
Em Uma Cultura da Informação para o Universo Digital, que acaba de ser publicado pela Fundação Francisco Manuel dos Santos, reflecte sobre o problema da iliteracia e a chamada “fractura digital”, provocada pelas dificuldades de alguns na interacção com as novas tecnologias. Para o especialista, “são desafios que exigem de cada um de nós, das diversas instâncias sociais e dos poderes públicos uma nova abordagem ética, uma ética da informação”. Nesta mudança de paradigma, em que há uma avalancha de produção de informação, considera que as bibliotecas, mais do que nunca, são necessárias.
De uma entrevista ao Público, transcrevemos alguns excertos sobre alguns temas pertinentes.

ÉTICA DA INFORMAÇÃO
A ética da informação é exactamente tudo o que temos estado a falar. No livro, aplico à infosfera as preocupações que é comum ter-se com a biosfera. Só que a informação não é considerada um objecto tão grave e tão frágil como é o Amazonas ou o aquecimento global. Mas é a mesma coisa, porque a dificuldade vai ser escolher o que se guarda e o que se deita fora, o que deve ficar conservado e como. Há a preocupação de não perder informação ao mudar de suportes e, sobretudo, de saber como é que vamos encontrar o que queremos e como é que o vamos obter. Por exemplo, se os livros das bibliotecas estiverem no Google (que não era para fazer negócio, mas agora já há a Google Books), a certa altura quem controla isso tudo é o Google e, se as bibliotecas tiverem tendência para acabar, as pessoas vão pagar tudo aquilo que normalmente não pagam. Descansa-vos que a informação nos livros esteja na posse da Google? Os Estados estão a ter uma atitude perigosíssima, que é dizer que as bibliotecas são cada vez menos necessárias e acabar com elas.

NECESSIDADE DAS BIBLIOTECAS

São mais necessárias. São a única maneira de ter um ambiente informacional onde se podem fazer pesquisas controladas.

COMPUTADOR MAGALHÃES NAS ESCOLAS

Foi de propósito. Quando comecei a escrever o livro era uma questão demasiado política. E depois, não há o menor feedback de qual foi o resultado. A maneira mais fácil de resolver este problema [da tecnologia nas escolas] é não o pensar. É arranjar alguma firma que quer dizer “nós temos computadores nas salas de aula”. Depois ainda ganham os intermediários que é suposto darem assistência a esses computadores. Os professores ficam a olhar para aquilo, porque a maior parte deles não tem sequer uma cultura de computadores. E os miúdos ficam todos contentes, porque, provavelmente, lhes puseram nas mãos uma coisa que lhes vai permitir mandar mensagens e jogar jogos.

TEORIA DOS NATIVOS DIGITAIS
 ... a teoria dos nativos digitais é uma verdadeira treta. E é muito boa para as empresas tecnológicas. Não sou um ludita. Mas as pessoas atingiram um delírio tal com as novas tecnologias, que perderam a distância crítica. O Estado deve saber que sistema educativo é que quer. Eu não tenho dúvidas de que tem de integrar as tecnologias da informação. Agora tenho dúvidas sobre a maneira como estão a ser integradas.
Por isso, é que se fala em literacia da informação. É preciso saber como é que funcionam as máquinas com que estamos a trabalhar. Hoje até se defende que faz parte da educação mínima das pessoas saberem o mínimo de código [informático]. Se mudamos de paradigma e o ensino fica no paradigma anterior, há algo que não está a funcionar. Acho que estamos a ir pela solução mais simples, em vez de se pensar nas coisas antes. Uma biblioteca ou uma escola, antes de se porem a comprar tablets, ou leitores de livros electrónicos, ou o que seja, têm de pensar para que é que os querem lá.


COMO A INTERNET NOS TEM MUDADO (2)



A geração que cresceu entre o mundo analógico e o digital está entre essas duas formas de pensar e agir, mas quem é “nativo digital” está já imerso nessa realidade multitasking [de tarefas múltiplas] e distractiva que descreve. Isto não é mais uma mudança do que propriamente uma perda na forma como essa geração pensa?

Não estou convencido de que exista essa separação clara e definida entre uma geração e outra, a dos “nativos digitais” e a dos “imigrantes digitais”. A tecnologia é usada por mais velhos e mais novos e os efeitos tendem a ser os mesmos para a maioria. A diferença é que quanto mais cedo se está imerso na tecnologia – e é verdade que a tecnologia está a ser usada por pessoas cada vez mais novas –, maiores serão os efeitos na forma como aprendem a pensar. Uma das coisas que se sabem é que as grandes mudanças no nosso cérebro acontecem quando somos novos. Portanto, se as crianças estão imersas numa tecnologia que encoraja o multitasking e o pensamento distractivo, vão adaptar-se a isso e infelizmente não vão ter a oportunidade ou o incentivo para desenvolver modos de pensar mais contemplativos e reflexivos. Há o mito de que os “nativos digitais” não sofrem os efeitos das novas tecnologias, porque se adaptam desde cedo. Acontece que isso é completamente errado, são bastante influenciados pelos aspectos positivos e negativos da tecnologia, porque ela marca a forma como pensam desde o princípio.

Como é que imagina as principais mudanças na forma de pensar desta geração daqui a dez anos?

As conexões do nosso cérebro formam-se durante esse período em que lançamos as fundações do nosso modo de raciocinar que perdura o resto das nossas vidas. Se a maior parte da nossa experiência se centra em olhar para um ecrã, em particular um ecrã de computador, que encoraja mudanças rápidas na nossa atenção, omultitasking e a atenção repartida, então esse passa o ser o modo como optimizamos o nosso cérebro para agir – treinamo-nos a nós próprios para pensar dessa forma. Por outro lado, se não dermos oportunidade para desenvolver outros modos de pensar mais atentos que requerem concentração – o tipo de pensamento que é encorajado, por exemplo, por um livro impresso, porque não há mais nada além das páginas –, isso vai influenciar a forma como pensamos e mais especificamente a estrutura do nosso cérebro. Essencialmente, estamos a fazer uma escolha ao disponibilizar a tecnologia para crianças cada vez mais novas, estamos a fazer com que elas pensem de uma forma que diria superficial, dando informação a toda a hora, dividindo a sua atenção. Não penso que isto seja a primeira vez que isto acontece com a tecnologia, mas a sociedade devia fazer julgamentos sobre a forma como usamos as nossas mentes baseados no que a tecnologia tem de bom e de mau.
[via Público]

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

COMO A INTERNET NOS TEM MUDADO...



Nicholas Carr, finalista do Pulitzer, tem sido um crítico dos efeitos da Internet no nosso cérebro. Diz que a velocidade e bombardeamento de informação constante está a fazer-nos perder a capacidade de concentração e a tornar-nos menos reflexivos.
O livro de Nicholas Carr The Shallows: What the Internet Is Doing to Our Brains, foi finalista dos prémios Pulitzer de não-ficção. Como o título indica, centra-se no impacto da Internet no nosso cérebro e nos efeitos perversos do seu lado distractivo, errático e rápido.

O que é que o surpreendeu mais no avanço da Internet desde que a começou a usar?
O mais surpreendente foi a transformação de um meio de informação para um meio de mensagens – particularmente nos últimos anos, as pessoas tendem a usar a tecnologia para trocar mensagens pessoais, mais do que para procurar informação.
Desde o princípio que o email foi uma parte importante da Internet, mas aweb era mais usada para a visita a páginas, para encontrar informação e explorar assuntos. À medida que usamos mais as redes sociais, a Internet torna-se mais num meio para enviar e receber mensagens. Não esperava que o uso da tecnologia mudasse tão drasticamente.

E como é que esse aumento na troca de mensagens afecta a forma como interagimos e pensamos?
A forma como a Internet se desenvolveu tornou-a mais distractiva, exigindo às pessoas que retenham constantemente pequenas partes de informação e que monitorizem pequenas correntes de informação. Uma das grandes mudanças nos últimos anos, com o advento de novas redes como o Facebook e o Twitter, e isso combinado com o aparecimento dos smartphones e dos pequenos computadores, é que a forma como a Internet funciona mudou. Portanto, passámos do modelo de ir a uma página web ver o que tinha para oferecer para o modelo de informação que está a correr constantemente e que aparece de vários sítios: do sms, do email, das actualizações do Facebook e dos tweets. Isso encorajou as pessoas a aceitar interrupções constantes, a fazer várias coisas ao mesmo tempo. Perdemos a capacidade de afastar as distracções e de sermos pensadores atentos, de nos concentrarmos no nosso raciocínio, ou seja, a forma como a tecnologia evoluiu nos últimos anos tornou-se mais distractiva; encoraja uma forma de pensar que é a de passar os olhos pela informação e desencoraja um pensamento mais atento.
[via Público]


quarta-feira, 26 de setembro de 2012

PLÁGIOS NA INTERNET CONTINUAM A CRESCER


imagem encontrada aqui

O número de artigos plagiados na internet estáa crescer. De acordo com um estudo da Plagtracker,citado no AllTwitter,a quantidade de conteúdos plagiados passou de 25% em 2009 para 44% no final de 2011, sendo de esperar que a tendência de crescimento se mantenha este ano,altura em que poderá chegar aos 63%. A responsabilidade, é atribuída em grande parte às redes sociais, encabeçando o Facebook também este ranking. De acordo com o estudo, a população mundial para mais de 4.7 mil milhões de minutos por dia no Facebook, faz mais de 650 mil horas de uploads de video e o download de 35 milhões de apps.

Fazer sessões de formação nas bibliotecas (públicas e escolares) sobre direitos de autor e conexos num contexto 'novo' como o da internet, é fundamental. É prioritário.
Encontrei aqui a imagem acima e informação muito interessante.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

ESTATUTO DO ALUNOS E A UTILIZAÇÃO DA INTERNET E DAS TIC



O novo Estatuto do Aluno, que entrou em vigor este ano letivo, incluí um conjunto de deveres relativamente à utilização da Internet e das tecnologias de informação e comunicação na escola, por parte dos alunos.  A secção II,  Deveres dos aluno, no seu Artigo 10.º, incluí as seguintes alíneas:

“r) Não utilizar quaisquer equipamentos tecnológicos, designadamente, telemóveis, equipamentos, programas ou aplicações informáticas, nos locais onde decorram aulas ou outras atividades formativas ou reuniões de órgãos ou estruturas da escola em que participe, exceto quando a utilização de qualquer dos meios acima referidos esteja diretamente relacionada com as atividades a desenvolver e seja expressamente autorizada pelo professor ou pelo responsável pela direção ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso;

s) Não captar sons ou imagens, designadamente, de atividades letivas e não letivas, sem autorização prévia dos professores, dos responsáveis pela direção da escola ou supervisão dos trabalhos ou atividades em curso, bem como, quando for o caso, de qualquer membro da comunidade escolar ou educativa cuja imagem possa, ainda que involuntariamente, ficar registada;

t) Não difundir, na escola ou fora dela, nomeadamente, via Internet ou através de outros meios de comunicação, sons ou imagens captados nos momentos letivos e não letivos, sem autorização do diretor da escola;

u) Respeitar os direitos de autor e de propriedade intelectual;(…)”
Consulte o documento na integra: Decreto de lei n.º51/2012 de 5 de setembro


domingo, 15 de julho de 2012

EM NOVA YORK AS CABINAS TELEFÓNICAS PASSAM A PONTOS WIRELESS

(Foto: Keith Bedford/Reuters)

 É o sinal dos tempos. As autoridades nova-iorquinas decidiram tirar partido das mais de 12 mil cabinas telefónicas espalhadas pela cidade, que estão à beira de ficar obsoletas, e estão a convertê-las em pontos de acesso wireless (tecnologia sem fios) gratuito para os transeuntes.
O sinal de cada um dos pontos wireless tem um alcance de entre 30 e 60 metros e o acesso é livre. O projecto-piloto arrancou nesta quinta-feira e estreou-se em apenas dez antigas cabinas telefónicas espalhadas por Manhattan, Brooklyn e Queens. Em breve a iniciativa irá estender-se até Bronx e Staten Island.


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quinta-feira, 5 de julho de 2012

PARLAMENTO EUROPEU CHUMBOU TRATADO ACTA



Durante a votação efetuada esta manhã, 479 deputados europeus votaram contra o tratado internacional que pretendia criar novos mecanismos de combate à pirataria de produtos e tecnologias à escala mundial. A votação contou ainda com 39 votos a favor e 165 abstenções, informa a BBC.
O tratado, que tinha recebido, previamente, a aprovação de ministros e representantes de 22 estados-membros (entre eles, o governo português) acabou por não chegar a produzir qualquer efeito na legislação em vigor na UE.
Entre os pontos de discórdia, destacam-se as multas e penas de prisão contempladas pelo rol de medidas de combate à pirataria de bens físicos e virtuais. Durante os últimos meses, as vozes mais críticas alertaram para o facto de o ACTA, que foi promovido pelos EUA e teve aprovação dos governos japonês, australiano, neozelandês, canadiano, marroquino e sul-coreano, poder representar uma ameaça para a liberdade de expressão na Web.
Apesar deste chumbo, a Comissão Europeia promete não baixar os braços no combate à pirataria. Karel De Gucht, comissário europeu para o Comércio, aproveitou a ocasião para reforçar a posição do executivo da UE quanto à contrafação: «O chumbo de hoje não altera em nada o compromisso da Comissão Europeia na procura de respostas para as questões apresentadas pelos cidadãos europeus»

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