“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

Mostrando postagens com marcador catálogos colectivos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador catálogos colectivos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

DA IMPORTÂNCIA DAS REDES CONCELHIAS DE BIBLIOTECAS

Numa altura em que o número de REDES CONCELHIAS DE BIBLIOTECAS é já significativo (mas ainda, claramente, insuficiente) importa 'repescar' este artigo de Fernando Carmo publicado na Newsletter RBE nº 3 para termos presente a sua pertinência e inevitabilidade, quais são os seus objetivos e papeis dos parceiros.

O Gabinete da RBE apresentou um programa, (...), designado PCCRBE (Programa dos Catálogos Colectivos da RBE) que pretende, essencialmente, o desenvolvimento de redes de bibliotecas concelhias na mais ampla acepção do conceito de rede, usando o catálogo colectivo como um instrumento agregador e desencadeador de sinergias que levem à criação de laços, estruturas e organização que permitam a sua evolução e sustentabilidade e tenham como interface visível um portal que seja o espelho do seu dinamismo e criatividade.
(...)
Encerrado o capítulo da instalação das bibliotecas escolares, importa, agora, investir no aprofundamento da sua acção no interior da escola e na sua relação com a comunidade. Num momento em que as Autarquias vão assumir um papel decisivo na execução dos objectivos nacionais para a educação, torna-se imperioso o desenvolvimento de parcerias onde se definam objectivos comuns e se planifiquem actividades que rentabilizem os recursos humanos e materiais. Não podemos aceitar que as bibliotecas de um concelho trabalhem isoladas ou, quando procuram evitá-lo, não o façam como parceiros iguais numa caminhada onde se definam objectivos comuns.
Se as escolares têm objectivos de natureza pedagógica específicos e as públicas têm que responder a um conjunto de destinatários diversificados com necessidades múltiplas, não podemos, hoje em dia, considerar que num caso ou noutro estamos em presença de conjuntos que não se interceptam ou de acções que não possam contar com o contributo de todas elas.
Ler +

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

CÂMARA DE MATOSINHOS PROPORCIONA FORMAÇÃO AOS PROFESSORES BIBLIOTECÁRIOS

Com vista à construção de um catálogo coletivo das bibliotecas de Matosinhos, a Câmara adquiriu um pacote de formação para os professores bibliotecários em WinLib . No total são 50h para 2 grupos que também integram técnicos da Biblioteca Municipal Florbela Espanca. Hoje é o dia 1 para o Grupo 1.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

REDE DE BIBLIOTECAS DE VILA DO CONDE NASCEU HOJE

A Rede de Bibliotecas de Vila do Conde nasceu, oficialmente, hoje com a assinatura do respetivo protocolo entre a Câmara e as escolas representadas pelos seus diretores. Este ato foi marcado pelas intervenções da Vereadora da Cultura e Educação, Dra Elisa Ferraz, cordenadora nacional da RBE, Dra Teresa Calçada e diretora da Biblioteca Municipal José Régio, Dra Marta Miranda. O portal da Rede de Bibliotecas foi apresentado nesta cerimónia.

domingo, 18 de janeiro de 2009

MAIS 2 CONCELHOS COM CATÁLOGO COLECTIVO



O concelho de Tábua assinou o protocolo que formaliza o catálogo colectivo concelhio e Carregal do Sal fá-lo-á no proximo dia 20 de Janeiro. Saudamos estes concelhos e acreditamos que estas redes trarão largos benefícios a todos os utentes daqueles concelhos! Mais info aqui.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

REDE CONCELHIA DE BIBLIOTECAS DE ARGANIL

Foi assinado, pelos Presidentes dos Conselhos Executivos e pelo Presidente da Câmara de Arganil na presença da Coordenadora da RBE, Drª Teresa Calçada, no passado dia 4 de Dezembro o protocolo que cria a REDE DE BIBLIOTECAS DO CONCELHO DE ARGANIL. Mais um passo em frente na cooperação natural entre instituições. Ler aqui.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

MAIS UM REDE CONCELHIA

Foi assinado, no dia 21 de Novembro, o protocolo que formaliza a criação da Rede Concelhia de Bibliotecas de Mangualde - Penalva do Castelo. Mais uma 'peça' que se encaixa no enorme 'puzzle' de redes concelhias com catálogos colectivos e outras iniciativas comuns. Mais um exemplo a ser replicado. Mais info aqui.

domingo, 12 de outubro de 2008

CATÁLOGOS CONCELHIOS: uma realidade (2)

biblioteca municipal florbela espanca

No passado dia 9 de Outubro, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca, em Matosinhos, teve lugar um encontro de trabalho que reuniu à mesma mesa alguns dos técnicos das bibliotecas municipais de Matosinhos, Maia e Vila do Conde, nomeadamente as suas directoras Dra Ana Luisa Ramos, Dra Suzana Silva e Dra Marta Miranda; o representante do Gabinete da RBE, Dr Fernando Carmo; três membros da coordenação da RBEP e coordenadores da RBE para o sector dos catálogos colectivos, Dr Adão, Dr Teixeira e Dr Diamantino; e, ainda, eu própria, enquanto coordenadora inter concelhia. Estas três bibliotecas municipais têm realizado um esforço significativo para a construção de catálogos colectivos integrando as escolas de todos os níveis de ensino e prestando apoio técnico sempre que solicitado pelas mesmas. Após esta proveitosa reunião, ficámos todos confiantes que, a breve prazo, novos protocolos para catálogos colectivos serão assinados, depois de ultrapassados alguns constrangimentos de ordem técnica. Podemos augurar, assim, um futuro bem mais profícuo, em termos de construção de redes, nestes três concelhos.

CATÁLOGOS CONCELHIOS: uma realidade

Já vão sendo bastantes os catálogos colectivos concelhios que vão surgindo. Bibliotecas municipais e bibliotecas escolares formalizam, através de protocolos (em muitos casos a funcionarem, efectivamente, mas sem um protocolo firmado), a criação de um catálogo colectivo no qual todo o Fundo Documental é pesquisável on-line e, em alguns casos, é possível o empréstimo inter bibliotecas. É por demais evidente as vantagens que tais práticas trazem à comunidade local. Na página da RBE figuram já alguns catálogos colectivos: Lousada, Tondela e Pombal. Outros exemplos : em Arganil, Vila Franca de Xira e Oliveira de Azeméis.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

CATÁLOGOS COLECTIVOS - UMA META FUNDAMENTAL

Um dos grandes objectivos dos coordenadores das bibliotecas escolares, a inscreverem no seu plano de acção, deverá ser a criação de um catálogo. Para tal, as bibliotecas deverão possuir um sofware normalizado e os docentes e/ou funcionários que integram a equipa deverão possuir a formação básica indispensável para poderem catalogar os documentos existentes, segundo as Regras Portuguesas de Catalogação (ver aqui e aqui). No caso dos Agrupamentos, espera-se que seja criado o catálogo colectivo de Agrupamento, que não é mais do que a soma dos catálogos de cada escola associada. Em muitos casos, as escolas do 1º ciclo/jardim de infância até já têm o seu Fundo Documental catalogado pela biblioteca municipal. Parte do catálogo está, pois, feito.
Numa lógica de partilha de recursos, de saberes e experiências, a construção de catálogos colectivos concelhios é, também, meta a alcançar.

DA IMPORTÂNCIA DO CATÁLOGO NAS BIBLIOTECAS ESCOLARES

“A biblioteca escolar é um parceiro essencial das redes local, regional e nacional de bibliotecas e de informação. Sempre que a biblioteca escolar partilhe equipamentos e/ou recursos com outro tipo de biblioteca, designadamente com a biblioteca pública, os objectivos específicos da biblioteca escolar devem ser reconhecidos e salvaguardados.”
(Manifesto da Unesco)

“A plena rentabilização da biblioteca escolar (entendida como um sistema documental) é atravessada por uma dimensão técnica que condiciona o aproveitamento pleno dos recursos de informação disponíveis. Para esse fim, é necessário adoptar um conjunto de soluções fundamentadas que permitam uma correcta constituição e gestão do fundo documental (tendo em conta critérios de unicidade, diversidade e quantidade).
(Lançar a Rede de Bibliotecas Escolares)

Related Posts with Thumbnails