“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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segunda-feira, 1 de julho de 2013

LOJA DA GOOGLE BOOKS FOI LANÇADA EM PORTUGAL


A loja online Google Books, que permite comprar e ler livros electrónicos, foi nesta quinta-feira lançada em Portugal.
 Google Books inclui várias obras de autores portugueses, desde clássicos como Luís Vaz de Camões e Eça de Queirós, às obras de José Saramago e Lobo Antunes, passando pela colecção juvenil Uma Aventura, de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada.
 [...]
 Os livros podem ser lidos num browser, tanto em computadores como em dispositivos móveis.
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segunda-feira, 6 de maio de 2013

JÁ É POSSÍVEL FAZER UM LIVRO EM PAPEL E UM E-BOOK INTERAGIREM ENTRE SI




A engageLab, uma equipa da Universidade do Minho, desenvolveu a Bridging Book, uma aplicação que redefine o conceito de leitura e concilia as diferenças dos dois suportes de leitura.
 Graças à aplicação, o leitor pode ler o mesmo livro tanto em suporte de papel como em virtual, já que ambos de complementam entre si.
 Através do seu "smartphone" ou "tablet", o leitor pode aceder a conteúdos multimédia enquanto folheia as páginas do livro em papel. O livro físico é colocado ao lado do dispositivo e o conteúdo é sincronizado. Quando se folheia uma página do livro, o conteúdo no ecrã acompanha o conteúdo em papel.
 A ideia é dinamizar o conteúdo estático do papel através de conteúdos dinâmicos interactivo. Para que esta leitura dinâmica seja possível, não é necessário que o livro esteja ligado fisicamente ao equipamento.
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segunda-feira, 25 de março de 2013

LIVRO, LEITURA, MEIO DIGITAL



Abri o livro impresso "Diários de bicicleta", de David Byrne, e li dez páginas. Acessei no tablet o arquivo do livro digital (extensão epub) "Diários de bicicleta", de David Byrne, e li as mesmas dez páginas. Sentei em frente ao computador, abri o arquivo do livro digital (extensão pdf) "Diários de bicicleta", de David Byrne, e li novamente as mesmas dez páginas. O conteúdo era o mesmo, ainda que um ou outro detalhe tenha me escapado em cada uma das leituras. Eu poderia ainda abrir o arquivo do audiolivro (extensão mp3) "Diários de bicicleta", de David Byrne, e ouvir as mesmas "dez páginas". Mas não o fiz. Seria um tipo diferente de leitura, mas ainda assim seria uma leitura.

O que é mais importante: o livro ou a leitura? O suporte ou seu conteúdo? O objeto - que pode ser enfeite, ferramenta e até arma - ou a mensagem nele contida? E aqui cabe outra pergunta: qual o objeto de trabalho do bibliotecário? O livro ou a mensagem? A informação dirão todos. A mensagem, eu digo. Pois há diferença entre informação e mensagem. Vou recorrer a Capurro: mensagem é oferta de sentido e informação é seleção de sentido. Então informação está do outro lado, no domínio do usuário. Mas esse não é o tema aqui. O tema principal é o livro e a leitura. Afinal, livros existem para serem lidos!

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segunda-feira, 11 de março de 2013

CM DE LISBOA LANÇA E-BOOK GRATUITO SOBRE O AMBIENTE


Este livro, de distribuição gratuita, é um indutor pedagógico de cariz ambiental, tendo como quadro de referência o contexto urbano, as temáticas ambientais, energéticas e os valores de uma cidadania activa… Pretende incentivar os mais jovens, a descobrir Lisboa, a conhecer a sua biodiversidade, a desenvolver o interesse pela participação na vida colectiva, elementos indissociáveis de uma educação para a sustentabilidade.A versão digital do livro será publicada em Apple ibooks Store, em compatibilidade para plataformas Android e PC, e estará disponível para descarregar da internet a partir dos sites da Câmara Municipal de Lisboa e da Lisboa E-Nova.
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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

"CAIU O MEU DENTINHO!" E-BOOK GRÁTIS DA PORTO EDITORA


A Porto Editora acaba de disponibilizar gratuitamente oito livros infantis em ambiente Windows 8. A primeira chama-se “Caiu o meu dentinho!” e tem versao em português e em ingles. Clique na imagem para abrir.
Ótimo para o programa SOBE!


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

" QUEM NÃO GOSTA DE LER NÃO VAI PROCURAR LIVROS DIGITAIS" AFIRMA ZOARA FAILLA



Os números não deixam espaço para o otimismo. É a conclusão a que se chega quando se toma conhecimento dos dados Uma pesquisa, Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência[...] revela que 50% da população do país, ou 88 milhões de pessoas, não leem sequer um livro por ano. Ao mesmo tempo, aumentou o número de pessoas que afirmaram passar o tempo de lazer na internet ou vendo televisão – para esses entrevistados, a leitura não seria uma opção de passatempo.
[...]
A socióloga Zoara Failla, coordenadora do estudo, tenta responder em entrevista abaixo ao ‘Alô, Professor’.

A pesquisa aponta que o número de pessoas que preferem ver TV e navegar na internet nas horas de lazer vem aumentando. Como fazer para o livro ser também uma forma de entretenimento? 


Primeiro, entendo que a internet e a TV não roubam leitores. As pessoas que vão navegar na internet ou ver TV não desenvolveram o hábito de ler por prazer. E isso, sem dúvida, começa na escola. As escolas em geral não desenvolvem práticas de leitura. Na verdade, o que se faz é apresentar a leitura como tarefa, como a obrigação que o estudante terá quando sair da escola. Toda a questão começa com o despertar do interesse pela leitura.

Já que aumenta o número de pessoas navegando na internet, não seria o caso de incentivar a leitura nessa plataforma? Livros digitais, por exemplo, poderiam ajudar a aumentar o número de leitores?


Quem não gosta de ler não vai procurar livros digitais. A pessoa só vai fazer isso se gostar de ler. Do contrário, vai para as redes sociais ou para alguma plataforma de interação. Em geral, o que se lê na internet? Recados, mensagens cifradas e sem conteúdo. As pessoas se comunicam, disso eu não tenho dúvida. Mas existe uma diferença grande entre informação e conhecimento. Quem usa a internet dessa forma não desenvolve conhecimento.

E como se desenvolve o conhecimento?


É importante acessar conteúdos mais complexos, de maior qualidade, que leve a pessoa a desenvolver capacidade crítica e de concentração. O livro é um conteúdo mais complexo. Este é o grande problema da informação pasteurizada: ela não dá vazão ao pensamento crítico. Rouba o tempo da pessoa.

Qual seria a importância da leitura num sentido prático e mais funcional?


A leitura é importante na vida social e profissional. Na prática profissional, por exemplo, quem tem capacidade crítica se diferencia, consegue ter um pensamento mais estratégico, faz relação entre as coisas e tem aptidão para usar aquilo que aprendeu. Essas qualidades podem ser levadas para a vida pessoal também.

Como você avalia as campanhas de leitura promovidas pelo Estado?


Toda campanha de leitura é importante. Há essa tendência de seguir modismos, e é inegável que uma celebridade dizer que o livro é importante, traz leitores. Você percebe que as pessoas que são formadoras de opinião têm influência. É legal fazer o livro entrar na moda. Além de ter bijuteria da celebridade, a pessoa passa a querer ler a obra que a celebridade está lendo. É como torcer por um time de futebol: ninguém nasce com um time, ninguém nasce gostando de futebol. Mas o pai incentiva a criança o tempo todo, estimula-o a gostar de futebol. Dá bola, camisa – o pai valoriza o esporte, a família valoriza. De algum jeito é passado para a criança que gostar de futebol é bom. Isso deveria acontecer com o livro e com questões culturais como um todo.

De que maneira?


É importante ler na frente da criança, presenteá-la com livros, criar jogos de perguntas sobre o livro que ela está lendo. É importante criar esse espaço da leitura na vida da criança.

A pesquisa aponta o professor como a pessoa que mais influencia a pessoa a ler. Qual seria o papel da escola na promoção da leitura?


A escola é um espaço privilegiado. E o professor deve saber ler bem, gostar de ler. Senão, ele não saberá fazer o marketing correto. Os clássicos são maravilhosos, mas você tem que ter compreensão do que está lendo para poder ensinar. E os clássicos exigem conhecimento. Machado de Assis é maravilhoso, mas é complexo. Pode ser difícil para o aluno ler Machado de Assis. O importante é tentar identificar do que o adolescente gosta, o que ele quer ler.

E há ‘o livro certo’?


Não! Pode ser Harry Potter, Crepúsculo... Pode ser gibi! O importante é desenvolver o hábito da leitura, divulgar que há pessoas que não conseguem dormir sem ler! Com o tempo, o jovem acha o seu caminho, desenvolve o seu gosto.

Como o professor deve lidar com a diferença de gostos em sala de aula na hora de passar uma obra para ser lida no semestre?


O professor deve conhecer a sua sala de aula. É preciso escolher o livro que contemple a maioria. Ou, quem sabe, dar algumas opções, apresentar cinco ou seis livros. As crianças não são tão diferentes assim. A maioria tem gosto e interesse parecidos.


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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

"CONTATINAS" MAIS UM AUDIO/E-BOOK DA BOCA




Luís Correia Carmelo tem formação de actor mas tornou-se um prodigioso narrador oral e um investigador das formas e conteúdos do seu ofício, com mestrado feito sobre a morte nos contos tradicionais e doutoramento em curso sobre as técnicas interpretativas da narração oral contemporânea.

Felizmente não consegue ficar muito tempo sem contar as histórias que escreve, com personagens que falam das pequenas e maravilhosas coisas humanas, dos mistérios do amor e do poder, ao som da concertina e das melodias que para ela inventa.
São esses "contos à concertina" que aqui publicamos em audiolivro, numa edição que inclui a participação do músico (e editor boquense) Nuno Morão e constitui o 4º título da colecção HOT - Histórias Oralmente Transmissíveis, através da qual a Boca, em parceria com o IELT, pretende registar e actualizar os vários géneros da literatura de tradição oral, homenageando os nossos melhores contadores.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

"NÃO PENSO NA MORTE DO LIVRO MAS EM EVOLUÇÃO" AFIRMA WILLIAM JOYCE




"Não penso em morte do livro, mas em evolução. Ainda que "Modesto Máximo" tenha começado como um aplicativo e um filme é um projeto sobre a importância dos livros.

Ao passo que o mundo do livro ilustrado evolui e se adapta às novas tecnologias, sinto que é importante reforçar a ideia de que, apesar dos lampejos que os aplicativos possam trazer, sempre haverá a necessidade e o espaço para os prazeres únicos da página impressa. O livro impresso jamais irá morrer.


[...]  mas vale dizer que um livro pode ser molhado, e ainda poderá ser lido. Um livro pode cair no chão, e ainda poderá ser lido. Seu cachorro pode mastigá-lo, e ainda poderá ser lido. E tem mais: ele nunca ficará sem bateria.

Eu me diverti bastante brincando com as novas tecnologias dos aplicativos.
E acho que, no futuro, haverá muitos aplicativos interessantes que mesclam texto, estrutura de livro e animação, com cada maneira de contar uma história funcionando bem separadamente.
Mas, mesmo quando isso acontecer, continuaremos carregando felizes livros impressos em papel."
William Joyce, autor de "The Fantastic Flying Books of Mr Morris Lessmore!
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domingo, 23 de dezembro de 2012

"HÁ SEMPRE MAGIA NO NATAL" UM CONTO A MUITAS MÃOS E EM FORMATO DIGITAL



“Há Sempre Magia no Natal” é uma obra emformato ‘auto-e-book’ que conta com a participação de 16 escritores e 15ilustradores da Madeira.
Trata-se de uma ideia concebida por FranciscoFernandes que foi apresentada recentemente no Museu Casa da Luz, no Funchal.

Ler/ouvir aqui
[via ebook portugal]

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

LEYA LANÇA ESCRYTOS PARA AUTO PUBLICAÇÃO DE E-BOOKS



Entre aqui para saber mais.

ALBERTO MANGUEL (2)



Reconhece a utilidade da tecnologia, mas prefere permanecer distante de algumas facilidades, evitando a leitura em ambientes virtuais.

"Meu filho assiste a filmes numa tela do tamanho de um selo. Eu não consigo. O e-reader é prático para o leitor que vive em trânsito, que não precisa carregar peso na bagagem, mas eu gosto do contato com o livro sólido, físico. A experiência de ler no papel é totalmente diferente da leitura na internet, que acaba dispersando o leitor", diz Manguel, que cultiva hábitos quase anacrônicos, como o de trocar cartas com amigos escritores.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

LIVROS E E-BOOKS PODEM COEXISTIR?

Please Include Attribution to TeachingDegree.org With This Graphic E-books Infographic

"If you can remember the day you first learned to read, you probably recall that profound sense of accomplishment that came from sounding out the words in your favorite storybooks. But whether you’re 15 or 50, you know that books as we know them have changed a lot since you first cracked open your beloved pieces of childhood literature. Ever since the first spurt of popularity in the now widespread e-readers, experts and speculators from all sides have been pondering the question, "will e-readers destroy books as we know them?" Despite the entertaining back and forth on this question, the state of the topic right now seems to suggest that, to the surprise of some, books and e-readers won’t edge one another out of the literary arena: They’ll merely coexist. There’s plenty to love about the weight and feel of a physical book in your hands, just as there is something delightful about the convenience and portability of an e-reader. But for bookworms everywhere, it’s not simply a matter of which will destroy the other, but rather which medium is better for certain types of reading."
[via teachingdegree]

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

"NAVE ESPECIAL" RUMO À EDIÇÃO DIGITAL



NAVE ESPECIAL é um projecto dedicado à edição digital. Foi construída pela Pato Lógico Edições e pela Biodroid. Conta com Neal Hoskins, da WingedChariot, para a organização da conferência ABC da Edição Digital - A Primeira Conferência Portuguesa para a Edição Digital de Livros para Crianças, que terá lugar na Gulbenkian, no dia 28 de Janeiro. Mais notícias para muito breve.
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