“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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terça-feira, 9 de julho de 2013

"OLHO PARA UMA FLOR E VEJO UMA GIRAFA" DIZ KERSTIN HIESTERMAN


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"Olho para uma flor e vejo uma girafa ou penso 'parece a cabeça de um camaleão'. Apanho um pêssego para o meu pequeno-almoço e vejo alguém a cantar". A imaginação de Kerstin Hiestermann (alemã, professora primária, casada, três filhos) não conhece limites. Mas conhece uma folha de papel, um marcador, um iPhone, o Instagram e tudo o que vem à rede. "Combino coisas reais com algumas linhas simples e às vezes com um pequeno monstro. A criança dentro de mim ainda está viva", contou ao P3."
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segunda-feira, 8 de julho de 2013

segunda-feira, 24 de junho de 2013

ARTE DE RUA


GONÇALO M. TAVARES ORIENTA CURSO "CULTURA E PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO" EM SERRALVES


Cultura e Pensamento Contemporâneo, com Gonçalo M. Tavares (e eventuais convidados)
Neste curso serão abordados alguns temas centrais do pensamento contemporâneo, tendo a literatura, a filosofia e as artes como pontos de passagem.
Será também central a questão da Imaginação. A linguagem e o corpo - teoria e exercícios práticos.

Orientação: Gonçalo M. Tavares
Horário: 10h às 18h (com intervalo para almoço)
Inscrição: 165,00€
Inscrição Amigo de Serralves: 148,50€


Faça aqui a sua inscrição

segunda-feira, 13 de maio de 2013

MARIA RITA ESCULPIU UM LIVRO DE VALTER HUGO MÃE



[na Galeria Trema, em Lisboa até 8 de Junho]
[...] 
São esculturas de papel. "É a minha interpretação, são várias histórias que se cruzam", explica Maria Rita. Não retalhou "O filho de mil homens", de Valter Hugo Mãe, mas o escritor até desejou o contrário. "Quando conheci o trabalho da Maria Rita Pires, acerca daquela Alice num país de maravilhas, invejei aquilo tudo. Fiquei roído como muito má gente, a querer ver os meus livros mudados para esculturas iguais, cheias de papelinhos delicados que parecem também palavras recortadas, pequenas palavras que, sem falarem, mostram uma figura ou um objecto", admite Valter Hugo Mãe, impressionado "com o paciente das suas peças e muito com a vulnerabilidade que inspiram".
 [...]
Na opinião do escritor, "O Filho de Mil Homens" é "a reclamação da vulnerabilidade como um direito de beleza de carácter". [...]
 "O modo como o papel floriu, como se fez pássaro e borboleta, a roupa interior que seca na árvore, tudo me maravilha. Como se o mundo do livro se traduzisse num atrito ínfimo da luz, uma presença quase ausente, igual às visões de sonho. O trabalho da Maria Rita Pires deslumbra-me. Põe-me a ver milagrinhos de papel. Aquilo que os escritores tanto buscam nas palavras e que ela encontrou tão ao pé delas".
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