“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

sexta-feira, 27 de maio de 2011

FEIRA DO LIVRO NO PORTO

A Feira do Livro do Porto 2011 realiza-se entre os dias 26 de Maio e 12 de Junho de 2011, na Avenida dos Aliados, na baixa da cidade. A 81ª edição da Feira do Livro do Porto conta com 126 expositores e mais de 200 editoras.

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AS EDITORAS DEVEM ENVEREDAR PELA INOVAÇÃO

photo by David Levene/for the Guardian
Quem o afirma é John Makinson, diretor executivo da Penguin e confesso convertido aos e-books, numa entrevista ao The Guardian:
[...]
Penguin chief executive John Makinson says he is a convert. The day after we meet he is on his way to India, as part of David Cameron's delegation, and had loaded titles on to his iPad, including a manuscript by John le Carré and some Portuguese classics (in English) ahead of Penguin launching a range in Brazil. He is also reading Lord Mandelson's diary. It simply makes sense, he says, instead of carting an armful of books in your carry-on luggage.
[...]
Publishing, he says, must embrace innovation: "I am keen on the idea that every book that we put on to an iPad has an author interview, a video interview, at the beginning. I have no idea whether this is a good idea or not. There has to be a culture of experimentation, which doesn't come naturally to book publishers. We publish a lot of historians, for example. They love the idea of using documentary footage to illustrate whatever it is they're writing about."
[via the guardian]

O LIVRO TRADICIONAL TERÁ PÚBLICO PRÓPRIO


photo by David Levene/for the Guardian
John Makinson é o diretor-presidente da Penguin Group, a divisão de livros da Pearson PLC, uma editora que publica mais de 4.000 títulos de ficção e não ficção no mundo. O crescimento do livro digital está a colocar o comércio tradicional numa encruzilhada....Mas Makinson acredita que o papel vai perdurar:

WSJ: O livro impresso, em papel, vai deixar de ser publicado um dia?
John Makinson: Não, não creio. Há uma diferença cada vez maior entre o leitor de livros e o proprietário de livros. O leitor de livros quer apenas a experiência de ler o livro e é um consumidor digital natural: em vez de comprar um livro barato descartável, compra um livro digital. Já o proprietário do livro quer presentear, compartilhar e guardar livros. Adora a experiência. À medida que formos melhorando o produto físico, em especial a brochura e a capa dura, o consumidor vai pagar um pouco mais por essa experiência melhor. Outro dia, fui conferir a venda de clássicos em domínio público em 2009, quando todos esses livros estavam disponíveis de forma gratuita. O que descobri foi que nossas vendas tinham subido 30% naquele ano. O motivo é que estávamos começando a vender edições de capa dura — mais caras — pelas quais o público se dispunha a pagar. Sempre haverá um mercado para o livro em papel, assim como creio que sempre haverá livrarias.

[...]

WSJ: Qual o maior desafio para as livrarias num momento em que há milhões de títulos em papel à venda na internet e no qual a receita com livros digitais está dobrando?
Makinson: O varejo [tradicional] de livros tem futuro. O problema, em grande parte, não é só que há livrarias demais, mas que são muito grandes. Como diversificar a oferta ao consumidor para fazer um uso produtivo do espaço sem perder a experiência de se estar em uma livraria?

WSJ: Livrarias independentes sempre tiveram um papel fundamental no lançamento de obras literárias. Com o crescimento do livro digital e da venda on-line, quantas dessas lojas independentes vão sobreviver, considerando que estão sujeitas às mesmas forças que afetaram redes de livrarias maiores?
Makinson: Tenho uma livraria independente na Inglaterra, [a Holt Bookshop, em Norfolk, de cerca de 230 metros quadrados], então tenho um interesse aqui. Não quero soar ingênuo: vai ser muito difícil. Se formos ver as vantagens competitivas estruturais da Amazon em relação a uma livraria convencional, é espantoso. Mas as pessoas estão dispostas a pagar um preço maior numa livraria independente sabendo que podem comprar [o mesmo livro] por menos em outro lugar. É que o consumidor tem um envolvimento emocional com a livraria, sente que a livraria está prestando um serviço público, não só comercial. Não vejo indícios de que as livrarias independentes se tornarão obsoletas.

COMO SE COMPROMETE A CULTURA

[via teaching literacy]

HÁ LIVROS QUE SÃO A NOSSA CARA (4)

[via bookmania]

quinta-feira, 26 de maio de 2011

3.5 MILHÕES DE LIVROS MOVIMENTADOS POR ROBOTS

ONTEM FOI DIA DE MARIA ALBERTA MENÉRES NA MAIA NO PROJETO LS2



O projeto LS2 - Leituras, Saberes e Sentidos - da Rede Concelhia de Bibliotecas da Maia teve, no dia de ontem, o ponto alto em torno da leitura e animação da obra de Maria Alberta Menéres, a escritora escolhida para este ano (já foram Maria Teresa Gonzalez, Manuel António Pina, Rosa Matilde Araújo). Todas as escolas, através das bibliotecas escolares, se envolvem numa leitura mais intensa da obra do escritor escolhido e preparam uma dramatização, uma leitura encenada, uma dança, uma peça musical... Fazem-se trabalhos que resultam numa exposição coletiva que fica patente na BM JVC. Infelizmente a escritora Maria Alberta Menéres não pôde estar presente por razões de saúde mas a festa fez-se e correu muito bem. 

quarta-feira, 25 de maio de 2011

terça-feira, 24 de maio de 2011

FEIRA DO LIVRO ONLINE EM SERRALVES



De 25 de Maio a 12 de Junho, a Loja de Serralves promove a Feira do Livro online. Aproveitar a oportunidade de adquirir publicações de grandes artistas contemporâneos, com descontos até 75%.

Entrar por aqui

INAUGURAÇÃO DE + UMA BIBLIOTECA ESCOLAR EM AMARANTE (2)












Foi hoje. Houve uma bonita e muito participada festa. A direção da escola endereçou vários convites e foi uma anfitriã muito satisfeita com a requalificação da biblioteca. Veio a autarquia, com o Presidente da Câmara, o Vereador da Educação e Cultura, a diretora da Biblioteca Municipal e uma técnica, veio o ministério da Educação, com a presença da DREN, do CAE e da RBE, vieram muitos outros convidados, muitos professores e muitos alunos. A PB e a sua equipa (sem qualquer hora de redução!...) fizeram um bom trabalho na reorganização da biblioteca: mantendo móveis e reciclando outros, retocando pinturas das paredes, colocando sinalética, transformando uma arrecadação num espaço giríssimo para leitura, 'anexando' uma zona exterior para leitura ao ar livre em dias bons. A BM apoiou, catalogando tudo. Acho que as fotos falam por si....
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