terça-feira, 11 de dezembro de 2012

ALBERTO MANGUEL (2)



Reconhece a utilidade da tecnologia, mas prefere permanecer distante de algumas facilidades, evitando a leitura em ambientes virtuais.

"Meu filho assiste a filmes numa tela do tamanho de um selo. Eu não consigo. O e-reader é prático para o leitor que vive em trânsito, que não precisa carregar peso na bagagem, mas eu gosto do contato com o livro sólido, físico. A experiência de ler no papel é totalmente diferente da leitura na internet, que acaba dispersando o leitor", diz Manguel, que cultiva hábitos quase anacrônicos, como o de trocar cartas com amigos escritores.

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