“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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terça-feira, 2 de abril de 2013

AMPLIFY UM TABLET PARA A SALA DE AULA


Este tablet é uma aposta da News Corp num mercado que vale biliões. O sistema educativo americano é muito controlado e controlador e este tablet, o Amplify, responde bem a estas características já que vem equipado com os conteúdos programáticos e permite uma verdadeira interação entre professor e alunos, mantendo o professor um controlo total sobre as matérias e os trabalhos que se realizam dentro da sala de aula e fora dela. O vídeo acima mostra bem as suas finalidades. Este poderá ser, muito bem, um tablet de sucesso ou não tivesse o 'dedo' de Rupert Murdoch...

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

UTILIZADORES MAIS VELHOS LEEM TANTO EM TABLETS COMO OS JOVENS



Os jovens já maioritariamente abandonaram o consumo de notícias em papel, mas consultam notícias em dispositivos móveis “num grau similar ao dos utilizadores mais velhos”, conclui um estudo levado a cabo nos EUA pelo Projecto para a Excelência no Jornalismo e pelo The Economist Group (que edita a publicação homónima).
Os dados indicam que 33% dos utilizadores de tablets entre os 18 e os 29 anos consultam notícias neste tipo de aparelho, um valor que sobe para os 38% na faixa entre os 30 e os 49 e que é ainda mais alto – 42% – entre os utilizadores entre os 50 e os 64 anos.
Entre os utilizadores com mais de 64 anos, a percentagem dos que lêem notícias nos seus tablets cai para 32%, quase o mesmo do grupo etário mais jovem.
Já no caso dos utilizadores de smartphones – e num fenómeno que pode ser explicado, em parte, pela dificuldade dos mais velhos em ler nos ecrãs pequenos – há um decréscimo da consulta de notícias nos patamares etários mais elevados.
Entre os 19 e os 29 anos, 37% consultam notícias em smartphones. Este valor é de 40% nos utilizadores entre os 30 e os 49 anos e de 31% entre os 50 e os 64 anos. Desce para os 25% no caso dos que têm 65 ou mais.
O facto de os utilizadores de dispositivos móveis nas várias faixas etárias recorrerem de forma semelhante a estes aparelhos para ler notícias poderá ter “implicações significativas” para os media, apontam os responsáveis do estudo.
O estudo também inquiriu se o uso de tablets era uma substituição de notícias consumidas noutras plataformas ou se era uma prática cumulativa. “Mais uma vez”, lê-se no relatório, “poder-se-ia esperar que as gerações mais novas, cujos hábitos noticiosos ainda se estão a desenvolver, estivessem a acumular mais consumo de notícias do que as gerações mais velhas”. Porém, “o contrário é verdade”, o que significa que os jovens estão a usar os dispositivos móveis em alternativa a outras plataformas.
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segunda-feira, 5 de novembro de 2012

15 TENDÊNCIAS QUE O EDITOR BRASILEIRO NÃO DEVE IGNORAR


Embora estas tendências se refiram, muito focadamente, no mercado brasileiro, há informação muito relevante para se entender melhor o sentido da edição a nível global e que é, definitivamente, digital.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

A FNAC PORTUGAL JÁ VENDE E-BOOKS


Uma parceria entre a Kobo e a Fnac, permite a aquisição deste tablet a preços muitos atrativos e disponibiliza já 5 mil títulos em português. Ver aqui 

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

ESTUDO REVELA USO CRESCENTE DE TABLETS PARA LEITURA


A Gartner pediu a um grupo de 510 pessoas, que possuíam tablets, para fazerem um registo diário, num período de uma semana, do uso que faziam de três dos seus equipamentos mais usados. Resultados:
- em 1º lugar, vem o email (4 a 5 verificações por dia);
- logo a seguir vem a leitura de notícias (69%);
- consulta do tempo atmosférico vem em 3º lugar (63%);
- em 4º lugar, situa-se a interação nas redes sociais (62%);
- finalmente, em 5º lugar, vinham os jogos (60%).

O grupo também foi inquirido sobre as suas preferências entre a leitura em suporte papel e a digital e mais de 50% referiu que prefere ler em ecrã. A leitura de e-books vem no fim das atividades de leitura mas, ainda assim, leem mais que os que não possuem tablets, smartphones e outros dispositivos móveis.
Este estudo demonstra, claramente, que os tablets estão a tornar-se, sem sombra de dúvida, os preferidos dos consumidores com 45% a afirmarem que não os partilham com ninguém, tornando-os, assim, comparáveis aos celulares que ninguém empresta!...




quinta-feira, 28 de junho de 2012

NEXUS 7 O NOVO TABLET DA GOOGLE


...que parece ser um desafio sério ao IPad e com um preço anunciado muito apetecível!

terça-feira, 19 de junho de 2012

MICROSOFT SURFACE VEM COMPETIR COM O IPAD

É uma mudança histórica na estratégia da Microsoft. Após três décadas em que desenvolveu software e deixou para os outros o fabrico dos computadores, a empresa apresentou uma linha de tablets de marca própria, chamada Microsoft Surface, para competir com o iPad.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012

WOOK COM APP PARA SMARTPHONES E TABLETS


O grupo Porto Editora desenvolveu uma versão móvel do site Wook. A app permite comprar livros, filmes ou "software" a partir de qualquer "smartphone" ou "tablet"
[...]
Se, anteriormente, para aceder a este mercado virtual era necessário ter um computador com ligação à internet, a tarefa agora simplificou-se, sendo possível comprar um livro, jogo ou filme a partir de qualquer suporte móvel munido da tecnologia Android, IOS ou Windows Mobile. Acresce à comodidade um desconto no preço: dez por cento em qualquer produto.
[via Público]

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

OS TABLETS CONQUISTAM UM PÚBLICO CRESCENTE



Há cinco milhões de pessoas espalhadas pelo planeta que vão comprar um segundo tablet durante este ano. O número é avançado pela consultora Deloitte

"Desde que chegou ao mercado em 2010, a explosão dos tablets não têm mostrado sinais de abrandamento. Têm tudo para se tornar o dispositivo com penetração mais rápida na história da tecnologia", afirmou o líder global do departamento de media e telecomunicações da Deloitte, Jolyon Barker, à Reuters.
Durante este ano, a consultora refere que o número de aplicações disponíveis nas lojas vai ultrapassar a marca dos 2 milhões.
Para Portugal, a IDC prevê que as vendas de tablets devem crescer 55,7% em relação ao ano anterior.


[via exame informática]

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

OS TABLETS ESTÃO A ALTERAR HÁBITOS DE CONSUMO


A utilização de tablets está a fomentar novos hábitos de consumo. De acordo com a OMG Consulting, cerca de 70% dos consumidores acedem à internet a partir de tablets enquanto vêem televisão, numa tendência que está a impulsionar o “comércio social”, seja através da procura de preços baixos, consulta de opiniões ou aquisição de produtos. 
[...]
Para cerca de 80% dos utilizadores os tablets assumem-se como um complemento, e não uma substituição, do equipamento electrónico que já possuem. O maior engagement potenciado por estes dispositivos está também a alterar a relação do consumidor com os media, impondo-se como plataforma de acesso preferencial aos conteúdos. A liderar o consumo de media nos tablets estão a consulta de notícias, o visionamento de televisão ou filmes e a leitura de revistas. De acordo com a consultora, os tablets ameaçam mesmo tornar-se o centro da experiência de entretenimento no lar, espaço onde é efectuada a maior parte do consumo.
A consultora IDC adianta que as vendas de tablets em Portugal atingirão este ano as 322 mil unidades, num crescimento de 813% face ao ano passado. O crescimento português será superior ao do mercado mundial (que se fica pelos 300%) dada a chegada tardia do iPad a Portugal. 
[...]
 O mercado dos tablets tem assumido uma relevância crescente no quotidiano dos consumidores, estando mesmo a evoluir em contraciclo com a economia. Recorde-se que nos primeiros 28 dias de comercialização o iPad atingiu um milhão de vendas, número que demorou ao iPhone cerca de três meses a atingir, segundo dados da McKinsey.
[via marketeer]

sábado, 17 de dezembro de 2011

MERCADO EDITORIAL DIGITAL BRASILEIRO VAI CRESCENDO

Prever se o iPad será mesmo o aparelho queridinho nos próximos dez anos ou se um e-reader (aparelho para leitura digital) tem condições de desbancar os tablets parece dúvida sem resposta no terreno da tecnologia. Mas o crescente consumo de conteúdo digital, ao contrário, é consenso. O e-book (livro eletrónico), especialmente, está transformando tanto a indústria de dispositivos móveis como livrarias, editoras e distribuidoras brasileiras.



A Xeriph, espécie de depósito virtual de 5,5 mil e-books que conecta editoras a livrarias, recebia 1 ou 2 títulos virtuais por semana em dezembro de 2010, ano de sua criação. Hoje, são mais de 100. As editoras parceiras, no mesmo período de comparação, saltaram de 20 para 170 - aproximadamente 90% do total de editoras envolvidas na produção de e-books no Brasil.



Esse avanço pode ser visto com nitidez nas livrarias, que agora incorporam em seu quadro de funcionários equipe dedicada apenas aos livros digitais. Na Cultura, o volume de e-books vendidos dobra a cada três meses e a receita desse setor chega a 1% do faturamento total da companhia, R$ 300 milhões no ano passado.



"Como caminhamos, a participação dos e-books nas vendas totais será de 5% em 2013", diz o coordenador da equipe de e-books da Livraria Cultura, Mauro Widman. A concorrente Saraiva, sem revelar valores, também mostra progresso.
[...]
Milagre. O acervo brasileiro de e-books tem cerca de 7 mil títulos, incluindo produções nacionais e estrangeiras, apontam estimativas do mercado. O da Amazon, pioneira no segmento, tem 950 mil títulos. Seria medíocre a posição do Brasil, se não analisadas as particularidades do setor.



Duda Ernanny, presidente da Xeriph e da primeira livraria digital do País, a Gato Sabido, diz ser um milagre a empresa ter uma pequena margem de lucro. "Ainda não há uma boa base de leitores digitais no País, nosso acervo é pequeno, os direitos autorais para obras virtuais não estão inclusos em antigos contratos com escritores e os aparelhos são caros."



O iPad, lançado há um ano a R$ 1.650 na versão mais simples, foi o responsável pelo estímulo dos e-books no Brasil. Mas e-readers, como o Kindle, não pegaram por aqui. Afinal, o que compensa mais: um aparelho de R$ 800 que serve para ler livro ou um de R$ 1.700, para também navegar na internet, tirar foto, gravar vídeo e muito mais?


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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

NOVOS KINDLE COM DICIONÁRIO PORTUGUÊS INTEGRADO

Nos novos modelos do Kindle, o leitor de ebooks da Amazon, já é possível escolher o português como língua a utilizar e o Dicionário Priberam de Língua Portuguesa está pré-instalado.
[...]
O licenciamento foi feito à Amazon para todos os dispositivos e para todas as aplicações. O que significa que nas aplicações do Kindle para leitura em outras plataformas (PC, computadores Mac, e telemóveis e tablets) e no Cloud Reader (para leitura na web, através dobrowser) também existe o dicionário Priberam. Se se descarregar um livro em português nestas aplicações, ao clicar numa palavra, aparece a pergunta: “Quer fazer o download do dicionário em português?”.
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SONY E GRUPO IMPRESA COM ACORDO PARA PERIÓDICOS


Sony e o grupo Impresa firmaram uma parceria pela qual são disponibilizadas assinaturas de cinco semanas de publicações.
Na compra de Sony Tablet S* ou Sony Tablet 3G*, o consumidor receberá assinaturas de cinco semanas para Android do semanário Expresso e das revistas Visão e Caras
NOTA: O preços variam entre os cerca de 480,00€ e os 580,00€ o que não competitivo se compararmos com o iPad2...

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRO VAI DISTRIBUIR TABLETS

O Ministério da Educação (MEC) vai distribuir tablets – computadores pessoais portáteis do tipo prancheta, da espessura de um livro – a escolas públicas a partir do próximo ano. A informação foi divulgada hoje (1) pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, durante palestra a editores de livros escolares, na 15ª Bienal do Livro. O objetivo, segundo o ministro, é universalizar o acesso dos alunos à tecnologia.
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

E-READERS OU TABLETS? GOSTOS DIFERENTES POR SEXO





A Nielsen acaba de divulgar mais um estudo sobre as preferências e tendências em relação aos equipamentos móveis. Conclusões:
- 46% dos proprietários dos tablets está abaixo dos 34 anos e 19% acima dos 55 
- em relação aos proprietários de e-readers, a percentagem é de 65% para as pessoas acima dos 34 anos
- em termos gerais, o crescimento no uso de tablets subiu de 39% (2010) para 43% e de e-readers de 46% para 61%
- as mulheres preferem e-readers e os homens optam mais pelos tablets.
- os proprietários (sexo masculino) de smartphones, acima dos 55 anos cresceu dos 16% (2010) para 18%; entre as mulheres, a subida foi dos 47% para 50%



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