“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leitura. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 23 de novembro de 2010

ANNE FRANK NUM FILME ÚNICO

Sem som e com a duração de 20 segundos mas foi um ótimo trabalho feito pela Anne Frank House ao conseguir recuperá-lo:
“The girl next door is getting married. Anne Frank is leaning out of the window of her house in Amsterdam to get a good look at the bride and groom… At the time of her wedding, the bride lived on the second floor at Merwedeplein 39. The Frank family lived at number 37, also on the second floor. The Anne Frank House can offer you this film footage thanks to the cooperation of the couple.”
[via Open Culture]

ANNE FRANK - NOVELA GRÁFICA

Toda a história de Anne Frank, ao estilo de novela gráfica, num vídeo no Canal Anne Frank do Youtube. Para o ver, clicar na imagem.

ANNE FRANK COM CANAL NO YOUTUBE

Um canal no Youtube inteiramente dedicado a Anne Frank: muitos documentos muito interessantes! Para lá entrar, clicar sobre a imagem.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

POR QUE RAZÃO O BRASILEIRO LÊ POUCO

Fiquemos com a resposta da maior autoridade no mundo, a UNESCO. Para o setor da ONU que cuida de educação e cultura, só há leitura onde:
 1) ler é uma tradição nacional,
 2) o hábito de ler vem de casa e 
3) são formados novos leitores. 
O problema é antigo: muitos brasileiros foram do analfabetismo à TV sem passar na biblioteca. Para piorar, especialistas culpam a escola pela falta de leitores. ” Os professores costumam indicar clássicos do século 19, maravilhosos, mas que não são adequados a um jovem de 15 anos”, diz Zoara Failla, do Instituto Pró Livro. “Apresentado só a obras que considera chatas, ele não busca mais o livro depois que sai do colégio.” Muitos educadores defendem que o Brasil poderia adotar o esquema anglo-saxão, em que os clássicos são um pouco mais próximos, dos anos 50 e 60, e há menos livros, que são analisados a fundo. mas aí teria de mudar o vestibular, e isso já é outra história.
Dados que podemos transpor para a realidade portuguesa porque não deve ser muito diferente... Compete à escola, às bibliotecas mudar esta realidade, não?

terça-feira, 2 de novembro de 2010

OS NOVOS LEITORES

Para se ver esta infografia com toda clareza, basta clicar sobre ela. Contém informação muito interessante sobre os processos de leitura online dos 'novos leitores'. Segundo alguns investigadores, eles necessitam não só de algumas das competências tradicionais mas de outras como, por exemplo, a habilidade de navegar na web e sintetizar a informação de muitas formas diferentes.

domingo, 31 de outubro de 2010

JOÃO PAULO SEARA

João Paulo Seara foi o fundador e diretor artístico do Teatro de Marionetas do Porto. Foi cenógrafo, escritor, professor de interpretação teatral. A primeira vez que o vi em ação foi na minha escola, em 1986, onde levou o Teatro Dom Roberto e um belíssimo teatro de sombras. Depois, fui ver, várias vezes,  o seu Teatro de Marionetas, na Rua de Belomonte, no Porto. Deixou-nos ontem...
Do último livro que escreveu ( e cujo espetáculo está em cena), intitulado Cinderela, escreve José António Gomes, em Inocência Recompensada:

Singular exemplo de recriação hipertextual e de releitura parodística de um clássico (que nos traz à memória Gianni Rodari ou Roald Dahl e as suas Revolting Rhymes), Cinderela constitui um admirável momento de humor, caricatura e ritmo dramáticos, quer pelo cómico de situações e de linguagem que tão bem explora (incorporando, por exemplo, um registo abrasileirado no discurso de várias personagens) quer pelo modo como entretece prosa e verso, narrativa e drama, quer ainda pela convocação de figuras oriundas de outros contos.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

A MORTE DO DIVINO SÓCRATES

Publicado pela 7 Dias 6 Noites, este é o 1º título de uma coleção muito interessante intitulada Filósofos em Delírio. Os autores de A Morte do Divino Sócrates são Jean Paul Mongin (texto) e Yann Le Bras (ilustração). Na contracapa, podemos ler: 

Sócrates vai pelas ruas de Atenas, interpelando aqueles que encontra pelo caminho: Conhece-te a ti mesmo! Não te preocupes com as riquezas, procura a verdade e torna-te filósofo! Isto não é do agrado dos Atenienses. No final de um processo, Sócrates é condenado a beber cicuta. Irá ele fugir? Deverá um filósofo temer a morte?

Já publicados também O Louco Dia do Professor Kant e A Confissão de Santo Agostinho. Para breve: O Melhor dos Mundos Possíveis (segundo

Uma boa aproximação dos mais jovens ao mundo dos filósofos!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

AH, A LITERATURA!

SINOPSE: "Ah, a Literatura!" é o novo programa de livros do Canal Q. Organizado numa lógica de clube de leitura, o programa destacará semanalmente um livro, lido e analisado por ambos os anfitriões, que procurarão acompanhar as novidades editoriais. Todos os episódios contarão com a presença de um convidado ligado ao mundo editorial e com uma série de rubricas rotativa

domingo, 10 de outubro de 2010

A ESCOLA É MADRASTA DA LEITURA





Li, recentemente, na revista Ler, esta entrevista de Carlos Vaz Marques a António Barreto. Dela respiguei as seguintes passagens. No entanto, toda a entrevista pode ser lida aqui

[...] Posso concluir que já tem, por antecipação, uma certa nostalgia em relação ao mundo do livro tradicional?
Tenho, mas há uma coisa que lhe vou dizer: não é por causa do fetichismo do livro. Quase toda a gente diz isso: «Ah, o cheiro, a cola, a capa, o papel, a tinta de impressão.» Tudo isso é muito engraçado mas não é isso que me faz correr. 
A nostalgia é por causa do tempo de meditação, do tempo de leitura, do tempo de saborear, do tempo de ponderar o que se está a ler, de parar, voltar, recomeçar. Ler implica ter uma vida para a leitura; que na sua vida tem de haver espaço para a leitura. Quando você já não tem espaço para a leitura, não é o cheiro que vai substituir o que quer que seja, não é o objecto físico que conta.
[...]




Que papel tem, em tudo isto, a escola?
A escola foi uma ajuda muito madrasta da leitura, em Portugal. Não esteja à espera de um discurso nostálgico a elogiar o tempo da minha juventude porque eu vou dizer-lhe o contrário. Se não fosse a minha família – o meu pai, a minha mãe, as minhas tias, os meus avós – e se não fosse um ou dois professores cujos nomes mais de 50 anos depois eu recordo, a escola não me tinha ajudado. A escola do meu tempo não incitava à leitura. Os que gostavam de ler era por outras razões, não era por causa da escola.
E a escola de hoje?
Passaram 50 anos e, por razões diferentes, a escola hoje destrói a leitura. Seja com a análise estruturalista e linguística dos textos, seja pela ideia de que escola tem de ser mais a acção e tem de ser mais projecto e mais mil coisas que fazem a nova escola. A leitura na escola é a última das preocupações.
Sendo a Internet uma ameaça à leitura, como diz, o esforço para criar uma literacia computacional desde cedo será um erro?
A literacia computacional não é um erro. Eu tive que aprender, já tarde. De facto, o computador, a informática, a Internet podem transformar-se num instrumento de trabalho, de conhecimento e de comunicação importantes. Acho que todas as pessoas devem aprender a usar essas coisas. 

[...]
Se tivesse a seu cargo um jovem a quem quisesse estimular para a leitura, o que é que lhe ocorre como estratégia para obter esse resultado?
Adequar o tipo de livro à pessoa em causa. Depois, pôr de parte, até muito tarde, tudo o que é instrumento, estrutura, forma. Tudo isso eu punha em milésimo lugar. No essencial, chamar-lhe a atenção para o sentido, para a narrativa, para a história. É como com o amor – ou o sexo, para ser mais bruto e cru: você sabe que os sentimentos amorosos e sexuais têm, algures, uma compo- nente bioquímica. São uns produtos que se chamam feromonas ou lá o que é que desencadeiam umas operações no cérebro, no hipotálamo, no sistema nervoso, mas não é isso que faz o amor. 
Nessas ocasiões não se fala de química.
Você não diz a ninguém: as minhas feromonas e as tuas... Não é isso que conta. O que conta é o sentimento, o ver, o beijar. Isso é que conta. É isso que se deve ir buscar à literatura, não a química.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

LER, 'REALIDADE AUMENTADA'...

REDES SOCIAIS E AS BIBLIOTECAS: NOVOS PARADIGMAS, NOVOS LEITORES?


Discutir o tema das Redes Sociais ao serviço das Bibliotecas e da leitura constitui o grande objectivo da Conferência “AS REDES SOCIAIS E AS BIBLIOTECAS: NOVOS PARADIGMAS, NOVOS LEITORES? ”, que se realiza a 22 de Outubro, no Auditório Municipal da Batalha.
O tema, que se reveste de grande actualidade, tem motivado da parte de inúmeros especialistas diferentes pareceres, com distintos argumentos e múltiplas sustentações.
As Redes Sociais, que podem operar em diferentes níveis, permitem analisar a forma como as organizações desenvolvem a sua actividade, como os indivíduos alcançam os seus objectivos ou medir ocapital social – o valor que os indivíduos obtêm da rede social.
Em que medida beneficiarão as Redes Sociais as Bibliotecas? Alcançar-se-á, com maior facilidade recorrendo a estas redes, os diferentes públicos? Como construir a mensagem em canais como o Facebook, o Hi5 ou o Flickr? Estas e outras questões serão abordadas nesta conferência que contará com um painel de especialistas com investigação produzida nestas matérias.
Importante será também conhecer a realidade espanhola trazida até nós por Roberto Soto Arranz, Presidente da ACLEBIM - Associação de Profissionais das Bibliotecas Móveis de Espanha.

As inscrições são gratuitas e podem ser efectuadas até 19 de Outubro, através do site http://biblioteca.cm-batalha.pt.
Related Posts with Thumbnails