“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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segunda-feira, 21 de maio de 2012

THE NEW HIVE PARA CRIAR DOCUMENTOS DE FORMA FÁCIL



Com The New Hive é muito fácil criar um interessante documento online: um diário, um livro de receitas, um portefólio, um trabalho académico... Depois é só partilhar!

quinta-feira, 26 de abril de 2012

WEBRÁDIO EDUCATIVA NO AE DE VALE DO TAMEL


Hoje, no Qualific@ (Exponor, Matosinhos), fui convidada por esta aluna para ir conhecer a 'sua' WebRádio. Fiquei encantada com a sua desenvoltura, com o seu entusiasmo, com os seus conhecimentos!  Pôs-me a experimentar o Audacity e eu não resisti a fazer-lhe uma breve entrevista. Quando os projetos têm à frente um docente empenhado (o que acontece nesta escola) e quando fazem com que os alunos se descubram como autores/produtores usando as novas tecnologias...o resultado só pode ser bom!
Este projeto pertence à EB23 de Lijó - AE Vale do Tamel (Barcelos) e a WbRádio pode ser acedida aqui
Estes alunos trabalham com 2 ferramentas gratuitas: Audacity e Blogger

terça-feira, 6 de março de 2012

MANUAL DIGITAL LANÇA PASSATEMPO "DIA DO PAI"


O Manual Digital lança o seguinte desafio para a comunidade escolar do 1.º ciclo: construir um postal digital representativo para o Dia do Pai, a partir de uma ferramenta multimédia a Oficina Criativa”.
O passatempo “Dia do Pai” destina-se a todas as turmas das escolas do Ensino Básico do 1.º ciclo, públicas ou privadas.
O aluno que construir o postal vencedor ganha bilhetes de entrada para uma visita ao Jardim Zoológico da Maia, para todos os colegas de turma, professor e auxiliar de ação educativa.
A visita ao zoo da Maia inclui a entrada para o Reptilário e o Show da Foca, num dia a definir pela entidade. O prémio abrange ainda uma Viagem no Comboio Turístico.
Os trabalhos serão publicados no Facebook do Manual Digital e o vencedor será o postal com mais "GOSTOS".
Consultar o regulamento aqui.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

UM DÉCADA DEPOIS DO 'BOOM' QUE É FEITO DOS BLOGUES?

(foto de Miguel Madeira)
Uma década depois do boom, o blogue não morreu, mas perdeu mediatismo. As redes sociais vieram elevar a fasquia da rapidez e da interactividade, embora não tenham ocupado por completo o tempo de quem se dedica a publicar coisas na world wide web.
Em 2000, a revista de tecnologia Wired publicou o seu primeiro artigo sobre blogging. Em 2004, a palavra “blog” foi considerada a palavra do ano pela editora americana Merriam Webster. Em 2008, a mesma revista Wired. afirmou em letras garrafais. "Twitter, Flickr, Facebook Make Blogs Look So 2004". A febre do blogue (para muitos foi uma espécie de febre) foi forte. Os debates inflamados e as quezílias entre bloggers ficaram célebres.
[...]
Segundo dados do estudo “State of the Blogosphere 2011”, realizado pelo motor de busca de blogues Technorati, com uma amostra de 4114 bloggers em todo o mundo, 42% dos inquiridos haviam postado no último mês, ao passo que apenas 11% dos bloggers tinham actualizado a(s) sua(s) página(s) nas últimas 24 horas.
[...]
“Não tenho a certeza que possamos falar de uma blogosfera como falávamos em 2004 ou 2005. Mas seguramente temos várias blogosferas”, afirma Paulo Querido. Não creio que a blogosfera esteja morta. [Apenas] deixou de ser notícia”, conclui o autor. Não obstante, continuam a existir blogues e, mais do que isso, blogues que continuam a dar cartas.

Ler texto completo aqui

PAPYRUS PERMITE CRIAR E-BOOKS


O programa Papyrus permite a criação de ebooks.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

PIXLR E SUMOPAINT 2 ÓTIMAS FERRAMENTAS PARA EDITAR IMAGENS + 11


A edição faz-se online, não necessita descarregar qualquer programa. Clicar aqui  e aqui para entrar. Aqui encontra mais 11 ferramentas.

terça-feira, 17 de maio de 2011

PDFs 5 ESTRELAS COM O FLIPSNACK

É assim que o Webmania o descreve (e eu comprovei já!):


Criado pela SnackTools, este serviço permite-lhe transformar qualquer enfadonho documento PDF num interessante e – caso seja de opção – interactivo pedaço de conteúdo.
O serviço é muitíssimo simples de utilizar e todo o processo se resume a dois passos: escolha o documento a transformar, defina opções de cor e tamanho e está pronto a impressionar.
Flipsnack é gratuito para documentos até 15 páginas e a conta grátis permite gerar apenas 3 “flips”. As contas premium (sistema de pontos) não são nada de exorbitante e serão naturalmente a ter em conta caso deseje dar um uso mais intensivo ao produto.
Nada como ver e experimentar. Dê uma olhada à galeria de exemplos.

Façam o favor de o experimentar e...comprovar!!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A WEB 2.0 PODE SER DISRUPTIVA PARA AS BIBLIOTECAS?

Sabemos que a web 2.0 se caracteriza por uma constante produção de ferramentas/aplicações que permitem, de forma cada vez mais fácil e intuitiva, que cada um de nós seja um produtor de conteúdos, dispensando os 'mediadores' tradicionais. As bibliotecas, como 'mediadores' tradicionais da informação podem estar (já estão?) ameaçadas/ultrapassadas pelo recurso a uma série de ferramentas das web 2.0 como se pode ver no esquema acima... Especulativo? Pode ser que sim mas obriga-nos a 'ver' que os serviços que as bibliotecas oferecem devem ser repensados de forma crítica tal como o papel do bibliotecário...Isto ou o esvaizamento do seu importante papel.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

VII SEMINÁRIO E-LEARNING - APRENDER NAS REDES SOCIAIS: AMPLIAR E COLABORAR (2)

O Seminário, que decorreu na Exponor, teve como tema o "Aprender nas Redes Sociais: ampliar e colaborar". Os palestrantes apresentaram comunicações muito interessantes, partilhando projetos  (iTunesU e Virqual), práticas pedagógicas (que se baseiam no recurso a diversas ferramentas da web 2.0 como podcasts, twitter, ning, wetpaint...) e discutindo o conceito da biblioteca escolar 2.0.



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

10 ANOS DE WIKIPEDIA


Estive há uns meses num jantar onde muitos dos convivas eram professores e onde, às tantas, se começou a falar da Wikipédia. O tom geral era um lamento do tipo "agora-os-estudantes-copiam-tudo-da-Wikipedia-e-os-trabalhos-só-têm-disparates". Depois de algumas perguntas, percebi que a esmagadora maioria dos presentes nunca tinha sequer consultado a Wikipédia, mas sabia que era uma enciclopédia online onde toda a gente podia escrever e concluía por esse facto que se tratava da mais monumental colecção de disparates jamais coligida pelo espírito humano, uma espécie de anti-Cristo do saber, uma mancha negra com que o Maligno estava a inundar a Internet e da qual era preciso proteger os jovens espíritos maleáveis.
[...]
A verdade, porém, tem outras facetas. E uma delas é que a Wikipédia é um instrumento cuja qualidade média é elevada - muito boa ou excelente em muitos casos - e que constitui um salto na promoção e na difusão do saber comparável apenas à construção da biblioteca de Alexandria, ao movimento dos Encyclopédistes ou à Escola Republicana.
A Wikipédia, que comemora dez anos esta semana, tornou-se uma funcionalidade central da Internet - tanto como o Google, mas com a diferença de que há outros motores de pesquisa equivalentes e não há outra Wikipédia. Hoje em dia, a maior parte das pesquisas que fazemos na Internet tem uma entrada da Wikipédia no topo dos resultados. E há centenas de milhões de utilizadores que a utilizam regularmente.
Que haja uma biblioteca que tenha este êxito, que milhões de pessoas se habituaram a consultar diariamente, para tirar dúvidas de trabalho, para satisfazer curiosidades fúteis, para saber mais, devia ser visto como uma felicidade. Que esta biblioteca esteja em cima de tantas mesas 24/7 e que seja gratuita, devia ser visto como uma bênção.
É evidente que existem cuidados a ter no uso da Wikipédia e que, como qualquer outra ferramenta, é preciso conhecer as suas limitações, mas o principal problema com a Wikipédia em português é que muitos criticam mas poucos trabalham para a melhorar.
É que, quando digo que a Wikipédia é excelente estou a falar da Wikipédia em geral e da Wikipédia em língua inglesa em particular - mas a Wikipédia em português é fraquinha. Só que a responsabilidade disso é... exactamente dos mesmos profissionais que se queixam da sua falta de qualidade. Dos professores, dos cientistas, dos jornalistas, dos médicos, dos advogados, das universidades, das outras escolas, das organizações profissionais.
Na era da Internet, quando a Wikipédia se transformou numa ferramenta de acesso universal à informação de todos os tipos, de uma forma simples e democrática, não é aceitável que haja tanto saber produzido por dinheiros públicos que não seja vertido pelo menos em parte para estas páginas - onde pode ser encontrado, acedido, usado e enriquecido por todos. Seria normal que as escolas de todos os graus de ensino (com destaque para o ensino superior), os institutos públicos e as instituições de investigação portuguesas fossem contribuintes regulares da Wikipédia - como acontece nos Estados Unidos. Seria normal que escrever uma entrada para a Wikipédia fosse um projecto comum nas universidades portuguesas. Mas não é. A ferramenta já existe, o público já a usa. Só falta que as elites se disponham a fazer a sua parte para melhorar o que existe, em vez de se remeterem à crítica sobranceira e distante. José Vitor Malheiros, Público 11.01.11

E não seria, exatamente, uma iniciativa de grande impacto se a biblioteca escolar se tornasse promotora junto de docentes e alunos para o uso da Wikipedia em modo de edição? Os erros, as lacunas, as imprecisões detetadas seriam corrigidas e a maior enciclopédia, na versão LP, tornar-se-ia fonte (+) segura de informação.
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