A escola já precisava de obras mas a biblioteca também (claro!) mas a vida ali é muito intensa!!
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sexta-feira, 16 de novembro de 2012
VISITA EB1/JI PORTELA (MATOSINHOS)
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VISITA EB1/JI DA VISCONDESSA (MATOSINHOS)
Ainda que nas fotos não apareçam alunos, todos os dias aqui se deslocam alunos com as suas professoras para as mais diversas atividades ou para requisitar livros.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
" AS BIBLIOTECAS SÃO UMA ESPÉCIE DE ZONA DESMILITARIZADA NA 'GUERRA' DIÁRIA DA SOBREVIVÊNCIA ESCOLAR"
Jeff Norton assina o artigo abaixo no qual reflete, de forma brilhante, o papel da biblioteca. Os sublinhados são meus:
School is a tough place. The social
hierarchy of any schoolyard is complex, unforgiving, and ever changing. Kids
need a safe space to explore who they are, be themselves, and discover that
they’re not alone. School libraries are the safe harbour in the storm
of adolescence.
It’s too easy to suggest that school libraries
are a relic of the analogue world. Books are a small, but important part
of the value that school libraries offer. But the safe space that libraries
create, a place of study, reflection, and exploration, is the true gift of
school libraries.
To think about school libraries only as
repository of books is to think of churches as storage units for stained glass.
The school library is the one place on school property where anyone can
seek refuge. It’s a welcoming, comforting place to escape the bullying
(physical, but more often emotional), daily social upheaval, and cliques of the
school years.
The school library is a type of demilitarized
zone in the war for daily schoolyard survival. It’s the one place where
students who are serious about intellectual exploration can feel accepted and
unashamed about wanting to excel. It’s the one place where loners, geeks, and
misfits can escape to through fiction or fuel their interests with non-fiction.
Why do we need to protect these people? Look
at the world’s most valuable companies and take note of who’s in charge. It’s
the kids who took shelter in the library, the geeks and nerds, who are
re-programming our future. The books are important, of course. They are
the ultimate tools in self-guided learning, but they are only part of the mix
that makes school libraries an essential place to shelter and protect our most
promising youth.
School libraries are not just a bunch of rooms
filled with books; they are a national network of incubators for future
economic potential. The geeks, nerds, and keeners (those were the words in
my school days, insert your own here) in high school are our future
entrepreneurs, coders, and leaders. Perhaps their budget should come not from
the Department of Education, but from Trade & Industry. These are the
places where future world-changers ground themselves, recharging their
intellectual curiosity and emotional fortitude to survive another day in the
relentless melee of the schoolyard.
Let’s re-frame the discussion on school
libraries and treat them for what they are, the very, very, very early start-up
incubators for Great Britain’s imagination and initiative – we only need
to take one look at our recent economic performance to accept that we need
these incubators more than ever.
Jeff Norton is a London based writer-director
and the author of the METAWARS saga from
Orchard Books.
[via the literary plataform]
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sexta-feira, 2 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
4ª EDIÇÃO DO CONCURSO "CONTA-NOS UMA HISTÓRIA!"
O Ministério da Educação e Ciência, através da Direção-Geral de Educação, da Rede de
Bibliotecas Escolares e do Plano Nacional de Leitura,
em parceria com a Microsoft,
lança a 4.ª edição do concurso Conta-nos uma história! – Podcastna
educação. Toda a info aqui
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
PROJETO DE VOLUNTARIADO DE LEITURA
Este é um programa de Voluntariado de Leitura que se destina a:
- Apoiar iniciativas de escolas, bibliotecas e outras organizações na captação e no enquadramento de voluntários de leitura.
- Estimular a adesão de voluntários através de uma plataforma digital que facilite inscrições e funcione como instrumento congregador entre voluntários e profissionais.
- Disponibilizar informação e apoio técnico e científico sobre o valor e a prática do voluntariado de leitura.
- Assegurar recursos de formação a voluntários, bem como a responsáveis pela gestão de programas de voluntariado.
- Realizar investigação sobre o impacto das ações de voluntariado no desenvolvimento da literacia e na consolidação dos hábitos de leitura de crianças e jovens.
Quer saber mais? Entre aqui.
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IR AO DENTISTA
Julio Antonio Blasco
[via pinzelades al món]
Vem esta ilustração a propósito do programa SOBE (Saúde Oral, Bibliotecas Escolares) que está a ser implementado em todas as escolas cujas bibliotecas escolares integram a RBE.
A primeira consulta deve ser feita antes mesmo
do aparecimento dos primeiros dentes. Uma consulta agradável, num ambiente
amistoso, ajudará o estabelecimento de um vínculo afetivo com o dentista;
também é importante um programa de educação e medidas preventivas que evitem o
aparecimento de cárie e doenças gengivais.[índicedesaúde]
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
22 DE OUTUBRO DIA DAS BIBLIOTECAS ESCOLARES
Segundo os princípios estabelecidos pela International Association of School Librarianship - IASL, o "Mês Internacional da Biblioteca Escolar permitirá aos responsáveis pelas bibliotecas escolares, em todo o mundo, escolher um dia, em outubro, que melhor se adeque à sua situação de forma a celebrar a importância das bibliotecas escolares... ".
O Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares decidiu declarar o dia 22 de outubro como o Dia da biblioteca escolar, permitindo, deste modo, às escolas a preparação atempada de atividades específicas a realizar nesse dia, independentemente das ações que possam levar a efeito noutros dias do mês.
Para celebrar esta data, a IASL propôs, como habitualmente, um tema aglutinador: Bibliotecas escolares: uma chave para o passado, presente e futuro.
- Uma chave para o passado, porque sem memória e transmissão do conhecimento seria impossível receber a herança e património de saberes, que hoje nos identifica a todos;
- uma chave para o presente, porque só através do domínio da informação e gestão do conhecimento, que configuram a nossa era, podemos dar continuidade a esse legado, enriquecê-lo e projetá-lo no tempo;
- uma chave para o futuro, porque este dependerá sempre da ação, expectativas e capacidade de gerir as mudanças com que o desejamos tecer.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
FORMAÇÃO DESENVOLVIDA PELA RBE EM 2011-12
[…]
Do ano letivo de 2011/ 2012 destacamos os
temas mais relevantes:
• avaliação da biblioteca escolar;
• biblioteca escolar 2.0;
• gestão integrada da biblioteca escolar no agrupamento;
• organização e gestão da biblioteca escolar;
• biblioteca escolar: desafios no contexto da escola atual;
• redes concelhias, construção de parcerias.
A RBE, em articulação com outras instituições
com as quais tem vindo a estabelecer parcerias, realizou ainda sessões de
(in)formação em todo o país, dirigidas a alunos, docentes das diferentes áreas
disciolinares e professores bibliotecários. Estas sessões tiveram como objetivo
o desenvolvimento de competências no âmbito das literacias da informação e
também da estatística.
Também para o pessoal não docente, assistentes
operacionais, foi elaborado um plano de formação contínua, organizado em cursos
de formação e incidente em quatro temáticas:
• organização e funcionamento da biblioteca
escolar – recursos e serviços;
• tecnologias da informação e comunicação na biblioteca escolar – apoio
aos utilizadores;
• gestão e tratamento da documentação/ informação;
• a biblioteca escolar na sociedade em rede.
Em síntese, realizaram-se no decurso do ano
letivo de 2011-12 126 ações de formação contínua creditadas, envolvendo um
total de 126 turmas e 2642 formandos e 240 sessões de informação em que
participaram 4384 alunos e professores.
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RBE
sábado, 22 de setembro de 2012
I JORNADAS DA REDE DE BIBLIOTECAS DE LOUSADA
PROGRAMA
DIA 26 DE OUTUBRO
9h00 – Receção. Distribuição de documentação.
9h30 – Sessão de Abertura: Presidente da
Câmara Municipal de Lousada, Representantes da DREN e da Rede de Bibliotecas Escolares e Presidente da Rede de Bibliotecas de Lousada.
Intervalo. Apontamento musical pelo Conservatório Vale do Sousa.
Painel 1.
10h45 – Conferência do Dr. Fernando Pinto do Amaral, Comissário do Plano Nacional de
Leitura.
11h30 – O digital e o futuro do livro e da leitura, pelo Dr. Carlos Pinheiro, Coordenador
Interconcelhio da Rede de Bibliotecas Escolares e Professor-Bibliotecário da EB 2,3 Padre
Alberto Neto.
Debate.
Moderadora: Dra. Luísa Lopes, Diretora do Agrupamento de Lousada Oeste.
....
14h00 – Apontamento musical por “Murmúrios da Terra”, Música Tradicional Portuguesa
da Biblioteca da Secundária de Paços de
Ferreira.
Painel 2.
14h15 – Catálogos coletivos, pelo Dr. Adão
Carvalho, da Rede de Bibliotecas Escolares do Porto.
14h45 – Redes Concelhias, pela Dra. Maria
Artur Barros, Coordenadora Interconcelhia da Rede de
Bibliotecas Escolares.
Debate.
Moderadora: Dra. Graça Coelho,
Professora-Bibliotecária do Agrupamento de Escolas de Lousada.
Intervalo.
Painel 3.
15h45 – Boas Práticas em Rede, pela Dra.
Emília Oliveira, Presidente da Rede de Bibliotecas de Lousada
16h00 – Apresentação de projetos das
Bibliotecas dos Agrupamentos de Lousada.
16h30 – Contributos para a história do
trabalho colaborativo em rede, pela Dra. Anunciação Gaspar, Bibliotecária da Biblioteca Municipal de
Lousada.
Debate.
Moderadora: Dra. Ernestina Sousa, Diretora do
Agrupamento de Lousada Norte.
DIA 27 DE OUTUBRO
9h30 – Declamações de poesias por alunos e
professores da Escola Secundária de Lousada.
Painel 4.
9h45 – A literacia da ciência, pelo Dr. José Saro, Professor da Univ.
Portucalense e Coord.
Interconcelhio da Rede de Bibliotecas
Escolares.
Debate.
Moderador: Dr. Orlando Pereira, Diretor do Agrupamento de Escolas de Lousada
Este.
Intervalo.
10h30 – Apontamento de leitura por alunos do Agrupamento
de Escolas de Lousada Oeste.
Painel 5.
10h45 – A arte de ser leitor, pelo escritor
José Fanha.
11h30 – Literacia ou Cultura da Informação? Algumas reflexões em torno dos conceitos,
pela Dra. Manuela Barreto Nunes, Professora Auxiliar e Diretora Geralda Biblioteca da Universidade Portucalense.
Moderadora: Dra. Filomena Babo, Presidente da
CAP do Agrupamento de Escolas de Lousada.
Debate.
Almoço livre
14h00 – Apontamento da peça “A Boca do Inferno”, de António Torrado, pela Jangada Teatro.
14h30 - Tertúlia literária com os escritores
José Fanha, António Torrado e Manuela Mota Ribeiro.
Moderador: Dr. Luís Ângelo Fernandes,
Professor-Bibliotecário do Agrupamento de
Lousada Norte.
Intervalo.
16h00 – Poetas com voz, pelo cantor Luís
Portugal.
Ação de formação creditada na modalidade de seminário, com 0,6 créditos.
Informações e inscrições:
cfsn@cfaesousanascente.org
mediante pagamento de 7,50 euros até 23 de
outubro
(10,00 euros após esta data) e comprovativo de
transferência
bancária para o NIB. 003203800020112862090,
LADEC:
Lousada Associação de Eventos Culturais, com
ficha de inscrição em www.cfaesousanascente.org
Outras informações: Tel. 255820500
(Biblioteca Municipal), biblioteca@cm-lousada.pt
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
EXPRESSO OFERECE COLEÇÃO REIS DE PORTUGAL
Uma boa oportunidade para reforçar a coleção da biblioteca escolar....se houver quem compre o semanário e ofereça os livros, não é?
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sábado, 15 de setembro de 2012
SOBE - SAÚDE ESCOLAR, BIBLIOTECAS ESCOLARES (2)
SOBE = Saúde Oral, Bibliotecas Escolares teve o arranque oficial no passado dia 12 e é um projeto conjunto da Direção Geral de Saúde, Plano Nacional e Rede de Bibliotecas Escolares. O site está cheio de informações e os professores bibliotecários devem ativar a sua inscrição.
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quarta-feira, 12 de setembro de 2012
3 VÍDEOS PARA PROMOVER A SAÚDE ORAL JUNTO DOS MAIS NOVOS
Hoje, dia 12 de setembro, arranca o programa SOBE - Saúde Oral, Bibliotecas Escolares - uma parceria da DGS e a RBE e estes vídeos são uma sugestão para animar sessões de esclarecimento nas bibliotecas escolares.
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terça-feira, 11 de setembro de 2012
SOBE - SAÚDE ORAL, BIBLIOTECAS ESCOLARES
A Direção-Geral
da Saúde, o Plano
Nacional de Leitura e a Rede de Bibliotecas Escolares
estabeleceram um protocolo de colaboração no âmbito da prevenção da saúde oral
em Portugal, formalizado pelo projeto SOBE - Saúde Oral,
Bibliotecas Escolares, ligando a saúde oral, a literacia e as bibliotecas
escolares.
São hoje comummente conhecidas as implicações
da literacia na saúde e bem-estar dos cidadãos e a importância particular no
campo educativo da literacia em saúde.
O projeto SOBE situa-se nesta área de
intervenção, tendo como como principais objetivos:
• aumentar a qualidade da informação sobre
saúde oral;
• consciencializar as famílias para a importância desta área da saúde;
• fazer a prevenção precoce da saúde oral, junto das crianças;
• utilizar as bibliotecas escolares para promover a divulgação da saúde oral.
A iniciar no ano letivo 2012/ 13, o projeto
consiste na distribuição de um Kit Bibliotecas para cada uma das 2300
bibliotecas escolares, abrangendo mais de 1.000.000 de crianças. O
conjunto de materiais que compõe o Kit – escovas de dentes, fio
dental, autocolantes, CD, fantoches, livros, entre outros – permite desenvolver
unidades curriculares e projetos, exercitando a leitura, a escrita, as
capacidades matemáticas e criativas e, simultaneamente, explorar o mundo da
saúde oral, através da utilização de recursos e atividades divertidas, cruzando
vários domínios de competência e de conhecimento.
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
UM AUTOCOLANTE PARA OS LIVROS PARA OS MAIS PEQUENOS
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sábado, 4 de agosto de 2012
"ESTIMULAR A LEITURA SEM PRECONCEITO" AFIRMA CECILIA BONJUR
"É preciso acabar com as dicotomias e estimular a leitura sem preconceito, tanto na infância como na adolescência. Esse desafio deve instigar o trabalho do professor", afirma a argentina Cecilia Bonjur.
[...]
Por quê?
Porque o problema da leitura sempre foi menos grave nos países com mais possibilidade de acesso a bens culturais. Mas hoje temos um momento migratório muito grande e, além disso, o primeiro mundo está vivendo uma crise econômica que parecia que só pertencia a países pobres. A desigualdade está repartida e isso é bom para pensar estratégias mundiais de aumento do acesso aos livros.
Não parece difícil conquistar leitores de material impresso na era da internet?
Devemos fazer com que os leitores tenham acesso aos múltiplos suportes e deixar claro que no mundo das tecnologias não está todo o conhecimento estabelecido. Há algumas limitações que só deixam de existir quando a aprendizagem é vinculada aos livros. Quando os alunos começam a encontrar os tesouros e desafios dos livros, eles se deixam seduzir.
[...]
Com a participação da escola?
Isso. Porque há pais realmente omissos em relação à leitura e incentivo aos filhos. Mas muitos deles não o fazem porque realmente não têm condições materiais ou por achar que não têm capacidade, que os bens culturais não são para eles. É aí que a escola entra na história, e as bibliotecas são lugares excelentes para essa manifestação contracultural que gere confiança e hospitalidade.
E como fica a seleção dessa literatura a ser apresentada?
Eu não subestimaria nenhum tipo de leitura. Acredito que as escolas e as bibliotecas devem receber os leitores com o mundo que eles trazem, com as leituras que têm e, a partir daí, ampliar os horizontes, sugerir aprofundamentos. Se você opõe o best-seller à cultura culta, gera outra falsa dicotomia. Me parece muito mais interessante a convivência de cultura, a mestiçagem, as hibridações.
[...]
O que é adequado?
Qualquer coisa. Desde que se considere o leitor como poderoso, potente. Não se pode esquecer, nunca, que a valorização dos leitores passa por colocar à disposição deles textos desafiantes, que comovem e colocam para funcionar a inteligência e o coração ao mesmo tempo. Quando se faz isso, fica clara a constatação: as crianças são ávidas leitoras de mundos estranhos, distantes e metafóricos, e se sentem muito agradecidas quando os adultos as tratam como gente que pode, que consegue. Todo pai e todo professor deveria ter isso em mente.
Ler a entrevista completa aqui
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quarta-feira, 4 de julho de 2012
"PARA QUÊ BIBLIOTECAS?" INTERROGA MARGARIDA FRÓIS
As bibliotecas têm (aqui) um papel fundamental já que através delas é possível fazer chegar textos, em diversos suportes, a todos os cidadãos. Estes textos são essenciais para que as crianças desde muito pequenas tenham contacto com a leitura e a possam praticar, chegando através delas às famílias.
O problema das famílias não leitoras é extremamente grave porque não havendo a prática da leitura em casa, tudo se complica. É pois fundamental chegar às famílias. As bibliotecas escolares, os professores bibliotecários e os docentes em geral têm aí um papel fulcral, pois a proximidade com os pais e encarregados de educação permite influenciá-los através de estratégias que conduzam à criação desses hábitos.Daí a urgência das Redes Concelhias. As redes concelhias permitem rentabilizar recursos: humanos, documentais, informáticos e criar serviços de qualidade. As redes de bibliotecas são a melhor estratégia para atingir os tais níveis de literacia que ambicionamos.Texto completo aqui
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domingo, 1 de julho de 2012
ROSS TODD TALKS ABOUT SCHOOL LIBRARIES AND STUDENT NEEDS
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terça-feira, 12 de junho de 2012
"III ESCRITOS DE MINDELO" UMA INICIATIVA DA BE DO AE DO MINDELO
Esta foi a 3ª edição de Escritos de Mindelo, uma iniciativa da biblioteca escolar, à qual se associam vários professores, e que consiste num incentivo à escrita através de desafios que são lançados mensalmente. Participam alunos de todo o agrupamento, professores, funcionários e também encarregados de educação. A vereadora da Educação e Cultura, Dra Elisa Ferraz, esteve presente e dirigiu palavras muito elogiosas à iniciativa. Da Câmara Municipal vieram a maior parte dos livros que foram oferecidos aos alunos com textos premiados.
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terça-feira, 8 de maio de 2012
TIGS LIBRARY, UMA BIBLIOTECA DO SÉC.XXI
vista geral a partir da entrada
zona para TV e uso de laptops/tablets
visionamento DVD para os pequenos
visionamento em grupo para os maiores
zona de leitura informal
um gabinete de trabalho para pequenos grupos
zona para os pequenos
zona de jogos para os pequenos
usando iPad com auscultadores
uma parede pintada com uma tinta especial que permite que os alunos escrevam mensagens, ideias, propostas, críticas...
A biblioteca de The Illawarra Grammar School, TIGS Library, (Australia) foi a obras e surgiu com um 'look' totalmente novo. Sendo uma escola com alunos 'Junior' e 'Senior', a biblioteca tem espaços adequados a diferentes níveis etários. Um espaço muito bem concebido, colorido, confortável.
Outros dados de interesse:
- 600 alunos com idades entre os 7 e 13 anos
- livros: 15 000 (30% ficção) mas a crescer para 20 000
- média de frequência: 100-150 alunos (especialmente no intervalo do almoço)
- computadores: 1:1 (1 laptop por cada aluno dos 7 aos 11 anos) e os alunos mais velhos levam os seus portáteis
- pessoal: 1 bibliotecário e 2 assistentes
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