“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

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terça-feira, 23 de abril de 2013

POSTAL DOS CTT HOMENAGEIA OS 250 ANOS DA TORRE DOS CLÉRIGOS


Seria muito interessante que as bibliotecas escolares promovessem uma atividade (eventualmente em articulação com as disciplinas de Língua Portuguesa, História e Educação Visual) que tivesse este postal como ponto de partida: conhecer a sualocalização, a sua  história, o seu arquiteto e...escrever uma mensagem para alguém! Será que os alunos sabem que se podem mandar postais pelo correio e escritos à mão?? Há mais vida para além dos telemóveis e computadores!!

terça-feira, 2 de abril de 2013

AMPLIFY UM TABLET PARA A SALA DE AULA


Este tablet é uma aposta da News Corp num mercado que vale biliões. O sistema educativo americano é muito controlado e controlador e este tablet, o Amplify, responde bem a estas características já que vem equipado com os conteúdos programáticos e permite uma verdadeira interação entre professor e alunos, mantendo o professor um controlo total sobre as matérias e os trabalhos que se realizam dentro da sala de aula e fora dela. O vídeo acima mostra bem as suas finalidades. Este poderá ser, muito bem, um tablet de sucesso ou não tivesse o 'dedo' de Rupert Murdoch...

domingo, 24 de março de 2013

"O DIA MAIS LONGO DE MAGGIE SIMPSON NO INFANTÁRIO"

A paranónia securitária, os 'bons' e maus' meninos, a 'ordem' e a 'desordem', a descoberta, o despertar para a beleza da natureza...Um pequeno filme cheio de questões que dão que pensar...

sexta-feira, 22 de março de 2013

INTERNATIONAL YEAR OF WATER COOPERATION


Water cooperation is a foundation for peace and sustainable development. Water cooperation contributes to poverty reduction and equity, creates economic benefits, helps preserve water resources and protect the environment, and builds peace. 
To focus attention on this important subject thecelebrations for World Water Day on 22 March 2013 will take place around the world with the theme of water cooperation.

Porque a água é um bem indispensável à vida, vamos contribuir para um uso responsável e cooperativo. As bibliotecas podem dar o seu contributo fundamental.


segunda-feira, 11 de março de 2013

CM DE LISBOA LANÇA E-BOOK GRATUITO SOBRE O AMBIENTE


Este livro, de distribuição gratuita, é um indutor pedagógico de cariz ambiental, tendo como quadro de referência o contexto urbano, as temáticas ambientais, energéticas e os valores de uma cidadania activa… Pretende incentivar os mais jovens, a descobrir Lisboa, a conhecer a sua biodiversidade, a desenvolver o interesse pela participação na vida colectiva, elementos indissociáveis de uma educação para a sustentabilidade.A versão digital do livro será publicada em Apple ibooks Store, em compatibilidade para plataformas Android e PC, e estará disponível para descarregar da internet a partir dos sites da Câmara Municipal de Lisboa e da Lisboa E-Nova.
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quarta-feira, 6 de março de 2013

WORLD READ ALOUD DAY

segunda-feira, 4 de março de 2013

I ENCONTRO INTERNACIONAL DA CASA DAS CIÊNCIAS

Acontece em Lisboa, nos dias 21 e 22 de março de 2013, mas instalações da ES D. Dinis. O tema central é: RECURSOS EDUCATIVOS DIGITAIS EM CONTEXTOS DE APRENDIZAGEM. Este encontro está acreditado e confere 0,6 créditos.
Inscrições, programa e outras informações aqui.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

E SE OS ANIMAIS SE ALIMENTASSEM NO MACDONALD'S?


Um vídeo muito interessante para abordar a questão da alimentação saudável com os mais novos!

73% DE DOCENTES NORTE -AMERICANOS USAM SMARTPHONES EM ATIVIDADES LETIVAS



A survey of teachers who instruct American middle and secondary school students finds that digital technologies have become central to their teaching and professionalization. At the same time, the internet, mobile phones, and social media have brought new challenges to teachers, and they report striking differences in access to the latest digital technologies between lower and higher income students and school districts.
Asked about the impact of the internet and digital tools in their role as middle and high school educators, these teachers say the following about the overall impact on their teaching and their classroom work:
  • 92% of these teachers say the internet has a “major impact” on their ability to access content, resources, and materials for their teaching
  • 69% say the internet has a “major impact” on their ability to share ideas with other teachers
  • 67% say the internet has a “major impact” on their ability to interact with parents and 57% say it has had such an impact on enabling their interaction with students
  •  73% of AP and NWP teachers saying that they and/or their students use their cell phones in the classroom or to complete assignments
  • More than four in ten teachers report the use of e-readers (45%) and tablet computers (43%) in their classrooms or to complete assignments
  • 62% say their school does a “good job” supporting teachers’ efforts to bring digital tools into the learning process, and 68% say their school provides formal training in this area
  • Teachers of low income students, however, are much less likely than teachers of the highest income students to use tablet computers (37% v. 56%) or e-readers (41% v. 55%) in their classrooms and assignments
  • Similarly, just over half (52%) of teachers of upper and upper-middle income students say their students use cell phones to look up information in class, compared with 35% of teachers of the lowest income student.
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MAIA ASSINALA DIA INTERNACIONAL DA PROTEÇÃO CIVIL NAS BIBLIOTECAS ESCOLARES


O Serviço Municipal de Proteção Civil da Maia organizou um conjunto de ações para assinalar o DIA INTERNACIONAL DA PROTEÇÃO CIVIL no próximo dia 1 de março. Assim, em colaboração com a Biblioteca Municipal, através do SABE (Serviço de Apoio às Bibliotecas Escolares), começou por apresentar o programa numa reunião com professores bibliotecários, enviando, de seguida, um ofício às direções das escolas. O programa consta, essencialmente, da elaboração de um livro interativo: "Nós e os Riscos" que será utilizado como ponto de partida para abordagem do tema dos riscos naturais e riscos tecnológicos nas ações de esclarecimento em todas as escolas, nas respetivas bibliotecas.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

PAREDE INTERATIVA EM HOSPITAL FAZ PARTE DA TERAPIA DAS CRIANÇAS


Royal London Children’s Hospital dtem agora um espaço de recreio para as crianças com um conceito novo: brinquedos gigantes muito coloridos e um enorme ecrã onde os jogos interagem com as crianças. Este espaço foi concebido por uma equipa multidisciplinar. médicos, designers, arquitetos, artistas e animadores e pretende ser um espaço terapêutico i.e., um espaço onde as crianças, ao brincarem estão, também, a recuperar a sua saúde. 
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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

HOLOGRAMAS 3D PRESERVAM MEMÓRIAS DO HOLOCAUSTO



Um esforço da Universidade da Califórnia do Sul vai permitir preservar a memória dos sobreviventes do Holocausto de uma forma interativa e original. O projeto New Dimensions in Testemony filmou os testemunhos de quem viveu o Holocausto e transformou esses vídeos em hologramas 3D. Foram usadas sete câmaras e os sobreviventes estavam presentes num Chroma verde, numa cúpula com mais de seis mil LEDs. A filmagem foi feita em 3D e convertida para que os hologramas possam ser apresentados em museus ou instituições de ensino.
Esta iniciativa é um pouco mais avançada do que a experiência que pôs Tupac Shakur ao vivo num concerto recentemente, explica a Cnet. O New Dimensions vai permitir que os hologramas sejam vistos de vários ângulos e vai integrar tecnologia como a Siri que permite que a audiência possa interagir com a imagem e fazer perguntas.
O objetivo é que as memórias sejam preservadas e as experiências sejam passadas como se o sobrevivente as estivesse a contar em primeira mão.


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

" QUEM NÃO GOSTA DE LER NÃO VAI PROCURAR LIVROS DIGITAIS" AFIRMA ZOARA FAILLA



Os números não deixam espaço para o otimismo. É a conclusão a que se chega quando se toma conhecimento dos dados Uma pesquisa, Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pela Fundação Pró-Livro e pelo Ibope Inteligência[...] revela que 50% da população do país, ou 88 milhões de pessoas, não leem sequer um livro por ano. Ao mesmo tempo, aumentou o número de pessoas que afirmaram passar o tempo de lazer na internet ou vendo televisão – para esses entrevistados, a leitura não seria uma opção de passatempo.
[...]
A socióloga Zoara Failla, coordenadora do estudo, tenta responder em entrevista abaixo ao ‘Alô, Professor’.

A pesquisa aponta que o número de pessoas que preferem ver TV e navegar na internet nas horas de lazer vem aumentando. Como fazer para o livro ser também uma forma de entretenimento? 


Primeiro, entendo que a internet e a TV não roubam leitores. As pessoas que vão navegar na internet ou ver TV não desenvolveram o hábito de ler por prazer. E isso, sem dúvida, começa na escola. As escolas em geral não desenvolvem práticas de leitura. Na verdade, o que se faz é apresentar a leitura como tarefa, como a obrigação que o estudante terá quando sair da escola. Toda a questão começa com o despertar do interesse pela leitura.

Já que aumenta o número de pessoas navegando na internet, não seria o caso de incentivar a leitura nessa plataforma? Livros digitais, por exemplo, poderiam ajudar a aumentar o número de leitores?


Quem não gosta de ler não vai procurar livros digitais. A pessoa só vai fazer isso se gostar de ler. Do contrário, vai para as redes sociais ou para alguma plataforma de interação. Em geral, o que se lê na internet? Recados, mensagens cifradas e sem conteúdo. As pessoas se comunicam, disso eu não tenho dúvida. Mas existe uma diferença grande entre informação e conhecimento. Quem usa a internet dessa forma não desenvolve conhecimento.

E como se desenvolve o conhecimento?


É importante acessar conteúdos mais complexos, de maior qualidade, que leve a pessoa a desenvolver capacidade crítica e de concentração. O livro é um conteúdo mais complexo. Este é o grande problema da informação pasteurizada: ela não dá vazão ao pensamento crítico. Rouba o tempo da pessoa.

Qual seria a importância da leitura num sentido prático e mais funcional?


A leitura é importante na vida social e profissional. Na prática profissional, por exemplo, quem tem capacidade crítica se diferencia, consegue ter um pensamento mais estratégico, faz relação entre as coisas e tem aptidão para usar aquilo que aprendeu. Essas qualidades podem ser levadas para a vida pessoal também.

Como você avalia as campanhas de leitura promovidas pelo Estado?


Toda campanha de leitura é importante. Há essa tendência de seguir modismos, e é inegável que uma celebridade dizer que o livro é importante, traz leitores. Você percebe que as pessoas que são formadoras de opinião têm influência. É legal fazer o livro entrar na moda. Além de ter bijuteria da celebridade, a pessoa passa a querer ler a obra que a celebridade está lendo. É como torcer por um time de futebol: ninguém nasce com um time, ninguém nasce gostando de futebol. Mas o pai incentiva a criança o tempo todo, estimula-o a gostar de futebol. Dá bola, camisa – o pai valoriza o esporte, a família valoriza. De algum jeito é passado para a criança que gostar de futebol é bom. Isso deveria acontecer com o livro e com questões culturais como um todo.

De que maneira?


É importante ler na frente da criança, presenteá-la com livros, criar jogos de perguntas sobre o livro que ela está lendo. É importante criar esse espaço da leitura na vida da criança.

A pesquisa aponta o professor como a pessoa que mais influencia a pessoa a ler. Qual seria o papel da escola na promoção da leitura?


A escola é um espaço privilegiado. E o professor deve saber ler bem, gostar de ler. Senão, ele não saberá fazer o marketing correto. Os clássicos são maravilhosos, mas você tem que ter compreensão do que está lendo para poder ensinar. E os clássicos exigem conhecimento. Machado de Assis é maravilhoso, mas é complexo. Pode ser difícil para o aluno ler Machado de Assis. O importante é tentar identificar do que o adolescente gosta, o que ele quer ler.

E há ‘o livro certo’?


Não! Pode ser Harry Potter, Crepúsculo... Pode ser gibi! O importante é desenvolver o hábito da leitura, divulgar que há pessoas que não conseguem dormir sem ler! Com o tempo, o jovem acha o seu caminho, desenvolve o seu gosto.

Como o professor deve lidar com a diferença de gostos em sala de aula na hora de passar uma obra para ser lida no semestre?


O professor deve conhecer a sua sala de aula. É preciso escolher o livro que contemple a maioria. Ou, quem sabe, dar algumas opções, apresentar cinco ou seis livros. As crianças não são tão diferentes assim. A maioria tem gosto e interesse parecidos.


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