“Well-run libraries are filled with people because what a good library offers cannot be easily found elsewhere: an indoor public space in which you do not have to buy anything in order to stay.” Zadie Smith

sábado, 31 de julho de 2010

O FIM DOS LIVROS

É o título de um curioso livro de Octave Uzanne, publicado, pela 1º vez, em 1895 e que a Palimpsesto Editora nos dá a conhecer. A situação é esta: num serão londrino, vários convivas discorrem sobre as recentes invenções e como poderão elas vir a afetar o desenvolvimento da sociedade. Sobre o futuro dos livros, vaticina um dos presentes, de forma muito surpreendente:
"Se por livros pretendem referir-se aos nossos inumeráveis cadernos de papel impresso, dobrado, cosido, brochado sob uma capa anunciando o título da obra, confessar-vos-ei francamente que não acredito - e que os progressos da eletricidade e da mecânica moderna me proíbem de acreditar - que a invenção de Gutenberg possa não cair, mais ou menos proximamente, em desuso como intérprete das nossas produções intelectuais. [...] a tipografia parece-me ameaçada de morte, na minha opinião, pelos diversos gravadores de som que foram recentemente descobertos e que a pouco e pouco se irão aperfeiçoar largamente."
As ilustrações originais são de Albert Robida.

JÁ SÓ LHE FALTA ESCREVER UM LIVRO?

sexta-feira, 30 de julho de 2010

2 FILMES EM 1

Viram Toy Story 3? Viram A Origem? Eis o que acontece se se juntarem os 2 num trailler 'arrepiante'!!

A CASA DE PAPEL

Li-o de uma vez só (também não é moroso ler 78 páginas...), incapaz de fazer uma pequena pausa, sequer! Como se diz, na contracapa, "é um romance sobre o amor desmesurado pelas bibliotecas e pela literatura." Há livros que mudam o destino das pessoas...é a tese inicial desta obra de Carlos María Domínguez, publicada pela ASA/LEyA.

REVISTA "MI BIBLIOTECA"

Saiu mais um número.

TINTIN NÃO VOLTOU DO CONGO...


Foi o que vi numa parede em Paris!...

terça-feira, 27 de julho de 2010

LEITURAS DE VERÃO (2)







Mais uns quantos 'apanhados' a ler!

VAI UMA LEITURAZINHA NA PRAIA?








Mar rima com descansar, espreguiçar, nadar...E, numa pausa entre um mergulho e o estender o corpo ao sol...vai uma leitura? Várias são as autarquias que não se esquecem de pôr ao alcance dos frequentadores das praias, livros, revistas, jornais, internet, jogos...: Póvoa, Sesimbra, Vila do Conde, Torres Vedras...

segunda-feira, 26 de julho de 2010

MESA INTERATIVA PARA CRIANÇAS


A Edigma (empresa portuguesa sedeada em Braga) vai lançar no mercado uma mesa com uma plataforma interativa na qual uma mascote, a Tokas, tem como missão orientar as crianças em jogos didáticos. A 1ª mesa, em Portugal, está já instalada no Hospital S. João (Porto). Embora a empresa refira que se destina a espaços públicos, como por ex. áreas comerciais, consultórios, hospitais, jardins de infância..., parece-me que as bibliotecas escolares das escolas do 1º ciclo ou dos centros escolares podiam ser espaços a considerar com grandes vantagens. Será que as autarquias querem apoiar? [via Exame Informática]

UMA BIBLIOTECA É UMA CASA ONDE CABE TODA A GENTE


Este é o título de um delicioso livro da Mafalda Milhões (Bichinho do Conto) que comprei hoje e que sugiro para as bibliotecas dos mais pequeninos (4/5 anos)!

domingo, 25 de julho de 2010

EXPOSIÇÃO DE ANA VIDIGAL NO CAM


Três décadas de trabalho de Ana Vidigal. Esta exposição mostra que a sua obra não é feita apenas de pintura, o suporte mais conhecido do seu trabalho. Até 26 de Setembro no Centro de Arte Moderna Azeredo Perdigão, na Fundação Gulbenkian, em Lisboa.
"Menina Limpa, Menina Suja" é o título de uma série de trabalhos de Ana Vidigal (n.1960, Lisboa) que também dá título a esta exposição comissariada pela directora do CAM, Isabel Carlos. Mostrando trabalhos produzidos durante a sua carreira de trinta anos, os visitantes vão ser confrontados não apenas com a pintura bem conhecida da autora mas também pelo seu trabalho em outros suportes. [ fonte jornal Público]

CASA DAS HISTÓRIAS COM ACTIVIDADES EDUCATIVAS

OLHÓ O AUDIOLIVRO FRESQUINHO!! (2)


Não apetece ler? E se alguém ler para si? Sim? Tem um mp3? 4,50 € não lhe fazem falta? Então, clique aqui. E já pode estender a toalha que alguém lê para si!!!

DIA NACIONAL (no Brasil) DO ESCRITOR

sábado, 24 de julho de 2010

DÚVIDAS QUANTO ÀS MUDANÇAS NESTA DÉCADA?


[via The Proverbial Lone Wolf Librarian Webslog]

JORNADAS EM MADRID - TRANSFORMAÇÃO DOS HÁBITOS DE LEITURA E ESCRITA


Vão decorrer em Madrid, no dia 26 de outubro as II Jornadas Técnicas organizadas pela ANELE sob o tema: "Transformação dos hábitos de leitura e escrita:o impacto das novas aplicações nos centros educativos". Toda a informação aqui.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

OLHÓ O AUDIOLIVRO FRESQUINHO!!

Uma forma simples de ler enquanto apanha sol, saboreia um gelado, se senta num banco do jardim... Basta descarregar para o mp3 os audio livros da Boca e...'ouviler'!!

LEITURAS DE VERÃO


Como gosto de fotografar, vou fotografando quem 'apanho' a ler...

terça-feira, 20 de julho de 2010

domingo, 18 de julho de 2010

NELSON MANDELA DAY


No dia em que Nelson Mandela completa 92 anos (PARABÉNS, MADIBA!), ficamos a saber que a ONU declarou (em novembro de 2009) que 18 de julho seria o DIA DE MANDELA/NELSON MANDELA DAY, reconhecendo o seu contributo para a paz, liberdade e respeito pelas diferentes raças, crenças, origens.
General Assembly resolution A/RES/64/13 recognises Nelson Mandela’s values and his dedication to the service of humanity in the fields of conflict resolution, race relations, the promotion and protection of human rights, reconciliation, gender equality and the rights of children and other vulnerable groups, as well as the upliftment of poor and underdeveloped communities. It acknowledges his contribution to the struggle for democracy internationally and the promotion of a culture of peace throughout the world. It is the first time that the UN has dedicated an international day to an individual. Ler +

BOAS FÉRIAS!


[ilustração de Gennine D. Zlatkis, via Pinzellades al mòn]
Passear, viajar, conhecer lugares e pessoas, fazer um diário de bordo, fotografar, escrever postais aos amigos, sentar nas esplanadas, preguiçar, mergulhar, andar, ler, estar com quem mais gostamos, descontrair, deitar tarde, acordar cedo, rasgar papeis, arrumar gavetas, olhar o mar, andar de bicicleta, conversar, rir, ir, ficar, voltar...Tudo isto (e mais) nos faz sentir...EM FÉRIAS!!!

sábado, 17 de julho de 2010

COMPREI UM RINOCERONTE HOJE!!

Ter um rino em casa é extraordinário!! Não fazem ideia como é útil!! Não é nada um bicho antipático, com ar furibundo que vive nas florestas africanas e asiáticas! Uma leitura divertida para todos (os livros da Bruáa são para pessoas dos 8 aos 80)!!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

FORMAÇÂO



SEC - Serviço para a Educação Contínua
Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
Universidade do Porto
e-mail:
sec@fpce.up.pt
Telefone: 226 061 890 / Fax: 226 079 725
site:
http://www.fpce.up.pt/sec

quarta-feira, 14 de julho de 2010

FÉRIAS...FÉRIAS...JÁ!!

Sair deste labirinto infernal e...partir para algures onde possa descontrair...o mais possível!!
[A autora é Sandra Nascimento e quem a divulgou foi a Salvia.]

terça-feira, 13 de julho de 2010

LeYa APOSTA EM LIVROS DIGITAIS


O Grupo LeYa vai lançar em Setembro uma plataforma de e-books (livros em formato digital), que integrará vários escritores lusófonos. O mercado digital é uma das apostas da rentreé literária e será transversal a todas as editoras que constituem o grupo, segundo fonte editorial. Os conteúdos literários em formato electrónico (e-books) estarão disponíveis através da livraria digital mediabooks.pt. A mesma fonte disse à Lusa que «os bons resultados desta plataforma levam o grupo a fazer esta aposta». Títulos já publicados no formato tradicional de José Saramago, Mia Couto, José Eduardo Agualusa, António Lobo Antunes, serão os primeiros a ser incluídos. Ler+

segunda-feira, 12 de julho de 2010

O QUE O PÚBLICO BRITÂNICO QUER DAS BIBLIOTECAS PÚBLICAS


Um muito interessante relatório que pode ser lido, na íntegra, aqui.

"OS JOVENS SÃO MAIS ESPERTOS QUE NUNCA"

[foto de Daniel Rocha in Público]

Don Tapscott conduziu um projecto de investigação com um orçamento de quatro milhões de dólares e que envolveu 11 mil jovens em vários países. Os resultados contrariam muitas das críticas comuns ao impacto das novas tecnologias.

[...] Tapscott - que há um ano sugeriu a Barack Obama que pusesse os olhos na iniciativa portuguesa de distribuir computadores aos alunos - esteve em Portugal para a conferência A Escola do Futuro na Era da Economia Digital (organização Diário Económico). Depois da extensa investigação, Tapscott chegou à conclusão de que a maioria das críticas às novas tecnologias é infundada. Mas defende serem precisas muitas mudanças para se aproveitar o potencial da geração que já cresceu online.

"Acredito que boa parte do impacto da revolução digital na forma como pensamos, colaboramos e trabalhamos ainda é desconhecido. Mas não concordo, em geral, com quem diz isso. Os dados simplesmente não sustentam essas afirmações. Os jovens são mais espertos do que nunca, o QI está ao nível mais alto de sempre, há mais estudantes a licenciarem-se. Sou contra os argumentos de que os jovens só pensam em 140 caracteres [o limite de caracteres para as mensagens no Twitter] ou têm o nível de atenção de uma mosca.

Mas há um problema. Um terço desta geração é espectacular. Outro terço está a safar-se bastante bem. Mas os que estão em baixo, mesmo em países como os EUA, Canadá ou Portugal, nem sequer estão a acabar o liceu. Sempre foi assim, mas não devia ser. Devíamos ter melhorias nesse último terço, mas isso não está a acontecer. Algumas pessoas culpam a Internet. Mas isso é como culpar a biblioteca pela ignorância dos alunos." Ler +


sexta-feira, 9 de julho de 2010

CORPO DAS PALAVRAS


É este o título de um kit bibliográfico de apoia à educação sexual dos mais novos, que pode ser lido aqui.

quinta-feira, 8 de julho de 2010

"LEITURA EXIGE MOTIVAÇÃO, OBJETIVOS CLAROS E ESTRATÉGIAS"


Quem isto afirma é a especialista espanhola Isabel Solé, autora do livro Estratégias de Leitura, numa entrevista concedida a Rodrigo Ratier (Nova Escola) e da qual reproduzimos alguns excertos:

O que a escola ensina sobre a leitura e o que deveria ensinar? 


Basicamente, a escola ensina a ler e não propõe tarefas para que os alunos pratiquem essa competência. Ainda não se acredita completamente na ideia de que isso deve ser feito não apenas no início da escolarização, mas num processo contínuo, para que eles deem conta dos textos imprescindíveis para realizar as novas exigências que vão surgindo ao longo do tempo. Considera-se que a leitura é uma habilidade que, uma vez adquirida pelos alunos, pode ser aplicada sem problemas a múltiplos textos. Muitas pesquisas, porém, mostram que isso não é verdade.



Hoje em dia, o que significa ler com competência? 


Quando o objetivo é aprender, isso significa, em primeiro lugar, ler para poder se guiar num mundo em que há tanta informação que às vezes não sabemos nem por onde começar. Em segundo lugar, significa não ficar apenas no que dizem os textos, mas incorporar o que eles trazem para transformar nosso próprio conhecimento. Pode-se ler de forma superficial, mas também pode-se interrogar o texto, deixar que ele proponha novas dúvidas, questione ideias prévias e nos leve a pensar de outro modo.

[...]

Como é possível motivar os alunos para a leitura? 
Uma boa forma de um docente fomentar a leitura é mostrar o gosto por ela – quer dizer, comentar sobre os livros preferidos, recomendar títulos, levar um exemplar para si mesmo quando as crianças forem à biblioteca. Os estudantes devem encontrar bons modelos de leitor na escola, especialmente aqueles que não possuem isso em casa.



E como despertar o interesse para a leitura para aprender? 


O fundamental é que os alunos compreendam que, se estão envolvidos em um projeto de construção de conhecimento ou de busca e elaboração de informações, é para cobrir uma necessidade de saber. Muitas vezes, o problema é que que eles não sabem bem o que estão fazendo. Nesse caso, é natural que o grau de participação seja o mínimo necessário para cumprir a tarefa. Quando os objetivos de leitura são claros, é mais fácil estar disposto a consultar textos ou a procurar algo numa enciclopédia.

[via Blog do Galeno]


CONTRA A CORRENTE


[ilustração de Roger Ycasa encontrada em Pinzellades al món]
Andar contra a corrente, é mais custoso, arriscado até mas...também é surpreendente, libertador, criativo, pessoal, diferente!... Lembrando os versos de Sebastião da Gama:
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos

quarta-feira, 7 de julho de 2010

PROGRAMA RBE EM MOÇAMBIQUE (ainda)




As últimas fotos ficam a testemunhar o nosso último dia em Mumemo. A Irmã Susana é a grande mentora desta comunidade que nos comove por dar tanto a quem ali trabalha, vive e estuda.

terça-feira, 6 de julho de 2010

MATILDE ROSA ARAÚJO, O SORRISO E AS PALAVRAS SEMPRE CONNOSCO


Foi, com muita emoção, que acabei de saber que a nossa querida Matilde Rosa Araújo nos deixou, hoje, aos 89 anos, Deixou... Porque insistimos em usar este verbo quando se trata de alguém que deu corpo uma obra literária que vai perdurar por muitas gerações, encantando quem a lê? Não nos deixou, ela só partiu mas a memória fica, a saudade também e os seus livros continuarão a ser amados. Obrigada, Querida Matilde!!

O BIBLIOTECÁRIO DO FUTURO


Surpreendido(a)? Fiquei com imensa vontade de ver o filme todo que se intitula A Máquina do Tempo que se baseia no romance homónimo de H.G. Wells. [via A Informação]

ALBERTO MANGUEL EM ENTREVISTA AO "PÚBLICO"

[foto de Rui Gaudêncio]

De passagem por Lisboa, Alberto Manguel concedeu uma entrevista ao jornal Público que vale a pena ler na íntegra aqui e da qual reproduzimos alguns excertos:


Penso que somos animais leitores. Vimos ao mundo com uma certa consciência de nós próprios e do que nos rodeia e temos a impressão de que tudo nos conta histórias: a paisagem, o rosto dos outros, o céu, em tudo encontramos linguagem. Tentamos desentranhá-la, tentamos lê-la. Nesse sentido, não podemos existir enquanto seres humanos sem a leitura. Inventámos a linguagem escrita, a linguagem oral, para tentarmos comunicar essa experiência do mundo, para nos contarmos histórias e através delas, falar dessa experiência.No meu caso, o conhecimento do mundo passou sempre pelos livros. Tive uma infância um pouco particular: o facto de o meu pai pertencer ao corpo diplomático fez com que viajássemos muito e que eu não tivesse nenhum sitio onde me sentisse em casa. A minha casa estava nos livros. Regressar à noite aos livros que conhecia, abri-los e constatar com imenso alívio que o mesmo conto continuava na mesma página, com a mesma ilustração, dava-me uma certa segurança e um certo sentido do lar.


Nem toda a gente é leitora, mas acho que, no fundo, é porque as circunstâncias fazem que não sejamos todos leitores. A possibilidade está em todos nós. O que quero dizer é que suponho que há pessoas que nunca se apaixonam, suponho que há pessoas que nunca viajam, suponho que há pessoas que não têm uma certa experiência do mundo. E da mesma maneira, existem muitas pessoas que não são leitoras. Mas a possibilidade está dentro de nós.A proporção de leitores numa dada sociedade nunca foi muito grande – seja na Idade Média, seja no Renascimento ou no século XX. Os leitores nunca foram a maioria. Se, por exemplo, todos os espectadores de um único jogo de futebol comprassem um livro, uma tarde, esse livro passaria a ser o best-seller mais espectacular da História da literatura.


O problema com a Internet é que nos dá a ilusão de possuirmos toda a informação que contém. Mas o facto de essa informação existir não significa que seja nossa. Temos de saber procurá-la, saber se é fiável ou não, saber utilizar as associações que fazemos. Podemos brincar com a Internet dias a fio, à procura de anedotas, de bocados de informação recôndita, etc. É óptimo, mas tem de haver uma actividade mental capaz de incorporar, destilar, recriar essa informação. Ora, um dos grandes problemas actuais dos bibliotecários é que os jovens que chegam às bibliotecas, e que estão habituados a utilizar a Internet para fazer uma espécie de colagem de informação, não sabem ler. Não sabem percorrer um texto para extrair aquilo que precisam, repensá-lo, dizê-lo com as suas próprias palavras, comentá-lo, associá-lo ou resumi-lo - e sobretudo, memorizá-lo -, actividades que fazem parte da leitura enquanto acto criativo. Estão habituados à ideia de que, como isso está lá e está acessível, já é deles. Não é assim.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

ENCONTRO INTERCONCELHIO DE BIBLIOTECAS ESCOLARES EM PAREDES




Decorreu, hoje, no auditório da Casa da Cultura de Paredes, por iniciativa da coordenadora interconcelhia Maria Artur Barros, reunindo muitos professores bibliotecários, professores, alguns bibliotecários e alguns directores. O Gabinete da RBE fez-se representar pela Dra Manuela Silve e por mim própria (fazendo uma intervenção). Destacar o que de melhor se vai fazendo pelas escolas, a nível das bibliotecas, pondo os professores-bibliotecários a apresentar os seus trabalhos, foi um objectivo muito bem conseguido.
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